terça-feira, 23 de junho de 2020

Moradores de Pelotas entre 1865 e 1869


Distante de ser um recenseamento completo dos moradores de Pelotas no período, nosso esforço foi o de, através de consulta aos jornais da época disponíveis na web, listar o quanto fosse possível de nomes relacionados à cidade, bem como inserindo as informações adjuntas que encontramos. Todavia, na maior parte dos casos, encontramos somente os nomes. De forma geral, quando usamos a denominação "morador" queremos dizer literalmente isso: apenas constatamos que o indivíduo citado viveu em Pelotas, mas não encontramos mais dados sobre sua ocupação, nacionalidade ou outros. A propósito, quando listamos "Fulano de Tal & Fulana de Tal", justamente com o uso do "&" queremos dizer que os indivíduos são casados. Esperamos contribuir de alguma forma para pesquisas genealógicas e historiográficas, mesmo que de modo muito modesto. Obs.: respeitamos a grafia encontrada na época.

Periódicos consultados para este período: A Estrella do Sul (Porto Alegre/RS); A Sentinella do Sul (Porto Alegre/RS); Echo do Sul (Rio Grande/RS); Diario de Pelotas (Pelotas/RS); O Commercio (Pelotas/RS); Opinião Publica (Rio Grande/RS); Correio Mercantil (Rio de Janeiro/RJ); Diario do Rio de Janeiro (Rio de Janeiro/RJ); Correio Paulistano (São Paulo/SP); O Despertador (Desterro/SC).

1865

Antonio José da Silva Braga, farmacêutico.

Amaro José d'Avila Silveira, advogado, ex-deputado imperial e provincial e membro do Partido Liberal.

Antonio Ferreira Garcez, juiz municipal e de órfãos.

Antonio Pereira Bastos, leiloeiro (obs.: também ocupava concomitantemente a função em São José do Norte).

Bernardo José de Souza, comerciante, sócio da firma Souza Mursa & Cia. (comércio de louças).

Carlota Baptista Teixeira, sócia da firma Toledo, Mattos & Cia. (charqueada).

Cecilia Siqueira de Moraes, dona de um comércio de secos e molhados.

Domingos de Souza Mursa, comerciante, sócio da firma Souza Mursa & Cia. (comércio de louças).

Domingos Vaz Teixeira Junior, comerciante, sócio da firma Peixoto & Teixeira (comércio de fazendas).

Francisco de Souza Mattos, sócio da firma Toledo, Mattos & Cia. (charqueada).

Francisco José de Araujo Pereira, comerciante, sócio da firma Souza Mursa & Cia. (comércio de louças).

Francisco Pereira de Sá Peixoto, comerciante, sócio da firma Peixoto & Teixeira (comércio de fazendas).

Gaspar José Freire, major graduado do Exército, proprietário de bens em Pelotas.

Geraldo Antonio da Costa, leiloeiro.

João de Azevedo Souza Junior, leiloeiro.

João Felisberto Barbosa, proprietário.

João Jacintho de Mendonça, proprietário.

João Victorino dos Santos, comerciante, sócio-principal da firma João Victorino dos Santos (comércio de fazendas).

Joaquim Rasgado, comerciante, comanditário da firma João Victorino dos Santos (comércio de fazendas).

José Antonio de Lima, agente dos correios.

José Duarte da Silva, sacristão da Igreja Matriz.

José Ignacio da Cunha, comendador, fazendeiro e charqueador.

José Maria Moreira, representante da associação Protectora das Familias (plano de previdência; sede Rio de Janeiro) em Pelotas.

José Maria Pereira Bastos, leiloeiro (obs.: também ocupava concomitantemente a função em São José do Norte).

Julião José Tavares, tenente, comandante da tropa local da Guarda Nacional.

Lino Pinto da Silva, leiloeiro (também em Rio Grande e São José do Norte).

Manoel Martins Ramos, comerciante, sócio da firma Tiberio Marques da Fonseca & Cia. (fabricação, compra, venda e conserto de objetos de prata).

Manoel Pedro de Toledo, sócio da firma Toledo, Mattos & Cia. (charqueada).

Pedro Cesar Paes Barreto, alferes.

Pedro Marques de Alcantara, leiloeiro.

Tiberio Marques da Fonseca, comerciante, sócio da firma Tiberio Marques da Fonseca & Cia. (fabricação, compra, venda e conserto de objetos de prata).

