quinta-feira, 6 de setembro de 2018

A Mulher e o Cachorro


"Costumava certo fidalgo da Vestfália convidar para o almoço domingueiro o seu presbítero, homem moço, conversador e faceto, conduzido havia pouco ao leme da Igreja. Um dia teve de viajar para o estrangeiro. Estando já a meia milha de seu castelo, disse ao escudeiro, de repente:

- Lembro-me agora de uma coisa de que faço muita questão que minha esposa seja advertida; para ela também é muito importante. Volta, pois, imediatamente, e adverte-a em meu nome, de modo grave e solene, que não dê ao presbítero, em minha ausência, nem almoço nem jantar; não o deixe entrar em casa durante todo o tempo em que eu não estiver lá; e principalmente, não ponha os pés em casa dele, e se abstenha de qualquer conversa com ele.

O escudeiro prometeu a seu amo cumprir a ordem, e regressou ao castelo. Mas, apenas se afastara um pouco, pôs-se a meditar e a resmungar: - 'Decerto o meu amo assustou-se com a ideia de que esse nosso presbítero novato, cheio de seiva como é natural em um moço, rapaz forte, formoso e lúbrico, se pusesse a assaltar o pudor da senhora. Deve ser por isso que lhe proibiu toda espécie de familiaridade com ele. Mas eu, por Hércules, conheço os costumes dessas mulherzinhas. Elas praticam de preferência justamente as coisas de que têm ordem de se abster. Portanto, para que em nossa ausência ela não tenha ligações com o tal acólito, nada lhe direi, absolutamente, sobre a ordem do meu amo, mas inventarei algum outro recado por ele dado a mim'.

Mal entrara o escudeiro no castelo, já à senhora acudia, e, com lágrimas nos olhos, perguntou-lhe:

- Que significa a tua volta tão apressada? Será que os negócios de meu marido não andam bem?

- Andam, sim, muito bem - respondeu o criado. - Meu senhor mandou-me voltar para, em seu nome, advertir-vos de uma coisa. Quer e manda o meu nobre senhor que em sua ausência não vos ponhais a brincar com aquele nosso grande molosso, acostumado a rédeas, nem o monteis. Teme que aquele cachorro irritável e sempre disposto a morder venha a morder-vos, por acaso.

- Não entendo muito bem esta proibição - respondeu a mulher. - Por Hércules, nunca tive a ideia de acariciar o molosso, ainda menos de montá-lo. Digo mais: não há ninguém no mundo que me haja visto brincar com ele. Por tudo isso, esta recomendação era inteiramente supérflua.

Mas o escudeiro, antes de se ir, insistiu:

- Compreendestes, então, minha senhora, o recado de vosso marido? Ponde, pois, todo o empenho em lhe obedecer. 

- Volta a meu marido - respondeu a mulher - , transmite-lhe os meus votos de felicidade, e dize-lhe que fique tranquilo, não se preocupe comigo, pois farei todo o possível para lhe provar, pelo meu procedimento, quanto lhe estou submissa neste ponto, como em outro qualquer.

Mal o escudeiro tinha virado as costas, eis que a mulher começa a matutar: - 'Não posso imaginar por que razão meu marido me proíbe de acariciar o molosso ou montar nele. Deve haver aí algum motivo oculto. Não me lembro, por Castor, de o ter feito ou mesmo tentado. Bem, de qualquer maneira está certo: morra eu se tocar o cão com um dedo sequer!'

Depois de tais reflexões, vai buscar alguns pedaços de pão e joga-os ao cachorro. Verificando que este os devora avidamente e vem lisonjeá-la depois, traz mais pão e repasta o animal até saciá-lo. Acaba acariciando-o, sem dúvida para experimentar se é tão irritável como pretende o marido. Vendo que o animal suporta bem o tratamento, exclama:

- Veja só como é tratável o nosso molosso!

Nisto, senta-se no cão, apertando-lhe um tanto as costas com as nádegas. O cachorro se enfurece, arreganha os dentes e crava-os no braço da mulher. Ensanguentada, agoniada pela dor, ela vê-se forçada a chamar um médico para tratar-lhe da ferida.

Passam-se os dias. Retorna o fidalgo, e encontra a esposa de cama, com ar abatido, muito pálida.

- Que desgraça te aconteceu, minha luz? - perguntou-lhe, alarmado.

