segunda-feira, 30 de março de 2026

Sobrenomes Argentinos - Parte 13

 



121. Chunpitay - do quéchua. Um arbusto de cor castanha, marrom.

122. Chuquina, Churquina, Yurquina - do quéchua. Carregador de lanças.

123. Chuquisaca - o antigo nome da cidade de Sucre, na Bolívia. Significa serra em forma de lança.

124. Galián, Galean - do diaguita. Instrumento usado para aspergir água.

125. Gareca - do quéchua. O mesmo que desarrumado, esfarrapado, andrajoso.

126. Guaita, Guayta, Huaita - do quéchua. Uma espécie de penacho de plumas de certas aves.

127. Guaytima, Huaytima - do quéchua. O antigo nome da localidade de Tinogasta, Catamarca, Argentina.

128. Guaitina - pode se relacionar com Guaita. Todavia, pode derivar do termo quéchua guaschín que corresponde a quiscataco - uma árvore fábacea (Prosopia elata).

129. Gualampa, Gualampe, Guayampe, Hualampa - do quéchua. Algo como "curandeiro do pasto".

130. Gualchi - do aimará. Rodeado, cercado.

domingo, 29 de março de 2026

Amália Aveiro



Amália Aveiro
(...) - Renomada atriz gaúcha. Nasceu na cidade de Pelotas-RS, em 1896. Casou-se aos 16 anos com o ator Adolfo Aveiro, iniciando carreira artística. Sempre atuou com o marido e criou o tipo de casal matuto
Jeca Tatu e Zefa, tendo ficado conhecida nacionalmente e nas Repúblicas do Prata. Também, sendo artista de estirpe versátil, atuou no drama, na revista e na comédia; foi cantora. Faleceu no dia 18 de janeiro de 1945, em plena atividade artística. (...)

Fonte: ROSA, Ângela Fontes (org.). Logradouros públicos em Porto Alegre: presença feminina na denominação. Porto Alegre: Gráfica da UFRGS, 2007, pág. 12. 

sábado, 28 de março de 2026

Sobrenomes Argentinos - Parte 12

 



111. Cholque, Cholqui - do quéchua. De pele ou textura flácida; ou ainda, uma espécie de vestido de dobras largas.

112. Choque - três possibilidades etimológicas. No quéchua significa lança. No aimará o mesmo que ouro, coisa valiosa, coisa estimada. No kunza, uma espécie de farinha tostada.

113. Choquehuanca - comum aos idiomas quéchua e aimará. Significa pedra grande de ouro.

114. Choquevilca - do quéchua. Significa ouro sagrado, ou ainda, coisa estimada e sagrada.

115. Chorolque, Chorolqui - do idioma kunza. Significa pequena ema (Rhea americana).

116. Chosco, Chosgo, Chusgo - do quéchua. Uma forma genérica para designar qualquer tipo de coruja sul-americana. 

117. Chuichuy, Chuychuy - do quéchua. O ato de beber com ruído ou beber grandes tragos (seja de que líquido for). Pode ainda significa tiritar de frio.

118. Chumacero - do quéchua. Aquele que seleciona a palha de fibras vegetais para ser usada em tetos, coberturas. O profissional que se ocupa dessa função.

119. Chumpitaz, Chumbicha - do quéchua. De cor castanho, marrom, castanho escuro.

120. Chungara - do quéchua. Sugado, exaurido, exausto.

quinta-feira, 26 de março de 2026

Sobrenomes Argentinos - Parte 11

 



101. Chapana, Zapana - do quéchua. Significado "aquele que reparte, aquele que entra em acordo com outro para repartir algo".

102. Charca, Charcas - povoado ameríndio no altiplano boliviano atual, de etnia distinta dos aimarás e dos quéchuas, que foi incorporado ao Vice-Reino do Peru em 1561.

103. Chauque, Chauqui - três possibilidades etimológicas. No kunza, pode derivar de uma palavra para orelha; no quéchua, o mesmo que embusteiro, enganador; no aimará, aquele que mora no meio, no centro.

104. Chilligay, Chiligay - do quéchua. Algo de espaço limitado, área confinada.

105. Chincilla - palavra comum aos idiomas quéchua e aimará. Um roedor andino (Chincilla laniger).

106. Chincolla - do quéchua. O passarinho tico-tico (Zonotrichia capensis).

107. Chiri - do quéchua. Frio, fresco, apático, indolente.

108. Chócala - do aimará. Uma gramínea forrageira da América do Sul: a cevadilha (Bromus catharticus).

109. Chocobar, Chocovar, Chocoba - do kunza. Pato andino (Oxyura ferruginea).

110. Cholele - do quéchua. O mesmo que só, sozinho, único.

quarta-feira, 25 de março de 2026

Sobrenomes Argentinos - Parte 10

 



91. Cupare - de etimologia dupla. No quéchua, significa lugar do condor ou local que o condor se abriga. No kunza, o mesmo que nó, coisa enrolada, coisa emaranhada.

92. Cusco - no kunza indica uma espécie de coruja andina. No quéchua significa algo como aquele que procura, curioso. Os ameríndios do norte da Argentina usavam esse termo para denominar o cão pequeno ou de pernas curtas.

93. Cusi, Cussi - do quéchua. Alegria, contentamento.

94. Chacana - um arbusto andino, o palo piojo (Caesalpinia pumila). Vem do quéchua.

95. Chachagua - do quéchua. Montanha que possui poucos recursos, colina desértica ou inóspita.

96. Chaile, Chayle - do kunza. O mesmo que lagarto.

97. Chalco - do quéchua. Desleal.

98. Chambi - tem origem atacamenha. Uma espécie de liga metálica de cobre, bronze e ouro, usada primitivamente como matéria-prima de adornos.

99. Chanampa - da língua cacán. Rio do combate, rio que ocorreu uma batalha, ou ainda, rio difícil de encontrar-se uma vau de passagem.

100. Chañi, Chañe, Chani - do quéchua. O mesmo que valioso.

terça-feira, 24 de março de 2026

Disco voador em Cruz Alta


Avistado Um Disco Voador

CRUZ ALTA, 16 (V.A.) - Centenas de pessoas tiveram a oportunidade de ver desenhado no céu límpido desta cidade um disco prateado, girando na direção sudeste, para oeste, onde desapareceu. O acontecimento verificou-se precisamente às 13,55 horas, e 10 minutos depois desaparecia inteiramente.

A reportagem do vespertino "Diário Serrano" ouviu, a respeito, numerosas pessoas de reconhecida idoneidade, todas depondo afirmativamente, tais como a sra. Reni Caporal, esposa do sr. Antônio Caporal, funcionário público, Mario Sergio, músico residente nesta cidade, senhorinha Julinha Nunes, filha do deputado Alcibio Borges Nunes, a menina Maria Sandra, senhorinhas Nancy Press, Bruninda Geschwind e outras pessoas.

Todas as testemunhas viram um disco prateado calculando alguns que o mesmo estivesse a uma altura de 6 mil metros. Quanto à direção parece ponto pacífico que vinha de sudeste para oeste, o que é corroborado pelas diversas testemunhas que localizaram com precisão a rota do estranho aparelho e sua trajetória pelos céus de Cruz Alta. O acontecimento está sendo vivamente comentado em todas as rodas da cidade, existindo pessoas que descrêem da realidade dos discos voadores, malgrado tivesse sido divisado nos céus desta cidade um aparelho de forma circular, ficando velozmente, de côr prateada, que se tornou visível durante 10 minutos.

Fonte: O ESTADO DE FLORIANÓPOLIS (Florianópolis/SC),  17 de dezembro de 1952, pág. 01

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