1866

Albano Affonso de Oliveira, morador.

Alexandre Vieira da Cunha, proprietário.

Amadeo Gustavo Gastal, agrimensor estabelecido à rua de São Miguel n.111.

Annibal Antunes Maciel, engenheiro, deputado provincial.

Antonio da Costa Guimarães, cônego, vigário da cidade.

Antonio Ferraz de Oliveira, português, hortaliceiro na Várzea.

Antonio José de Oliveira Castro, charqueador na costa do arroio Pelotas.

Benito Landolfo, italiano, preso.

Domingos José Rodrigues Vianna, preso.

Domingos Silva de Paiva, tenente-coronel da guarnição de Pelotas.

Ernesto Antonio Lassance Cunha, coronel do Corpo de Engenheiros.

Ezequiel Soares da Porciuncula, proprietário.

Faustino Alves Vianna, proprietário.

Felisberto Ignacio da Costa, proprietário.

Flora Leopoldina Corrêa, dama da sociedade.

Florindo Joaquim da Silva, dono de um estabelecimento de pedra e cal; organizador de uma companhia teatral.

Francisco Manoel de Passos, proprietário.

Henrique de Souza Gomes, negociante.

Honorio Luiz da Silva, proprietário e dono de escravos.

João Baptista Balbé, morador.

João Corôa, escravo na várzea do São Gonçalo.

João Evangelista Vianna, proprietário.

João Simões Lopes, proprietário e dono de escravos.

João Vinhas, proprietário.

Joaquim de Sá Araujo, coronel.

Joaquim Francisco dos Santos, morador.

Joaquim José Affonso Alves, advogado, deputado provincial.

Joaquim José de Assumpção, proprietário e dono de escravos.

Joaquim Vieira da Cunha, proprietário.

José Antonio Moreira, negociante, & Leonidia Braga Gonçalves Moreira, sua esposa.

José Bernardo Alves, morador.

José da Costa Antiqueira, 2o. cadete do 6o. corpo dos Voluntários da Pátria.

José Maria Ribas, morador.

José Pereira Pinto, capitão do porto.

José Raphael de Mello Rego, major da guarnição de Pelotas.

José Vieira da Cunha, proprietário.

Luiz Anastacio de Soveral, dono de uma loja de fazendas.

Luiz Joaquim de Carvalho, escrivão do juizado de órfãos.

Luiz José de Campos, proprietário do jornal O Noticiador.

Luiza Maria Carolina Corrêa, dama da sociedade.

Maria Alcantara Gonçalves Corrêa, dama da sociedade.

Maria Carolina Corrêa, dama da sociedade.

Pedro Dias dos Santos, proprietário.

Pedro Rodrigues Barcellos, capitão do corpo de Voluntários da Pátria.

T. Antonio Lopes, preso.

Viscondessa de Jaguary, proprietária.

Wenceslau José Gomes, proprietário.

1867

Antero Leivas, boticário.

Antonio Antunes Fernandes da Cruz, dono de uma loja de mármores à rua de São Jerônimo.

Antonio de Freitas, tintureiro estabelecido à rua 24 de Outubro.

Antonio de Lima Caldeira, proprietário.

Antonio Francisco da Rocha, livreiro estabelecido à rua de São Miguel n.45.

Antonio Francisco dos Santos Abreu, morador.

Antonio Joaquim Pinto de Oliveira, morador.

Antonio José Dias Nunes, major; comandante da guarnição de Pelotas.

Bernardo Taveira Junior, professor de Português, Francês, Inglês e Latim.

Bruno Kost, alemão, negociante; vice-cônsul de Hamburgo em Pelotas.

Carlos Serres, fotógrafo.

Casimiro Antonio Pereira Marinho, morador.

Domingos Pinto França Mascarenhas, proprietário.

Felisberto Ignacio da Cunha, proprietário; era dono de escravos.

Felix Lourenço Rodrigues, comerciante.

Ferdinand Jantzen, alemão, dono de uma fábrica de seges estabelecido à rua Augusta n.84.

Fermino de Abreu, administrador da iluminação pública, morador à rua 24 de Outubro n.50.

Francisco Gonçalves de Campos, morador à rua Augusta n.33.

Francisco José das Neves, primeiro tabelião judicial e de atas.

