Linhagem com origem na província de Guipúscoa, mais especificamente na cidade de Tolosa. É uma variação dialetal.
Fonte: BLASÓNS DE ESPAÑA.
História, Genealogia, Opinião, Onomástica e Curiosidades.Capão do Leão/RS. Para informações ou colaborações com o blog: joaquimdias.1980@gmail.com
Fonte: BLASÓNS DE ESPAÑA.
SALVADOR, (M-JC) - Uma cobra enorme, que muitos, disseram ser a maior de tôdas as sucurís que até hoje apareceu na Bahia, é "dona" das profundezas da Lagoa do Abaeté
As lendas que já vão surgindo são muitas e variadas. Contadas e recontadas pelas lavadeiras, figuras tradicionais que passam dias inteiros na beira da lagoa.
Para a maioria a cobra imensa aparece sempre lá no meio da Abaeté. Geme muito alto. Como se quizesse dizer alguma coisa. Depois volta para "seu reino".
Outras, porém, dizem que algumas vezes a cobra parece chorar...
PRETA E LISTRADA
D. Luiza Portela Costa Lóia, de 54 anos, e 41 de vida ali na Abaeté, já viu o "monstro" algumas vezes. Foi também a primeira a ver. E garante:
Ela é preta e tem listras brancas. Quando a põe a cabeça enorme de fora solta gemidos. Gemidos muito altos. Parece uma sucurí. É uma sucurí...
Olha para a lagoa, com reverência, e diz, sentenciosa, que "a cobra é a protetora das lavadeiras".
- Por que?
- Embora assuste um pouco a gente, ela serve para afugentar os hippies, que vinham para a Abaeté, sem respeitar nada, nem a Mãe D'Água nem as famílias.
"CARETA"
O "monstro" de Abaeté já até nome. Os Bombeiros deram. É "Carêta".
O Corpo de Bombeiros, por ordem da Prefeitura de Salvador, montou um serviço especial de salvamento na lagoa. Em um mês morreram quase vinte pessoas afogadas. E lenda ou não - porque diziam que eram os eleitos da Mãe D'Água - as providências foram tomadas. Ninguém pode mais brincar livremente como até agora nas águas escuras do Abaeté.
- E a cobra?
Os Bombeiros esclareceram que estão de vigília permanente. Alguns já viram. É enorme mesmo. Se sair da lagoa êles matam. Mas ir lá no meio, caçar... não!
As lavadeiras ajudam os Bombeiros, que vivem de espingarda sempre armada. Mas o soldado Magno Pereira, que já viu a cobra várias vezes, disse que só mesmo se ela sair abatida. Ela aparece rápidamente, olha para todos os lados, solta gemidos... e some nas águas escuras, misteriosas, cheias de lendas, da Abaeté.
Fonte: JORNAL DO COMÉRCIO (Manaus/AM), 21 de abril de 1971, pág. 06
Prudencio de Sandoval acredita que o solar ancestral ficava no castelo de Abiados, nos arredores de León. Querendo ou não, o primeiro registro nobiliárquico dos Guzmán remete ao ano de 990, no reinado de Bermudo II de Léon, que outorgou a membros dessa família um senhorio na localidade de Toral de la Vega.
Outra vertente importante, e também muito antiga, surgiu no castelo de Guzmán, nas vizinhanças de Aranda de Duero e Roa, na província de Burgos.
Outros genealogistas vinculam à origem dos Guzmán a uma primitiva vila denominada Gundemari, ainda no tempo do reinado asturiano. Ainda há estudos que apontam que os Guzmán das Astúrias seriam na verdade originários da Bretanha.
Seja como for as linhagens de Guzmán são múltiplas em toda a Península Ibérica, havendo casas solares e troncos nobiliárquicos com esta alcunha em praticamente todas as regiões, desde a Catalunha até Portugal. Há ao menos 23 famílias nobres diferentes com este sobrenome em toda a história
Fonte: BLASÓNS DE ESPAÑA.
