Sobrenome brasileiro de origem indígena, verificado desde a época colonial.
Fonte: SERAINE, Florival. Relação entre os fatos históricos e a onomástica no Brasil. In; Revista do Ceará, 1964.
História, Genealogia, Opinião, Onomástica e Curiosidades.Capão do Leão/RS. Para informações ou colaborações com o blog: joaquimdias.1980@gmail.com
Fonte: SERAINE, Florival. Relação entre os fatos históricos e a onomástica no Brasil. In; Revista do Ceará, 1964.
Fonte: HERÁLDICA PORTUGUESA, Lisboa, 1960.
Fonte: HERÁLDICA PORTUGUESA, Lisboa, 1960.
O mesmo preparado tem a virtude de tambem curar diversas enfermidades das quaes atacam os animaes uteis, taes como sarnas, piolhos, carrapatos, febre aphtosa, garrotilho, inflamações, até em plena suppuração, que desaparecem rapidamente, logo após a applicação do tal remedio.
Conta o nosso informante que nos ultimos dias do mez de agosto, deste anno, no estabulo de um colono, morreram dois bois atacados de uma molestia cujos symptomas eram os seguintes: urina e evacaução fetidas, febre muito elevada, orelhas caidas, olhar vitreo, cabeça inchada, pescoço rigido e abstenção completa de agua e de qualquer alimento.
Tendo adoecido um terceiro boi, o seu proprietario o levou à casa do curandeiro, que depois de examinal-o recusou-se a dizer o nome da terrivel molestia, accrescentando que não convinha alarmar, pois a molestia era contagiosa, mas que garantia a cura do boi.
Em seguida entregou ao proprietario do boi enfermo meia garrafa do seu preparado, mandando que o applicasse no pescoço, nos chifres e paletas do animal, o que foi feito, e duas horas depois, o boi, que ha quatro dias, não comia e nem bebia, já se alimentava e bebia agua e poucos dias mais tarde estava radicalmente curado.
Diz ainda a pessoa que nos forneceu estas informações que o alludido curandeiro é um typo original: não aceita dinheiro pelo seu producto, fornecendo-o absolutamente gratis, As pessoas que não lhe inspiram sympathia não conseguem, por preço algum, o seu valioso medicamento.
Fonte: O BRAZIL (Caxias do Sul/RS), 08 de Outubro de 1921, pág. 02, col. 02
Fonte: HERÁLDICA PORTUGUESA, Lisboa, 1960.
Fonte: HERÁLDICA PORTUGUESA, Lisboa, 1960.
"Existe, nesta cidade, um preto que se dá à prática de feitiçarias, enganando os incautos e extorquindo-lhes dinheiro.
Sabemos de uma serviçal de um conhecido cavalheiro desta cidade que, tendo um tumor em uma perna, foi à casa de um curandeiro pedir que com suas artes a livrasse do mal que a affligia.
O preto velho, tomando de uma navalha deu-lhe repetidos golpes no tumor, depois applicou algumas fichas e em seguida, triumphante, mostrou à rapariga uma borboleta que se achava alojada no tumor que a golpes de navalha abrira.
O feiticeiro recommendou à cliente o maximo segredo, Os medicos eram seus inimigos, não sabiam ou não podiam curar e por isso odiavam os que lhe faziam concurrencia, debelando os males que Pandora difundiu no mundo.
E terminou, pedindo pelo seu trabalho, a quantia de 45$000..."
Fonte: A OPINIÃO PÚBLICA (Pelotas/RS), 16 de Outubro de 1911, pág. 01, col. 02