Honorio Luiz da Silva, vereador.

Ignacio José de Mattos, representante e vendedor de máquinas para corrieiros, alfaiates, sapateiros e de costuras. Estabelecido à rua de São Miguel n.133B.

Jacintho I. Godinho, vereador.

João Rodrigues Saraiva, gerente da agência local do Banco Mauá.

Joaquim Ferreira Nunes, tipógrafo, proprietário do jornal O Commercio, cuja sede ficava na rua Yatay n.66.

Joaquim Marques de Oliveira, dono de um escriptorio de agencias à rua da Igreja n.70.

Joaquim Monteiro, proprietário.

Joaquim Teixeira de Carvalho, morador à rua Sete de Setembro n.59.

José Antonio dos Santos, fabricante de mármores funerários e epitáfios estabelecido à rua de São Jerônimo n.48.

José Francisco Vieira, dono de uma loja de picotes e panos.

José Jorge Carvalhal, juiz de órfãos.

Luiz Avila de Azevedo, comerciante estabelecido à rua da Palma n.89.

Luiz da Costa Lobão, português, morador muito antigo do logar.

Luiz Ignacio Pires, capitão reformado.

Manoel Lopes de Siqueira, dono de uma loja de objetos e peças musicais estabelecido à rua das Flores n.25.

Manoel Marques Neves Lobo, morador.

Manoel Pereira Soares, português, morador.

Miguel Pereira Simões, estancieiro.

Miguel Rodrigues Barcellos, médico.

Moura Magalhães, juiz municipal.

Octavia Levrero, dona de uma loja de roupas  femininas à rua das Flores n.86.

Romão Delfino da Costa, morador.

Vicente Ferreira da Costa Pinheiro, cônego, vigário geral de Pelotas.

1868

Albino Gomes Borges, proprietário.

Antonio Candido da Silva Job, guarda-livros e caixa da agência local do Banco Mauá.

Antonio Demenciano, argentino, morador.

Antonio Joaquim Caetano da Silva, proprietário.

Antonio Joaquim Dourado, comerciante, comanditário da firma Sá & Nunes (comércio de fazendas).

Antonio Joaquim Martins Corrêa, morador.

Augusto M. de Oliveira, dono de uma loja de fazendas e miudezas à rua Dezesseis de Julho n.10.

Augusto Vieira Braga & Josephina Amelia Braga, moradores.

Benjamin Cordeiro, diretor da Sociedade Phenix Pelotense.

Domingos de Souza Mursa, proprietário.

Ernesto A. Gerngross, redator do jornal Diario de Pelotas.

Ernesto de Albuquerque Diniz, escrivão interino da Mesa de Rendas Gerais.

Francisco Antonio Peixe, dono de um armazém nas imediações do Mercado Público.

Francisco Antunes Gomes da Costa, proprietário.

Francisco de Paula de Ferreira, proprietário.

Francisco Hernandes, uruguaio, morador.

Francisco Nunes de Souza, proprietário.

Gaspar Fernandes do Nascimento Junior, comerciante, sócio da firma Nascimento & Costa (comércio de fazendas e serviços de alfaiataria).

Henrique Kemp, inglês, dono da Nova Casa Ingleza (fazendas e miudezas) estabelecida à rua das Flores esquina rua da Palma.

Ignacio Guimarães, diretor da Sociedade Terpsychore.

Jacques Blum, francês, dono da Loja das Modas Parisienses estabelecida à rua das Flores n.51.

João Baptista Roux, francês, morador estabelecido à rua das Flores.

João Francisco da Costa, negociante.

João José de Abreu, professor público.

João Rodrigues Saraiva, proprietário.

Joaquim de Sá Oliveira, comerciante, sócio da firma Sá & Nunes (comércio de fazendas).

Joaquim José da Silva, proprietário.

José Antonio de Lima, capitão reformado.

José de Seixas, professor de História e Geografia; transferiu-se para Desterro/SC (Florianópolis) em 1869.

José Rodrigues Costa, comerciante, sócio da firma Nascimento & Costa (comércio de fazendas e serviços de alfaiataria).

José Vieira Pimenta, português, morador, benemérito da Santa Casa de Misericórdia.

Juvencio A. Menezes Paredes, redator do jornal Diario de Pelotas.

Lafayete da Silva Maia, proprietário.

