sexta-feira, 26 de outubro de 2018

As escolas teuto-brasileiras


"Nas primeiras quatro décadas do século XX, um significativo número de escolas teuto-brasileiras no Rio Grande do Sul partilhava o espaço urbano e rural com a emergente escola pública brasileira. Neste terreno conflituoso em que se deu a configuração da identidade nacional, muitos foram os esforços de docentes, nas escolas teuto-brasileiras, para conjugar memória e cidadania.

Tanto na cidade como na zona rural, os imigrantes alemães e os teuto-brasileiros, em sua maioria, protestantes luteranos, incentivados por governos positivas, fundaram escolas para seus filhos. Muitas dessas escolas concretizaram-se a partir de sociedades escolares, às vezes de cunho religioso, responsáveis pela manutenção de escolas e igrejas, fomentando a vida cultural entre os pares.

As escolas teuto-brasileiras, no período anterior à nacionalização do ensino, tinham em seus currículos o ensino, predominantemente em língua alemã. No entanto, entre um ir e vir, no intervalo das duas guerras mundiais, que abalaram as relações diplomáticas entre o Brasil e a Alemanha, e as proibições e permissões do ensino em/de língua estrangeira no Brasil, no final da década de 1930, este ensino em língua alemã foi definitivamente proibido.

Por motivo da nacionalização do ensino, houve uma modelação e uma conformação no sistema escolar brasileiro, que foi se unificando, no que diz respeito à obrigatoriedade da língua portuguesa e à elaboração de um código das Diretrizes da Educação Nacional propalada pelo Ministro Capanema em 1937, através da criação de secretarias e diretorias concernentes à educação em nível federal, estadual e municipal.

No entanto, as escolas teuto-brasileiras que conseguiram reconfigurar seu perfil étnico, conjugando valores e tradições culturais e religiosas, com a cidadania brasileira, certamente permaneceram, através do auxílio dedicado de muitos professores teuto-brasileiros. Para tal empreendimento a observação das leis da nacionalização do ensino foi condição sine qua non para a sua continuidade."

Fonte: FONSECA, Maria Angela Peter da. Deutsche Schullen Urbanas de Rio Grande e Pelotas: entre a memória e a cidadania (1933-1938). In: IX Seminário Nacional de Estudos e Pesquisas "História, Sociedade e Educação no Brasil", Anais Eletrônicos, Universidade Federal da Paraíba, João Pessoa/PB, 31 jul a 03 ago. 2012, pág.2149-2150.


quinta-feira, 25 de outubro de 2018

Frühstück dos 90 Anos da EMEF Jacob Brod






















A EMEF Jacob Brod é uma escola da rede municipal de Pelotas, situada à Avenida Fernando Osório 5413, bairro Três Vendas. Foi fundada em 01 de setembro de 1928, quando foi lançada a pedra fundamental para a construção do prédio da escola, e as primeiras aulas com as primeiras duas turmas começaram a funcionar a partir do dia 01 de fevereiro de 1929. 

O nome da escola é uma homenagem ao imigrante alemão Jacob Brod, que nasceu em 08 de Dezembro de 1848 na aldeia de Liesenfeld, Coblença (atualmente cidade situada no estado alemão da Renânia-Palatinado mas que, à época, fazia parte do Principado do Hesse). Jacob Brod foi um dos imigrantes que vieram para a colônia de São Lourenço do Sul durante o século XIX, onde conheceu e contraiu matrimônio com a imigrante pomerana Emília Leitzke. Da união nasceram os filhos: Alberto, Martha, Ida, Guilherme, Theodoro, Bertha, Rosa, Maria, Jacob Filho, João e Emílio. O fato do nome da escola homenagear Jacob Brod se deve que o terreno doado para a construção da escola foi iniciativa do seu primogênito, Alberto Brod, que assim o solicitou junto à Prefeitura de Pelotas - beneficiária da doação. Jacob Brod já havia se transferido para o bairro Três Vendas em Pelotas no início do século XX, onde se dedicou às atividades comerciais. Foi neste local que veio a falecer em 22 de Outubro de 1920.