- Tudo isto é por tua causa - respondeu ela. - Se não me houvesse recomendado, pelo escudeiro, que não brincasse com o molosso, nunca me haveria atrevido a tocá-lo.

O fidalgo, surpreendido, procura justificar-se por todos os meios e jura por Júpiter não ter mandado dizer pelo escudeiro nada de semelhante; depois, chama-o:

- Então, patife, eu mandei dizer a minha mulher que não acariciasse o molosso?

- Nada disso - responde o criado. - Mandastes-me proibi-la de introduzir o presbítero em vossa casa enquanto estivésseis ausente. Eu, porém, inventei outro recado, por saber do costume que têm as mulheres de fazer precisamente o que se lhes proíbe. Se de fato eu lhe tivesse vedado todo e qualquer contato com o padrezinho, sem nenhuma dúvida ela o haveria introduzido em casa, e agora, em vez de terdes uma esposa honesta, teríeis o vosso lar transformado em hediondo prostíbulo. Foi isso que eu quis evitar, convencido de que a mulher procura sempre o que se lhe proíbe; e podeis ver a prova manifesta disso no fato de ter ela acariciado o cachorro e tê-lo montado, embora eu lho houvesse vedado com a maior insistência.

O fidalgo não deixou de aprovar a atitude do prudente criado, a quem daí em diante teve em melhor conceito, e encerrou o incidente com estas palavras:

- Prefiro ver minha mulher mordida pelo cachorro a sabê-la desonrada pelo acólito."

Fonte: MELANDER, Otto. A Mulher e o Cachorro (tradução de Paulo Rónai e Aurélio Buarque de Holanda). In: COSTA, Flávio Moreira da (org.). Contos de humor: clássicos escolhidos. Rio de Janeiro: Agir Editora, 2009, pág. 91-94

quarta-feira, 5 de setembro de 2018

A Quadrilha dos Homens de Preto


"Rio Grande do Sul - Datas até 16 do corrente.

(...)

- Diz o Correio Mercantil de Pelotas:

<<A existencia de uma quadrilha de salteadores, neste municipio, continua a attrahir a attenção dos habitantes desta cidade e dar logar aos mais serios commentarios.

<<Hontem, por exemplo, chegou-se a dizer em diversos circulos, não sabemos com que fundamento, que a reunião dessa quadrilha não tinha por fim unico assaltar o viajante na estrada ou o estancieiro em sua propriedade; visava mais longe: - preparara-se devidamente para vir a esta cidade praticar attentados de toda a ordem: - o assassinato, o roubo e a violencia.

<<Outros, porém, tambem não sabemos com que razão, pretendem que aquella agglomeração de gente desconhecida representa o principio de um movimento revolucionario, cujo alcance a ninguem é dado antever.

<<Qualquer que seja a procedencia desses boatos, e sem que tenhamos em mente espalhar noticias aterradoras, cumprimos um dever de nossa missão, levando-os ao conhecimento do muito digno e honrado Sr. presidente da provincia, de cujo reconhecido patriotismo e nobre dedicação ao bem publico esperamos as providencias precisas para a extincção daquella agglomeração de gente armada e desordeira.>>

- Posteriormente escreveu a mesma folha:

<<Está avidamente verificado que existe nas proximidades deste municipio uma grande quadrilha de ladrões e assassinos. Os factos veem a confirmar os boatos que ha tempo se espalharam a semelhante respeito.

<<No dia 4 do corrente, foi perseguido por quatro individuos, todos verdadeiramente salteadores, o Sr. Thomaz Arias, empregado n'uma casa de commercio desta cidade, que a negocios tinha ido ao Herval.

<<Vinha daquella localidade, acompanhado por um pardinho, quando foi violentamente atacado por esses individuos, nas alturas da antiga casa de Manuel Detrôyat. Sahiram-lhe dois na estrada e dois do mato. Bem montado como estava, o sr. Arias conseguiu fugir, sendo, porém, perseguido durante quasi uma legua, recebendo na corrida um tiro de bolas e outro de pistola.

<<Felizmente conseguiu chegar incolume á casa de D. Francisca Chaves, onde encontrou protecção e si achou livre dos bandidos.

<<D'alli o mandaram acompanhar até a casa de João Basilio, desta á de Julio de Souza até o passo de Maria Gomes.

<<Na manhã de 5, encontrou o Sr. Arias dois individuos que lhe pareceram ser dos mesmos da vespera, que o seguiram até a casa de Belchior, nos Lagoões, 3o. districto deste termo, porto da estancia do Sr. Commendador Mancio Ribeiro.