Lourenço Grafulha, diretor da Sociedade Terpsychore (dado de 1868)sócio da firma Leon, Garaycoechea & Cia. (comércio de molhados e fazendas) (dado de 1869).

Luiz Lopes Nunes, comerciante, sócio da firma Sá & Nunes (comércio de fazendas).

Manoel Luiz da Cunha, subdelegado de polícia na Costa do Pelotas.

Manoel Martins Nogueira, morador.

Manoel Pedro de Toledo, proprietário.

Paulino Teixeira da Costa Leite, proprietário.

Pedro Bernardino de Moura, proprietário.

Pedro Dias dos Santos, proprietário.

Ponciano Gomes de Lemos, proprietário.

Salvador Aleixo Duarte, proprietário.

Saturnino Epaminondas de Arruda, proprietário; advogado.

Scipião José de Souza, proprietário.

Sebastião Carvalho, negociante.

Serafim José Rodrigues de Araujo, proprietário.

Tiberio Marques da Fonseca, português, ourives; era irmão de Manoel Marques da Fonseca, morador na Coxilha do Fogo, Canguçu.

Urbano Martins Garcia, corretor de terrenos na zona rural.

Visconde de Piratiny, proprietário.

Zeferino Antonio da Luz, cabo de cavalaria da Guarda Nacional.

Zeferino Sevéro, uruguaio, morador.

1869

André Reichert, flautista.

Antonio Alves da Conceição, sócio da firma A.A. da Conceição & Cia. (comércio de couros preparados).

Antonio Francisco da Rocha, sócio da firma A.A. da Conceição & Cia. (comércio de couros preparados).

Antonio Reverbel, morador.

Benito Maurel, comerciante, sócio-principal da firma Benito Maurel & Hijos.

Boaventura Barcellos, comerciante, sócio da firma Nicanor Galigniana & Cia. (comércio de fazendas por atacado e varejo).

Christobal de Leon, uruguaio, sócio da firma Leon, Garaycoechea & Cia. (comércio de molhados e fazendas).

D. Barouch, imigrante (nacionalidade não-informada), comerciante, esteve em Pelotas desde 1866, e transferiu-se para Buenos Aires em 1869.

Domingos Martins da Silveira, leiloeiro.

Estevão Garaycoechea, uruguaio, sócio da firma Leon, Garaycoechea & Cia. (comércio de molhados e fazendas).

Frederico Casaré, francês, 30 anos, sapateiro; tinha ambos os pais morando em Jaguarão.

Felix Antonio Gonçalves, comerciante, comanditário  da firma Joaquim Fernandes Cunha & Cia. (comércio de vidros, espelhos, quadros e objetos análogos).

Ildefonso Simões Lopes, proprietário.

Joaquim Augusto da Assumpção, proprietário; era dono de escravos.

Joaquim Fernandes Cunha, comerciante, sócio-principal  da firma Joaquim Fernandes Cunha & Cia. (comércio de vidros, espelhos, quadros e objetos análogos).

Joaquim José Guimarães, morador antigo do logar.

Joaquina Ignacia de Godoy, moradora.

José Ferreira Ribeiro Guimarães, morador.

Lydia Fróes Nunes, proprietária e redatora do Jornal das Senhoras.

Manoel Correa Dantas, dono e patrão de um lanchão para transporte de lenha.

Manoel Jacintho Osorio, tenente-coronel, veterano da Guerra do Paraguay, tendo atuado na Batalha de Lomas Valentinas; proprietário. Esposa: Maria da Gloria Osorio.

Maria Leonor de Leon, uruguaia, sócia da firma Leon, Garaycoechea & Cia. (comércio de molhados e fazendas).

Nicanor Galigniana, italiano, comerciante, sócio da firma Nicanor Galigniana & Cia. (comércio de fazendas por atacado e varejo).

Pedro José Pinto de Serqueira, comerciante.

Vicencia Joaquina Soares, proprietária.

Vicente José Maia, proprietário.

Zeferino José Soares, morador.



Sobrenome Portocarreiro


"PORTOCARREIRO - Sobrenome português. Indaga-se se é de origem espanhola ou portuguesa. 

A linhagem dos Portocarrero procede de Portugal, julgado de Portocarreiro, junto a Guimarães, de Martim Fernandez Portocarrero, Senhor de Palma e alcaide e governador do Castelo de Tarifa, conforme os estudos de Salazar."