A escola surgiu da necessidade que os moradores do bairro Três Vendas tinham, em sua grande maioria agricultores de origem alemã e pomerana, de matricular seus filhos em escolas públicas que pudessem atendê-los, pois a outra única solução seria mandá-los estudar no centro da cidade de Pelotas - o que nem sempre era possível pela questão do custo de transporte e mesmo do pagamento de mensalidade em instituições privadas. Além disso, como muitos filhos de colonos não tinham ainda o domínio da Língua Portuguesa, uma escola mais perto de casa poderia facilitar-lhes o aprendizado do idioma pátrio, visto que, a grande maioria, crescia em lares onde os pais e avós comunicavam-se quase exclusivamente ou em alemão ou em pomerano. A escola chegou a funcionar provisoriamente durante os anos na Igreja Luterana Martinho Lutero, no bairro Jardim de Allah e na extinto Hotel Coimbra (que depois, durante certo tempo, foi a Lancheria Esperança).

Analisando um grande álbum de fotos existente na escola, que contém muitas fotos das primeiras décadas do educandário, é possível perceber a maciça presença de filhos de colonos nas primeiras turmas. Atualmente, a escola atende um público discente bem diversificada do ponto de vista étnico, visto o crescimento do bairro Três Vendas durante todo esse tempo, entretanto, a presença de teuto-descendentes ainda é marcante, tanto entre os alunos matriculados quanto entre o professorado.

O Frühstück dos 90 Anos da escola foi um projeto desenvolvido com as turmas de oitavos anos do ensino fundamental na disciplina de História, visando justamente resgatar esta importante trajetória histórica da instituição. Além de propriamente realizar-se uma celebração do fato, os alunos desenvolveram pesquisas sobre o patrono da escola, sobre a história do grupo escolar, sobre a atual escola, sobre a cidade natal de Jacob Brod e sobre a presença alemã e pomerana no bairro Três Vendas. Duas alunas vieram a rigor com trajes típicos. 

Parabéns a toda a comunidades escolar!





A História do Fandango


"O fandango é uma dança em pares conhecida em Espanha e Portugal desde o período Barroco, caracterizada por movimentos vivos e agitados, com certo ar de exibicionismo, acompanhada de sapateios ou castanholas seguindo um ciclo de acordes característicos. Porém em Portugal não é acompanhado por castanholas.

(...)

O fandango, que chegou ao nosso litoral com os primeiros casais de colonos açorianos por volta de 1750, passou a ser o 'batido' principalmente durante o entrudo (precursor do carnaval). Durante esses quatro dias a população do litoral paranaense não fazia outra coisa senão 'bater' fandango e comer 'barreado' (prato típico à base de carne e toucinho). Meses antes, fazia-se a 'cinta' (angariavam-se fundos para a grande festa). Os dançarinos chamados de 'folgadores e folgadeiras', praticavam os mais diversos bailados entre eles o Anu, Andorinha, Chimarrita, Tonta, Caranguejo, Vilão do lenço, Sabiá, Marinheiro, Xarazinho, Xará Grande, entre outros.

Com o passar do tempo, o fandango executado no Paraná foi assimilado pelo caboclo do litoral, assumindo assim seu caráter folclórico e desta forma é preservado até hoje.

Atualmente o fandango se estende do extremo sul a São Paulo. No litoral paulista o fandango inclui coreografias que englobam ou não sapateados, entre elas o Dãodão, Dãodãozinho, Graciana Tirana, Tirana-Grande, Rica-Senhora, Recortado, Recortado Grande, Chimarrita, Querumana, entre outras.

No Sul, foram registradas mais de cem modalidades de fandango.

