segunda-feira, 7 de abril de 2025

Sobrenome Ibiapina

  



 Sobrenome brasileiro associado ao movimento da Confederação do Equador no Nordeste Brasileiro, em 1824. Primeiramente documentado na Acta da Sessão Extraordinária do Grande Conselho Provincial da Confederação do Equador, de 27 de agosto de 1826. 

Fonte: SERAINE, Florival. Relação entre os fatos históricos e a onomástica no Brasil. In; Revista do Ceará, 1964. 

domingo, 6 de abril de 2025

Família Nobre Portuguesa: Teixeira

 



Esta família é das mais antigas e qualificadas de Portugal, Dom Hermínio Mendes de Teixeira, que foi rico-homem de Dom Sancho I, Senhor das terras de Teixeira, do qual tomou o apelido, casando-se com Maria Pais. Teve vários filhos pelos quais se continuou o apelido Teixeira.

Fonte: HERÁLDICA PORTUGUESA, Lisboa, 1960.

sábado, 5 de abril de 2025

Ittala Nandi

 



Ítala Maria Helena Pelizzari Nandi nasceu em Caxias do Sul, RS, em 4 de junho de 1942. Começa carreira ainda em sua cidade natal, cursando teatro amador. Já em Porto Alegre, participa do Teatro Equipe. Em 1963, muda-se para São Paulo com seu marido, o ator/diretor Fernando Peixoto, e matricula-se no curso de interpretação de Eugênio Kusnet. No Teatro Oficina, atua nas peças Os Pequenos Burgueses, Os Inimigos e O Rei da Vela, mas é no cinema que constitui sólida carreira, em filmes como O Bandido da Luz Vermelha (1968), O Rei da Vela (1971/1982) e Luz Del Fuego (1982). Em 1964 estreia na televisão, na novela Melodia Fatal, pela Excelsior. Só voltaria em 1978, para estrelar O Pulo do Gato, entre outras, seguindo-se Direito de Amar (1987), Que Rei sou Eu? (1989), Pantanal (1990), Colégio Brasil (1995), A Casa das Sete Mulheres (2003) e Caminhos do Coração (2007). Em 1982 estreia na direção, num documentário sobre colonização italiana no Sul do País, chamado In Vino Veritas. No cinema, a partir dos anos 1980, tem feito muita narração para curtas-metragens. É uma grande atriz brasileira. Há alguns anos é a curadora do Festival de Cinema de Curitiba, no Paraná.

Filmografia (atriz):

1964 - Não Tenha Pena de Mim (inacabado);

1966 - Gentle Rain (EUA/Brasil);

1968 - O Bandido da Luz Vermelha; Noite Sem Homem;

1969 - América do Sexo;

1969/1982 - O Despertar da Besta (Ritual dos Sádicos);

1970 - Os Deuses e os Mortos; Juliana do Amor Perdido;

1971 - Pindorama; Prata Palomares;

1971/1982 - O Rei da Vela;

1972 - Roleta Russa;

1973 - Sagarana, o Duelo; Os Homens que eu tive;

1974 - A Cartomante;

1975 - Pecado na Sacristia; Guerra Conjugal;

1976 - Noite Sem Homem;

1977 - O Cortiço; Barra Pesada;

1979 - Muito Prazer;

1980 - Ave Soja, Santa Soja (CM) (narração);

1981 - O Homem do Pau-Brasil; Amor e Traição (A Pele do Bicho); 

1982 - Luz Del Fuego; In Vino Veritas (narração);

1983 - Pena Prisão (CM) (narração);

1990 - Índia, o Caminho dos Deuses (como ela mesma);

1999 - Ano Novo (CM); Sobre os Anos 1960 (CM) (narração); Ano Novo (CM);

2003 - Glauber o Filme, Labirinto do Brasil (depoimento).

Filmografia (diretora):

1982 - In Vino Veritas;

1990 - Índia, o Caminho dos Deuses.

Fonte: SILVA NETO, Antonio Leão da. Astros e estrelas do cinema brasileiro. São Paulo: Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, 2010, pág. 341.

quinta-feira, 3 de abril de 2025

Bugre



Da palavra francesa "bougre".

Segundo Affonso A. de Freitas esta denominação é "apodo, injúria, insulto, praga deprimente, termo da mais baixa linguagem do idioma francês, com que os companheiros de Villegaignon, vindos ao Brasil em 1555, mimoseavam,  por alcunha, os Tupinambás, em agradecimento à generosidade e leal desinteresse com que os que nossos infelizes aborígenes apoiavam as pretensões de domínio dos idealistas fundadores da França Antártica". O mesmo autor, cita a explicação do significado e a origem da palavra bougre dada por Littre em seu Dictionnaire de la langue française, edição de 1885.

O odioso ou desprezível vocábulo bugre, hoje ainda, em grandes partes do Brasil, muito corrente como designação popular dos índios, tendo passado daí a figurar até na nomenclatura, chegou a ser adotado pela etnografia internacional como denominação da tribo jê do município de Blumenau no Estado de Santa Catarina a qual, aliás, é chamada também de Aweikoma, Botocudo e Chocré.

 Fonte: BALDUS, Herbert & WILLEMS, Emilio. Dicionário de Etnologia e Sociologia. Rio de Janeiro: Companhia Editora Nacional, 1939, pág. 35.

quarta-feira, 2 de abril de 2025

Família Nobre Portuguesa: Azevedo



Procedem os deste apelido de Dom Pedro Mendes Azevedo, chamando-se assim por viverem no couto e honra de Azevedo, concelho de Barcelos. Dom Pedro Mendes Azevedo era filho de Dom Mem Pais Bufinho ou Dom Mendo Bufião e de sua mulher D. Sancha Pais.

Fonte: HERÁLDICA PORTUGUESA, Lisboa, 1960. 

terça-feira, 1 de abril de 2025

Sobrenome Mossoró

  



Sobrenome brasileiro de origem toponímica. 

Fonte: SERAINE, Florival. Relação entre os fatos históricos e a onomástica no Brasil. In; Revista do Ceará, 1964.

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