Fonte: FOLHA DE HOJE (Caxias do Sul/RS), 03 de Dezembro de 1993, pág. 12

Sobrenome Lapas


"LAPAS - Sobrenome português toponímico, isto é, nome de lugar. Significam 'as covas nas encostas ou ladeiras dos montes'. É nome de freguesia no Concelho de Torres Novas, Santarém, Portugal. É antiga povoação mourisca."

Fonte: FOLHA DE HOJE (Caxias do Sul/RS), 05 de Junho de 1993, pág. 03

Sobrenome Cavaco


"CAVACO - Primitivamente alcunha. O mesmo que maravalhas, estilhaço de madeira tirada do tronco a enxó ou machado. Também significa conversação amigável, bate-papo. Por outro lado, designa uma espécie de peixe."

Fonte: FOLHA DE HOJE (Caxias do Sul/RS), 13 de Junho de 1991, pág. 02

Augusto Gonçalves da Cunha


"Registro mortuario

No Rio Grande falleceu o cidadão Augusto Gonçalves da Cunha, de profissão typographo.

O finado pertencia á sociedade beneficente Protectora das Classes Laboriosas, a expensas da qual foi feito o enterro."

Fonte: A FEDERAÇÃO (Porto Alegre/RS), 22 de Setembro de 1891, pág. 01, col. 04

segunda-feira, 22 de junho de 2020

Moradores de Pelotas entre 1861 e 1864


Distante de ser um recenseamento completo dos moradores de Pelotas no período, nosso esforço foi o de, através de consulta aos jornais da época disponíveis na web, listar o quanto fosse possível de nomes relacionados à cidade, bem como inserindo as informações adjuntas que encontramos. Todavia, na maior parte dos casos, encontramos somente os nomes. De forma geral, quando usamos a denominação "morador" queremos dizer literalmente isso: apenas constatamos que o indivíduo citado viveu em Pelotas, mas não encontramos mais dados sobre sua ocupação, nacionalidade ou outros. A propósito, quando listamos "Fulano de Tal & Fulana de Tal", justamente com o uso do "&" queremos dizer que os indivíduos são casados. Esperamos contribuir de alguma forma para pesquisas genealógicas e historiográficas, mesmo que de modo muito modesto. Obs.: respeitamos a grafia encontrada na época.

Periódicos consultados para este período: O Brado do Sul (Pelotas/RS), Echo do Sul (Rio Grande/RS); A Estrella do Sul (Porto Alegre/RS); Cruzeiro do Sul (Rio Grande/RS); Correio Mercantil (Rio de Janeiro/RJ); Diário do Rio de Janeiro (Rio de Janeiro/RJ); Jornal da Victoria (Vitória/ES); Diario de Pernambuco (Recife/PE); Relatorios dos Presidentes das Províncias Brasileiras.


1861

Alexandre Vieira da Cunha, delegado de polícia.

André de Sandy, espanhol, morador.

Anna Loureiro de Castro, proprietária.

Antonio José da Silva Braga, boticário.

Antonio José d'Oliveira Paredes, escrivão da Mesa de Rendas Gerais.

Antonio José Fontes, negociante; transferiu-se para o Rio de Janeiro em setembro de 1861.

Antonio José Rodrigues Pereira, diretor do Collegio União.

Antonio Narciso, soldado do corpo policial.

Apolinario Araut, morador.

Bartholomeu Rodrigues Barcellos, morador.

Candido Alves Pereira, morador.

Candido Antonio Xavier, morador.

Carlos Malvalde, dono de um depósito de joias. 

Charles Rogier, belga, administrador de uma companhia de transporte fluvial.

Christovão Carbonel, agente comercial.

Francisca de Paula da Conceição, proprietário; era dona de escravos.

Francisco José da Costa Ferreira, negociante.

Francisco Luiz Ribeiro, português, Vice-cônsul de Portugal.

Frederico Miller Almon, alemão, morador.

Jacintho Ignacio Godinho, morador.

João Baptista de Figueiredo Mascarenhas, médico.

João Benzon, inglês, professor de Língua Inglesa no Collegio União; também professor particular do idioma.

João Cypriano, escravo de Machado Belchior.

João de Sá, morador à rua das Fontes.

João Jacintho de Mendonça, proprietário.