No decorrer das viagens dos tropeiros, durante as longas noites a beira do fogo, eles procuravam se descontrair esquecendo a dura lida de viagem e dos sofrimentos que passavam. Nessa descontração ao som de violas ou meia-vi Aleolas surgiram certas cantigas e danças que eram praticadas somente por homens (pois não existiam mulheres nas viagens) eles mostravam toda a sua habilidade e criatividade em um prazeroso divertimento. A mais antiga dança do fandango é o Fandango Sapateado, onde cada cavalheiro, depois de bailar em círculo e em conjunto procura exibir sua capacidade de teatralidade, com exuberantes 'figuras-solo' sapateadas, ao som do rosetear de nazarenas, das quais delas lembravam e imitavam lides e motivos de campo e de sua origem, motivo oriundo do século XVIII, quando do nascimento do 'gaúcho-do-campo', em sua atividade birivista tropeira. Dança que deu origem à formação do 'ciclo do fandaguismo' primitivismo rio-grandense, onde aparece posteriormente a dama, formando o par.

Para a execução das danças do fandango, além do uso de duas violas, é fundamental também a presença do acordeão, da rabeca e do pandeiro rural. Os dançarinos, trajando típicas vestes gaúchas, giram em torno um do outro sensualmente, sem jamais se roçarem, nem mesmo com as mãos. Os casais executam movimentos tentadores, insinuantes e ondulantes. Os homens sapateiam sem cessar, provocando assim o constante ritmo das esporas, que acabam atuando como um instrumento a mais."

Fonte: BERTOLETTI, Carlos Henrique & OURIQUE, Alexandre. Festas e diversões gauchescas. In: MOVIMENTO TRADICIONALISTA GAÚCHO. Farroupilhas: ideais, cidadania e revolução. Porto Alegre/RS: Corag, 2010, pág. 50-51

quarta-feira, 24 de outubro de 2018

Faroeste no Paraná 1928


"Scenas do far-west no interior do Paraná
O districto de Antonio Olyntho entregue á sanha dos criminosos

O interior do Brasil, como vamos tentar demonstrar, devido, principalmente á inepcia dos nossos governos, que não sabe dar á policia, o prestigio que ella precisa e ao contrario, prefere favorecer a baixa politicagem, dando mão forte ao capanguismo, que prolifera como planta damninha, está se transformando num grande 'far-west', perigoso ao socego publico.

Lampeão não é um caso unico. Criminosos impunes e da mesma especie existem por todo o Brasil.

A policia se mostra impotente e ás mais das vezes sem meios de acção nada faz contra verdadeiros bandidos, que iniciam a era do crime e da revanche que nos torna igual aos paízes onde a lei é o trabuco. 

O districto de Antonio Olyntho, municipio de Rio Negro, no Paraná, é uma terra infestada por bandidos perigosissimos, que ali praticam os mais hediondos crimes.

Ainda ha poucos dias foi barbaramente trucidado um moço e o criminoso lá continua impune, zombando da acção da justiça e das ameaças de vingança por parte dos irmãos da victima.

UM ASSASSINIO REVOLTANTE

Lindolpho de Paula, redondenzas, fôra convidado por Domingos Gonçalves, vulgo Domingos Marinho e um irmão deste, de nome Manoel Marinho, para retirar uma mula que se encontrava na propriedade destes ultimos. Attendendo ao convite, Lindolpho de Paula dirigiu-se a um vizinho, onde emprestou um cabresto para esse fim e aproximou-se do local onde se encontrava o animal.

Nesse momento, ouviram-se tres tiros e em seguida mais um, tombando Lindolpho ao solo.

Nessa occasião, passava pelo local o jovem Miguel Zatesko, que accorreu aos gemidos da victima, que ainda poude pronunciar as seguintes palavras: 'fui ferido pelo Manoel Marinho... vá a casa de Chico Matheus e diga para vir me soccorrer'...

Zatesko correu immediatamente á casa mais proxima, afim de trazer curativos, porém, quando voltou 20 minutos depois, encontrou a victima sem vida.

O sub-delegado de policia, Paulo Burckmann, só no dia seguinte tomou conhecimento do facto, limitando-se sómente a lavrar o auto de corpo de delicto.

A victima, que contava aproximadamente 23 annos de idade, apresentava quatro ferimentos por projectil de arma de fogo, sendo tres de revólver calibre 38 e um de espingarda.