<<Alli, novamente lhe deram a entender os malevolos pensamentos de que se achavam dominados, chegando até a dizer-lhes que bem merecia a gravata encarnada só pelo cavallo que montava.

<<Ainda nesse logar, devido ao agasalho que lhe prestou a familia do Sr. Belchior, escapou providencialmente á sanha dos assassinos, que envidaram todos os esforços para que dormissem no quarto onde estavam e com elles comessem.

<<Nessa noite, 5, os bandidos sahiram daquella casa ás 2 horas da madrugada, em direcção á capella da Boena.

<<N'aquellas circumferencias assevera-se positivamente que uma quadrilha de 50 salteadores percorre os municipios de Herval, Pelotas, Cangussú e Piratiny, parando mais no Rincão da Perdiz e na Fachina, campos de João Basilio.

<<Trajam ponche e bombachas pretas, andam em mangas de camisa e trazem um jogo de pistolas e um facão á cintura.

<<Os habitantes das estradas e das estancias, já não abrem as portas de suas casas nem de dia nem de noite. - Acham-se todos prevenidos com gente armada e só a muito custo e depois de severos reconhecimentos recebem ou dão agasalho ao viajante que chega."

Fonte: O MONITOR (BA), 29 de Março de 1879, pág. 01, col. 08, e pág. 02, col. 01.

terça-feira, 4 de setembro de 2018

Comitê Feminino Liberal de Pelotas


"A POSSE DA DIRECTORIA DO COMITÉ FEMININO LIBERAL, DE PELOTAS

PELOTAS, 31 - No dia 09 de novembro proximo, quando se realisar a posse da directoria do Comité Feminino Liberal, no Theatro Guarany, falará saudando o Comité, o dr. Ataliba Paz, que fará o discurso official.

Por ocasião da solenidade da posse haverá uma hora de arte, organizada pela senhorita Hylda Weber, auxiliada pelas senhoritas Maria Campos, Gilda Maciel, Marina e Maria Xavier, Sily Perret, Inah Assumpção, Lívia Fabião, Tina Soares, Rosinha Russomano e Rosalia Behrensdorf."

Fonte: O ESTADO DO RIO GRANDE (RS), 01 de Novembro de 1929, pág. 16, col. 02

segunda-feira, 3 de setembro de 2018

Incêndio no Museu Nacional


Nada mais a declarar.

Marquês de Barbacena


"Nome por que ficou conhecido Felisberto Caldeira Brant Pontes (1772-1842), senador do Império do Brasil. Nascido em Mariana (MG), cursou a Academia Militar de Lisboa. Em 1816 distinguiu-se no comando de forças que repeliram a ocupação da Banda Oriental do Uruguai e em 1822 foi enviado a Londres para tratar do reconhecimento da Independência do Brasil pelo Governo inglês. Era senador por Alagoas quando viajou para a Europa, como tutor de D. Maria da Glória, filha de D. Pedro I, com a Princesa D. Amélia. Em 1829 ocupou a Pasta da Fazenda, criando-se durante o seu ministério o Banco Nacional e promulgando-se o Código Criminal. Introduziu no Brasil a vacina e a máquina a vapor para moer cana. Em 1789 fez construir o primeiro barco a vapor brasileiro."

Fonte: Dicionário Cívico-Histórico Brasileiro, 1980.



domingo, 2 de setembro de 2018

O caso do Padre-Onça


"EPISODIO BURLESCO

Da cidade de Piauhy, em Minas, chega a noticia tardia de um episodio burlesco alli havido por occasião da eleição para presidente do Estado.

O vigario daquella cidade, que trabalhava pelo candidato recommendado pelo bispo, depois de fazer um longo sermão sobre a impiedade do seculo e o dever de todos os catholicos de amparar e defender a igreja, elegendo para os cargos publicos sectarios do catholicismo, aconselhou os parochianos que votassem no candidato catholico, e tomando no pulpito uma attitude ameaçadora e tragica, declarou excommungados todos aquelles que votassem no sr. Wencesláo Braz.

O sermão do vigario provocou os mais alegres commentarios, pela ameaça ridicula de excommunhão aos que não votassem no candidato episcopal.

Indignado por não ter produzido o effeito que esperava com o seu sermão, o vigario resolveu recorrer a meios mais convenientes e, no dia do pleito, para apavorar os eleitores soltou no largo da matriz uma pequena onça, que os populares mataram a pedradas.