João Manoel Fontes, negociante; dono de uma loja de vestidos, modas e fazendas.

João Resende, morador à rua dos Canários.

João Simões Lopes, charqueador.

João Williems Sandert, alemão, dono de uma tascasita à rua da Quitanda.

Joaquim Antonio de Oliveira, português, dono de uma loja de chapéus.

Joaquim de Souza Gomes, comerciante.

Joaquim José Affonso Alves, proprietário; era dono de escravos.

José Barboza da Silva Lisboa, morador, natural da Bahia.

José Dias da Fonseca Monteiro, português, morador.

Leonida Angelica Braga Ribas, proprietária.

Luiz Brandão, dono de uma loja de fazendas à rua de São Miguel.

Luiz Herbst, pintor retratista e de epitáfios.

Luiz Maria Corrêa Brandão, morador.

Machado Belchior, proprietário, era dono de escravos.

Manoel José de Oliveira, morador.

Manoel Rodrigues de Oliveira, morador.

Paulo Francisco Nogueira, morador.

Pedro Dias dos Santos, comerciante de produtos de couraria.

Ricardo Hubrig, alemão, dono de um armazém à rua da Igreja.

Salvador Pinheiro Xavier, português, morador na zona do Porto.

Santos Junior, alfaiate estabelecido à rua Sete de Setembro n.60.

Seraphim dos Anjos, militar.

Thomaz José de Campos, proprietário.

Thomaz Nicoláo, morador.

1862

Anna Julia da Silva, moradora, mãe de Marianno Julio Sentena.

Antonio Ferreira Garcez, juiz de órfãos.

Antonio Francisco de Souza Tavares, comerciante, sócio da firma Souza Tavares & Aldêa.

Antonio Joaquim Dourado, comerciante, sócio da firma Amarante & Dourado (ferragens).

Antonio José de Oliveira Castro, proprietário.

Antonio José Gonçalves Chaves, charqueador.

Antonio José Rodrigues Leitão, proprietário.

Antonio José Teixeira, charqueador.

Carlo Bianchi, francês [sic], morador.

Carlos Luiz Bonny, morador.

Celestino José Gomes, morador.

Domingos Antonio Felix da Costa, proprietário.

Domingos da Costa e Silva, morador, era procedente do Ceará.

Domingos Gonçalves de Mattos, morador.

Francisco Antonio Pereira da Rocha, administrador de uma charqueada.

Francisco José da Costa Guimarães, morador.

Francisco José Ribeiro Guimarães, morador.

Francisco Luiz Ribeiro, proprietário.

Francisco Manoel de Passos, morador.

Gaspar Fernandes do Nascimento, alfaiate.

Gaspar Fernandes do Nascimento Junior, alfaiate.

Guiomar Martins da Silveira, proprietária.

Henrique Bernardino Marques Canarim, juiz do comércio, juiz municipal e delegado de polícia.

Henrique Miguel Maria Pontes, capataz da charqueada de Antonio José Teixeira.

Hyppolito de Araujo Castro Ramalho, proprietário; 2o. partidor do juizado municipal.

Israel Rodrigues de Carvalho, 2o. tabelião da cidade.

Jacintho Antonio Lopes, charqueador.

João Augusto Penedo, boticário, fabricante do Xarope Vegetal de Penedo.

João Baptista Domingues, padre.

João Ferreira Pinto de Souza, morador.

João Maria Chaves, proprietário.

Joaquim Antonio de Carvalho Amarante, comerciante, sócio da firma Amarante & Dourado (ferragens).

Joaquim Guilherme da Costa, morador.

Joaquim Vieira da Cunha, proprietário.

José Antonio Moreira, proprietário.

José Antonio Pimenta, proprietário.

José da Costa Siqueira, escrivão da Vara Judicial.

José Estevão Victor Aldêa, comerciante, sócio da firma Souza Tavares & Aldêa.

José Ferreira Ribeiro Guimarães, português, dono de um comércio de secos e molhados.

José Machado, morador na zona da Luz.

Julio Victor Peixoto, morador.

Luiz Vinholo, morador.

Manoel da Silva Santos, dono de um comércio de fazendas secas e outras mercadorias.

Manoel Garcia Gil Pimentel, bacharel.

Manoel José de Oliveira, proprietário.

Manoel José Mascarenhas, morador.

Manoel Pereira Bastos, tenente, subdelegado de polícia.