Os criminosos continuam impunes e ameaçando constantemente a vida dos habitantes daquella zona, inclusive o moço Miguel Zatesko, unica testemunha do occorrido, que já foi ameaçado de morte, devido as declarações que prestou.

Domingos e Manoel Marinho e o pae destes, Antonio Marinho, acham-se entrincheirados em casa de uma viuva e dispostos a matar a quem quizer prendel-os.

Os irmãos da victima, que não confiam na acção da policia, estão dispostos a vingar a morte de Lindolpho de Paula, fazendo justiça por suas proprias mãos.

Esses factos vêm-se repetindo na localidade, trazendo a intranquillidade á população e servindo de exemplos a outros bandoleiros que têm o seu campo de acção em outros municipios."

Fonte: DIARIO NACIONAL (SP), 06 de Novembro de 1928, pág. 01, col. 03-06



terça-feira, 23 de outubro de 2018

Almirante Barroso


"Herói da Guerra do Paraguai, cujo nome completo era Francisco Manuel Barroso da Silva (1804-1882). Nascido em Lisboa, tinha quatro anos de idade quando sua família veio para o Brasil. Estudou na Academia de Marinha do Rio de Janeiro, participando pouco depois de sua formatura da Guerra Cisplatina (1826-1828). Vice-almirante em 1856, quando eclodiu a Guerra do Paraguai (dezembro de 1864), chefiou o Estado-Maior da Divisão sob o comando do Almirante Tamandaré e comandou a Segunda Divisão Naval do Rio da Prata,  notabilizando-se especialmente no Combate do Riachuelo, em 11 de junho de 1865; as forças navais brasileira e paraguaia encontraram-se no Arroio Riachuelo, afluente do Rio Paraná, nas proximidades da localidade argentina de Corrientes. Dispunham os brasileiros de cinco navios sob o comando de Barroso, ao passo que a frota inimiga era composta de oito navios e seis chatas, auxiliadas por uma bateria de 22 canhões, levantada na margem direita do arroio. As embarcações paraguaias tiveram a iniciativa do ataque. Içando no mastro grande do Amazonas o sinal - 'O Brasil espera que cada um cumpra o seu dever', Barroso contra-ataca. Escreve Rocha Pombo: '...decide-se (Barroso) a destruí-los à maneira romana, do choque de proa; e lança para diante sua fragata a todo o poder das máquinas. Afundou o primeiro barco, cortado ao meio, o segundo, do mesmo modo posto a pique, afinal o terceiro. Toda a frota de López (o ditador paraguaio) teria esse fim se os demais não retrocedessem, avariados, arrastando-se rio acima, de fato imprestáveis para outra ação de conjunto'. 

O Combate do Riachuelo foi um dos mais notáveis de toda a História e decisivo para a derrota do Paraguai; mas custou perdas valiosas aos brasileiros, entre as quais a de Marcílio Dias, que morreu defendendo a canhoneira Parnaíba. Por seus feitos, Barroso recebeu o título de Barão do Amazonas (nome do cruzador que comandou em Riachuelo) e em 1868 foi nomeado comandante-chefe da Esquadra Brasileira. Reformado em 1873, morreu em Montevidéu, Uruguai, em 1882."

Fonte: Dicionário Cívico-Histórico Brasileiro, 1980.

segunda-feira, 22 de outubro de 2018

Vinho de Laranja de Pelotas 1881


"Vinho de laranja. - Diz o Correio Mercantil de Pelotas:

<<Foram-nos remettidas amostras de um vinho de laranja, fabricado pelo Sr. João de Sá Magalhães, destinado a figurar na exposição de Porto Alegre.

E' um tonico excellente e saborosissimo, que conserva o agradavel aroma do fructo de que é extrahido.

A indústria vinicula, com quanto não tenha ainda attingido, entre nós, o desenvolvimento de que carece para tornar-se um dos ramos mais importantes do nosso consumo e da nossa exportação, tem comtudo apresentado n'estes ultimos tempos uma face muito lisongeira."