Houve quem se lembrasse de fazer ao padre uma grande manifestação com latas de kerosene, o que não se deu, devido a intervenção de varias pessoas, que dissuadiram o povo desse acto.

Todavia, o original vigario não escapou á mordacidade do povo, que só o chama - Padre-Onça."

Fonte: GAZETA COLONIAL (RS), 24 de Abril de 1909, pág. 03, col. 02

sábado, 1 de setembro de 2018

Significado e origem de sobrenomes alemães - Parte 79 - Topônimos alemães na Polônia


Muitos sobrenomes de origem alemã são toponímicos (isto é, indicam a procedência de um lugar) que estão vinculados à área do antigo Império Alemão (1871-1919). Pois bem, o Império Alemão ou II Reich (de acordo com a historiografia germânica) abarcava territórios que hoje correspondem a vários países da Europa Central e Oriental (além da própria República Federal da Alemanha, hodiernamente), dentre eles a Polônia. Este fato é  importante, pois tanto a Pomerânia, quanto a Prússia Oriental (também um bom pedaço da Prússia Ocidental) - duas importantes províncias do Reich - estavam majoritariamente, em termos territoriais, na terra polonesa da atualidade. Segue uma lista de antigos nomes alemães para lugares na época do Império Alemão e seus correspondentes atuais na Polônia.