Manoel Ribeiro da Silva, morador.

Margarida Coelho Salles, moradora.

Maria Ignacia da Silveira, proprietária, era dona de escravos.

Maria Pinheiro da Silva, moradora, mãe do alferes José Ignacio Pinheiro, do Batalhão de Caçadores de Goiás.

Marianno Julio Sentena, morador, filho de Anna Julia da Silva.

Mauricio Lehmann, alemão, morador.

Nabor Delphim Pereira, capitão da Guarda Nacional, empresário de uma companhia dramática organizada em Pelotas (cf. Correio Mercantil, 21 de Outubro de 1862, pág. 01, col. 04)

Paulino Teixeira da Costa Leite, português, dono de um comércio de fazendas secas.

Rangel José de Castro, major da Guarda Nacional.

Remy Abadie, morador.

Rodrigo Luciano Lopes, morador.

Sarmat Laurent du Bosquet, francês, preso.

Simão Stelita da Cunha, prestador do serviço de iluminação pública.

Wencesláo José Gomes, morador.

1863

Adriano José de Mello, dono de uma diligência entre Pelotas e Bagé.

Amaro da Silveira, proprietário.

Anastacio Nunes, uruguaio, morador.

Antonio Lopes Rios, português, dono de um comércio de fazendas a varejo e atacado.

Barão de Piratiny, proprietário.

Bento Manoel da Fonseca, dono de um comércio de molhados e outros artigos.

Celestino San Juan, uruguaio, sócio da firma Montano & San Juan (comércio de molhados).

Evaristo Juliano de Sá, corretor de mercadorias.

Francisco Antunes Gomes da Costa, fazendeiro.

Francisca da Silva Monteiro, comerciante, sócia da firma Viuva Granja & Cia. (fazendas).

Francisca de Mello Granja, comerciante, sócia da firma Viuva Granja & Cia. (fazendas).

João Francisco Ramos, morador.

João Pinto Ribeiro, morador.

José Vicente da Maia, morador, filho de Vicente José da Maia.

Manoel Montano, uruguaio, sócio da firma Montano & San Juan (comércio de molhados).

Manoel Montano Filho, sócio da firma Montano & San Juan (comércio de molhados).

Miguel Rodrigues Barcellos, proprietário.

Sebastião Xavier de Carvalho, brigadeiro.

Vicente José da Maia, morador, pai de José Vicente da Maia.

1864

Antonio Moreira de Souza Meirelles, negociante.

Candida Ignez, presa.

Custodio Gonçalves Belchior, charqueador.

Domingos Rodrigues Cordeiro, comerciante.

Francisco Alsina, comerciante, sócio da firma Portella & Alsina (loja de fazendas).

Francisco Rodrigues Candiota, morador.

Gabriel José Portella, comerciante, sócio da firma Portella & Alsina (loja de fazendas).

Henrique Carlos de Moraes, comerciante.

Henrique de Souza Gomes, comerciante, sócio da firma Souza Gomes & Cia. (fazendas, ferragens e armarinho).

Honorio Joaquim da Silva Leal, morador.

Honorio Luiz da SIlva, dono de uma graxeira.

Isidoro Lambert, comerciante.

João Baptista Lazary, comerciante estabelecido na Picada da Cadêa.

João Ferreira de Azevedo, comerciante, sócio da firma Ferreira & Nunes (louças, cristais e miudezas).

João Francisco Ramirez, chileno, morador.

João Marques Braga, dono de uma casa de negócio à rua dos Coqueiros.

Joaquim de Souza Gomes, representante de produtos farmacêuticos.

Joaquim Ferreira dos Santos Guimarães, português, comerciante.

Joaquim Lourenço de Souza Lobo, ex-escrivão da Mesa de Rendas de Porto Alegre, porém domiciliado em Pelotas.

José Luiz da Silva Novaes, 27 anos, capataz da graxeira de Honorio Luiz da Silva.

José Pedro Muniz Galvão, morador.

Manoel Joaquim de Castro e Silva, comerciante, sócio da firma Souza Gomes & Cia. (fazendas, ferragens e armarinho).

Manuel Acosta, morador.

Pedro Marques de Alcantara, agente de leilões.

Vasco Soares Nunes, comerciante, sócio da firma Ferreira & Nunes (louças, cristais e miudezas).


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