Fonte: O CEARENSE (CE), 05 de Novembro de 1881, pág. 02, col 05

domingo, 21 de outubro de 2018

Significado e origem de sobrenomes alemães - Parte 86 - Topônimos alemães na Polônia


Muitos sobrenomes de origem alemã são toponímicos (isto é, indicam a procedência de um lugar) que estão vinculados à área do antigo Império Alemão (1871-1919). Pois bem, o Império Alemão ou II Reich (de acordo com a historiografia germânica) abarcava territórios que hoje correspondem a vários países da Europa Central e Oriental (além da própria República Federal da Alemanha, hodiernamente), dentre eles a Polônia. Este fato é  importante, pois tanto a Pomerânia, quanto a Prússia Oriental (também um bom pedaço da Prússia Ocidental) - duas importantes províncias do Reich - estavam majoritariamente, em termos territoriais, na terra polonesa da atualidade. Segue uma lista de antigos nomes alemães para lugares na época do Império Alemão e seus correspondentes atuais na Polônia.

2151. Gilgenburg, condado de Osterode, Prússia Oriental - Dabrówno, vila e município na Vármia-Masúria.
2152. Gingen, condado de Lyck, Prússia Oriental - Ginie, comunidade no município de Kalinowo, Vármia-Masúria.
2153. Glambeck, condado de Arnswalde, Pomerânia - Glebokie, aldeia no município de Kalisz Pomorski, Pomerânia Ocidental.
2154. Glambeck-Polchow - Glebokie-Pilchowo, aldeia no distrito de Pilchowo, cidade de Szczecin, Pomerânia Ocidental.
2155. Glansee, condado de Greifenberg, Pomerânia - Golancz Pomorska, aldeia no município de Trzebiatów, Pomerânia Ocidental.
2156. Glasegrund, condado de Habelschwerdt, Silésia - Szklary, aldeia praticamente despovoada (um habitante registrado em 1998) no município de Bystrzyca Klodzka, Baixa Silésia.
2157. Glasenapp, condado de Neustettin, Pomerânia - Godzislaw, aldeia no município de Grzmiaca, Pomerânia Ocidental.
2158. Gläsendorf, condado de Glatz, Silésia - Szklarnia, distrito da cidade de Szczytna, Baixa Silésia.
2159. Glasendorf, condado de Habelschwerdt, Silésia - Szklarka, vila no município de Bystrzyca Klodzka, Baixa Silésia.
2160. Gläsendorf, condado de Habelschwerdt, Silésia - Szklarnia, aldeia no município de Miedzylesie, Baixa Silésia.
2161. Glashagen, condado de Saatzig, Pomerânia - Kamionka, aldeia no município de Chociwel, Pomerânia Ocidental.
2162. Glashütte, condado de Sensburg, Prússia Oriental - Szklarnia, aldeia no município de Piecki, Vármia-Masúria.
2163. Glasow, condado de Soldin, Brandemburgo - Glazów, aldeia no município de Mysliborz, Pomerânia Ocidental.
2164. Glatz, Silésia - Klodzko, cidade na Baixa Silésia.
2165. Glatzer Neisse - Nysa Klodzka, rio afluente esquerdo do Oder que corta a Polônia e a República Tcheca.
2166. Gleisgarben ou Jagotschen, condado de Angerburg, Prússia Oriental - Jagoczany, aldeia no município de Banie Mazurskie, Vármia-Masúria.
2167. Gleiwitz, Silésia - Gliwice, cidade na Silésia.
2168. Glewitz, condado de Naugard, Pomerânia - Glewice, vila rural no município de Goleniów, Pomerânia Ocidental.
2169. Glien, condado de Greifenhagen, Pomerânia - Glinna, aldeia no município de Stare Czarnowo, Pomerânia Ocidental.
2170. Gliesnitz, condado de Stolp, Pomerânia - Glisnica, aldeia no município de Czarna Dabrówka, Pomerânia.
2171. Glietzig, condado de Naugard, Pomerânia - Glicko, vila rural no município de Nowogard, Pomerânia Ocidental.