1801. Dziubellen (entre 1904 e 1945 Zollerndorf), condado de Johannisburg, Prússia Oriental - Dziubiele, aldeia no município de Orzysz, Vármia-Masúria.
1802. Dziurdziau (entre 1938 a 1945 Thalheim), condado de Neidenburg, Prússia Oriental - Dziurdziewo, parte do município de Kozlowo, Vármia-Masúria.
1803. Ebenau, condado de Arnswalde, Brandemburgo - Sulino, vila administrativa no município de Choszczno, Pomerânia Ocidental.
1804. Ebenau, condado de Grottkau, Alta Silésia - Polana (local incerto).
1805. Ebersdorf bei Mittelwalde, condado de Habelschwerdt, Silésia - Domaszków, aldeia no município de Miedzyslesie, Baixa Silésia.
1806. Ebersdorf bei Neurode, condado de Sprottau, Silésia - Dzikowiec, aldeia no município de Nowa Ruda, Baixa Silésia.
1807. Eckerberg-Nemitz - Arkonskie-Niemierzyn, distrito administrativo da cidade de Szczecin, Pomerânia Ocidental.
1808. Eckersberg, condado de Johannisburg, Prússia Oriental - Okartowo, aldeia no município de Orzysz, Vármia-Masúria.
1809. Eckersdorf, condado de Mohrungen, Prússia Oriental - Florczaki, vila no município de Lutka, Vármia-Masúria.
1810. Eckersdorf, condado de Glatz, Silésia - Bozków, distrito do município rural de Nowa Ruda, Baixa Silésia.
1811. Eckertsdorf, condado de Sensburg, Prússia Oriental - Wojnowo,  aldeia no município de Ruciane-Nida, Vármia-Masúria.
1812. Edwardshof - Sobieradz, aldeia no município de Krzecin, Pomerânia Ocidental.
1813. Egelsdorf, condado de Löwenberg, Silésia - Mroczkowice, aldeia no município de Mirsk, Baixa Silésia.
1814. Egloffstein, condado de Landsberg an der Warthe, Brandemburgo - Lagodzin, aldeia no município de Deszczno, voivodia da Lubúsquia.
1815. Egsow, condado de Schlawe, Pomerânia - Kczewo, aldeia no município de Kobylnica, Pomerânia Ocidental.
1816. Ehrenforst, condado de Cosel, Alta Silésia - Slawiecice, distrito da cidade de Kedzierzyn-Kozle, voivodia de Opole.
1817. Eichberg  (entre 1939 e 1945 Bismarckskopf) - Debogóra, aldeia no município de Kcynia, voivodia da Cujávia-Pomerânia.
1818. Eichberg, condado de Hirschberg, Baixa Silésia - Dabrowica (local incerto).
1819. Eichberg, condado de Naugard, Pomerânia - Zdzary, vila no município de goleniów, Pomerânia Ocidental.
1820. Eichelhof, condado de Rawitsch - Zolednica, aldeia no município de Rawicz, voivodia da Grande Polônia.
1821. Eichelshagen, condado de Pyritz, Pomerânia - Trzebórz, comunidade rural no município de Kozielice, Pomerânia Ocidental.
1822. Eichelswalde, condado de Sensburg, Prússia Oriental - Swinie Oko, localidade no município de Piecki, Vármia-Masúria.
1823. Eichenort, condado de Goldap, Prússia Oriental - Dabie, localidade no município de Goldap, Vármia-Masúria.
1824. Eichenwalde, condado de Naugard, Pomerânia - Debice, vila no município de Maszewo, Pomerânia Ocidental.
1825. Eichfeuer, condado de Randow, Pomerânia - Poddymin, aldeia no município de Police, Pomerânia Ocidental.
1826. Eichforst, condado de Dramburg, Brandemburgo/Pomerânia - Gájewko, aldeia no município de Drawsko Pomorskie, Pomerânia Ocidental.
1827. Eichholz, condado de Heiligenbeil, Prússia Oriental - Debowiec, vila no município de Lelkowo, Vármia-Masúria.
1828. Eichholz, condado de Liegnitz, Silésia - Warmatowice Sienkiewiczowskie, aldeia no município de Krotoszyce, Baixa Silésia.
1829. Eichholz, condado de Strasburg, Prússia Ocidental - Wichulec, vila e distrito administrativo no município de Bobrowo, voivodia da Cujávia-Pomerânia.
1830. Eichhorn (a partir de 1916 Sczeczinken), condado de Oletzko/Treuburg, Prússia Oriental - Szczecinki, aldeia no município de Olecko, Vármia-Masúria.
1831. Eichhorst, condado de Johannisburg, Prússia Oriental - Oko, localidade no município de Ruciane-Nida, Vármia-Masúria.
1832. Eichhorst, condado de Soldin, Brandemburgo - Debiec, aldeia no município de Janowiec Wielkopolski, voivodia da Cujávia-Pomerânia.
1833. Eichtal, condado de Oppeln, Silésia - Dabrówka Górna, aldeia no município de Krapkowice, voivodia de Opole.
1834. Eichwerder, condado de Soldin, Brandemburgo - Dabrowa, aldeia no município de Mysliborz, Pomerânia Ocidental.
1835. Eickstedtswalde, condado de Kolberg-Körlin, Pomerânia - Dargocice, aldeia no município de Goscino, Pomerânia Ocidental.
1836. Eiersberg, condado de Greifenberg, Pomerânia - Skalno, vila no município de Karnice, Pomerânia Ocidental.
1837. Einlage - Jazowa, aldeia no município de Nowy Dwór Gdanski, Pomerânia.
1838. Eisenhammer - Zeleznica, aldeia no município de Redlica Dobra, Pomerânia Ocidental.
1839. Eiserbruch - Kozin, aldeia no município de Lubiszyn, voivodia da Lubúsquia.
1840. Elbing, Prússia Ocidental/Prússia Oriental - Elblag, cidade na Vármia-Masúria.
1841. Eleonorenhof, condado de Greifenberg, Pomerânia - Zagórcze, aldeia no município de Gryfice, Pomerânia Ocidental.
1842. Elis, condado de Cammin, Pomerânia - Machowica, assentamento florestal no município de Przybiernów, Pomerânia Ocidental.
1843. Elisenhöhe, condado de Oletzko/Treuburg, Prússia Oriental - Siejnik, aldeia no município de Olecko, Vármia-Masúria.
1844. Elisenthal, condado de Lyck, Prússia Oriental - Konieczki, aldeia no município de Elk, Vármia-Masúria.
1845. Ellerwald I, condado de Elbing, Prússia Oriental - Wladyslawowo, aldeia no município de Elblag, Vármia-Masúria.
1846. Ellerwald II, condado de Elbing, Prússia Oriental - Adamowo, aldeia no município de Elblag, Vármia-Masúria.
1847. Ellerwald III, condado de Elbing, Prússia Oriental - Kazimierzowo, aldeia no município de Elblag, Vármia-Masúria.
1848. Ellerwald IV, condado de Elblag, Prússia Oriental - Janowo, aldeia no município de Elblag, Vármia-Masúria.
1849. Ellerwald V, condado de Elblag, Prússia Oriental - Józefowo, aldeia no município de Elblag, Vármia-Masúria.
1850. Ellguth, condado de Neustadt, Alta Silésia - Ligota Bialska, cidadela no município de Zülz, voivodia de Opole.
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