Elenco de apoio da produção
Fonte:
SCHMITT, Rogério. Partidos Políticos no
Brasil (1945-2000). Rio de Janeiro: Zahar, 2000, pág. 44.
O relato de Antônio
Guimarães informa que num local chamado Accú (decerto o atual bairro do Acupe
de Brotas) havia e 1829 um candomblé. Joaquim fazia parte dele, parte
importante, uma vez que o documento se refere ao “sítio indicado do Accú, e
morada do Suplicante”. Era certamente um morador de prestígio na comunidade do
terreiro, um liberto que talvez por ter algum acesso aos poderosos – aspecto a
ser discutido adiante – agia como protetor da mesma.
Uma referência ao
culto do “Deus Vodum” indica a origem jeje do grupo religioso. Os vodus são as
divindades dos jejes do Daomé, muito numerosos na Bahia da época. Já em 1785
encontramos notícia de uma casa jeje, também vítima de invasão policial, em
Cachoeira, no Recôncavo baiano.
A casa de 1829 não
era pequena, considerando a animação da festa, a variedade e quantidade dos
elementos e objetos rituais descritos e, sobretudo, o número de pessoas ali
encontradas. “Este festejo, havia já três dias que se fazia com estrondo”,
escreveu Guimarães. Os homens da lei depararam com um mundo de movimentos,
sons, cores e objetos de significado estranho para eles, assim descrito pelo
juiz: “Em cima de uma mesa toda preparada, um Boneco todo guarnecido de fitas,
e búzios, e uma cuia grande da Costa cheia de búzios, e algum dinheiro de cobre
misturado de esmolas, tocando tambaque e cuias guarnecidas de búzios, dançando
umas [mulheres], e outras em um quarto dormindo, ou fazendo que dormiam”. Os
policiais ocuparam o terreiro, destruíram ou apreenderam os objetos rituais,
dispersaram e prenderam frequentadores. Cerca de 36 pessoas foram presas.
Destas, onze lavadeiras foram logo liberadas para guardar as roupas de seus
fregueses ou senhores. Foram levados à casa do juiz três homens apenas e 22
mulheres que, somadas às onze lavadeiras deixadas para trás, perfazem 33
mulheres detidas. Isso pode indicar que estas eram maioria no terreiro e não
que os homens tiveram pernas mais ligeiras para fugir dos assaltantes.
Diante do juiz Antônio
Guimarães, um ritual de arrogância e poder teve lugar: “(...) e fiz tirar e
quebrar em presença de todos, o tambaque, e os mais vis instrumentos de seus
diabólicos brinquedos”. Anteriormente, por ocasião da invasão, os homens do
juiz já haviam destruído “o chamado Deus Vodum, cuias, e tudo lançando por
terra”.
O assalto ao
terreiro, a destruição dos objetos de culto, a prisão dos participantes são
atos que ressaltam a intolerância da dominação escravista. A repressão à
cultura negra, à religião em particular, foi um fato comum na vida dos escravos.
O documento é uma evidência eloquente disso. Mas no esforço de Guimarães fez
para se explicar, ele terminaria por revelar que esse método de dominação dos
escravos, que era o seu, convivia e por vezes se chocava com outros mais
refinados.
Fonte:
REIS, João José & SILVA, Eduardo. Negociação
e conflito: a resistência negra no Brasil escravista. São Paulo: Companhia
das Letras, 1989, pág. 35-37.
Hoje, entre outros, será exhibido o film drammatico em 4 partes - O Phantasma.
- A cabeça humana, um curioso phenomeno ali exposto, ha dias, têm sido muito visitada, sendo notavel a preoccupação de muitas pessoas em descobrir algum truc, o que não têm conseguido.
Brevemente farão sua estréa os artistas que compõem o Trio Jercolis.
Esses artistas, afamados dançarinos, têm sido procurados por grande numero de pessoas que desejam aprender a dansar.
Fonte: A FEDERAÇÃO (Porto Alegre/RS), 12 de setembro de 1916, pág. 02