2172. Glietzig, condado de Regenwalde, Pomerânia - Klepnica, vila rural no município de Lobez, Pomerânia Ocidental.
2173. Glinken, condado de Lyck, Prússia Oriental - Glinki, vila no município de Prostki, Vármia-Masúria.
2174. Glodowen (entre 1935 e 1945 Spirdingshöhe), condado de Johannisburg, Prússia Oriental - Glodowo, localidade no município de Ruciane-Nida, Vármia-Masúria.
2175. Glodowen (entre 1938 e 1945 Hermannsruh), condado de Sensburg, Prússia Oriental - Glodowo, localidade no município de Sorkwity, Vármia-Masúria.
2176. Glogau, Silésia - Glogów, cidade na Baixa Silésia.
2177. Glognau, condado de Sensburg, Prússia Oriental - Glogno, aldeia no município de Piecki, Vármia-Masúria.
2178. Glombowen (entre 1938 e 1945 Leithof), condado de Lötzen, Prússia Oriental - Glabowo, localidade no município de Ryn, Vármia-Masúria.
2179. Glötzin, condado de Belgard, Pomerânia - Glodzino, aldeia no município de Rabino, Pomerânia Ocidental.
2180. Glowken (entre 1938 e 1945 Thomasfelde), condado de Goldap, Prússia Oriental - Glówka, aldeia no município de Goldap, Vármia-Masúria.
2181. Glowitz, condado de Stolp, Pomerânia - Glówczyce, vila e município na Pomerânia.
2182. Glowtschütz, condado de Guttentag, Alta Silésia - Glówczyce, cidadela no município de Guttentag, voivodia de Opole.
2183. Gnadenfeld, condado de Johannisburg, Prússia Oriental - Zakatki, comunidade no município de Ruciane-Nida, Vármia-Masúria.
2184. Gneist, condado de Lötzen, Prússia Oriental - Knis, aldeia no município de Ryn, Vármia-Masúria.
2185. Gneisthöhe, condado de Lötzen, Prússia Oriental - Knis-Podewsie, cidadela no município de Ryn, Vármia-Masúria.
2186. Gnesen, Posnânia - Gniezno, cidade na voivodia da Grande Polônia.
2187. Gnewin, condado de Lauenburg, Pomerânia - Gniewino, município na Pomerânia.
2188. Gnewinke, condado de Lauenburg, Pomerânia - Gniewinko, aldeia no município de Gniewino, Pomerânia.
2189. Gnojau, condado de Danzig, Prússia Ocidental - Gnojewo, aldeia no município de Korsze, Vármia-Masúria.
2190. Godetz, condado de Leslau, Posnânia - Chodecz, cidade na Cujávia-Pomerânia.
2191. Gohrbandshof, condado de Köslin, Pomerânia - Gorzebadz, vila rural extinta no século XIX que existiu no território do atual município de Darlowo, Pomerânia Ocidental.
2192. Göhren, condado de Arnswalde, Brandemburgo - Górzno, cidade na Cujávia-Pomerânia.
2193. Goldbach, condado de Glatz, Silésia - Zlotno, vila no município de Szczytna, Baixa Silésia.
2194. Goldbach, condado de Mohrungen, Prússia Oriental - Zlotna, localidade no município de Morag, Vármia-Masúria.
2195. Goldbeck ou Ebenau, condado de Saatzig, Pomerânia - Sulino, vila no município de Choszczno, Pomerânia Ocidental.
2196. Goldenau, condado de Lyck, Prússia Oriental - Kopijki, aldeia no município de Prostki, Vármia-Masúria.
2197. Gollantsch (entre 1939 e 1945 Schwertburg) - Golancz, cidade na voivodia da Grande Polônia.
2198. Gollenberg, condado de Schlawe, Pomerânia - Chelmno Slowienskie, aldeia no município de Wszedzien, Pomerânia Ocidental.
2199. Gollin - Golina, cidade na voivodia da Grande Polônia.
2200. Gollingen, condado de Sensburg, Prússia Oriental - Golen, aldeia no município de Piecki, Vármia-Masúria.
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