sexta-feira, 8 de janeiro de 2021

Famílias nobres da Espanha - Parte 29



Livre adaptação das obra:  PIFERRER, Francisco. Nobiliario de los Reynos y Señorios de España, Tomo II. Madrid: La Redaccion, 1858.

Fontes consultadas para adições: https://es.wikipedia.org/wiki/Wikipedia:Portada
https://pt.wikipedia.org/wiki/Wikip%C3%A9dia:P%C3%A1gina_principal

561. Luna

Esta outra linhagem dos Luna começa com Raimundo de Luna, também da corte de Jaime I de Aragão (reinado de 1213 a 1276), que participou da campanha de conquista de Valência.

562. Luquin

A linhagem inicia-se com Juan (ou Jean) Luquin, descendente da família dos Condes de Malta, e procedente do Ducado de Anjou, na França. Passou à Península Ibérica em função de uma perseguição que sua família sofria no reino vizinho. Foi condecorado por Jaime I de Aragão (reinado de 1213 a 1276) com um título fidalgal e terras por ter contribuído na conquista de Valência.

563. Madroño

A linhagem tem origem em Antonio Madroño, militar do exército de Jaime I de Aragão (reinado de 1213 a 1276), que participou da campanha de conquista de Orihuela.

564. Malet ou Mallet

A linhagem ibérica começa com Guillermo (ou Guillaume) de Malet, comandante de uma tropa de soldados do Languedoc, enviada em auxílio a Jaime I de Aragão (reinado de 1213 a 1276), por ordem de Luís IX da França (reinado de 1226 a 1270). No exército de Aragão, Guillermo de Malet adquiriu alta patente militar e terminou por se assentar no sul da península.

565. Malferit

A linhagem tem origem em Pedro Malferit, fidalgo do Principado da Catalunha no século XI. Nas proximidades de Urgel, na Catalunha, há a localidade e o solar de Malferit. Em 1239, uma importante ramal desta primeva linha estabeleceu-se nas Ilhas Baleares.

566. Marc

A linhagem tem origem em Jaime Marc, guerreiro do exército de Jaime I de Aragão (de 1213 a 1276), que participou das campanhas de Reconquista no sul da península.

567. Marcilla

A linhagem tem origem em Fermín Marcilla, infanção navarro descendente de Garcés de Marcilla, que se destacou nas campanhas de Reconquista de Jaime I de Aragão (reinado de 1213 a 1276).

568. Sojo

A linhagem tem origem no antigo Reino de Navarra.

569. Arrieta

A linhagem tem origem no antigo Reino de Navarra.

570. Astuni

A linhagem tem origem no antigo Reino de Navarra.

571. Ezperun

A linhagem tem origem no antigo Reino de Navarra.

572. Berri

A linhagem tem origem no antigo Reino de Navarra.

573. Navaz

A linhagem tem origem no antigo Reino de Navarra.

574. Undiano

A linhagem tem origem no antigo Reino de Navarra.

575. Fenestrosa

A linhagem procede da merindade de Castrojeriz, na província de Burgos, em Castela, onde foi também seu primitivo solar.

576. Carcamo

A linhagem tem origem no antigo senhorio de Quincoces de Yuso, em Castela onde foi estabelecida sua casa solarenga.

577. Urbina

A linhagem tem origem na Andaluzia.

578. Corcuera

A linhagem tem origem na Andaluzia.

579. Meneses

A linhagem tem início com Tello Pero de Meneses, fidalgo da corte de Dom Dinis de Portugal (reinado de 1279 a 1325), que participou das campanhas de Reconquista dos reinos de Castela e Aragão no sul da península.

580. Barroso

A linhagem tem início em Pedro Gomez Barroso, cavaleiro galego que participou da conquista de Sevilha e estabeleceu-se na Andaluzia na época de Fernando III de Castela (reinado de 1217 a 1252).

Carolina Ahrends Golland



"Falleceu hoje, repentinamente, a exma. sra. d. Carolina Ahrends Golland, esposa do sr. Augusto Golland e sogra do negociante d'esta praça sr. Cunha Trindade.

A finada gozou sempre em nossa sociedade do respeito e consideração que merecia pelas suas relevantes virtudes.

Pesames á familia da morta.

- A encommendação effectúa-se amanhã, ás 8 horas, na igreja do Rosario, saindo o feretro, ás 7 1/2, da rua dos Andradas n. 211."

Fonte: A FEDERAÇÃO (Porto Alegre/RS), 21 de Janeiro de 1893, pág. 02, col. 04

quinta-feira, 7 de janeiro de 2021

Famílias nobres da Espanha - Parte 28



Livre adaptação das obras: PIFERRER, Francisco. Nobiliario de los Reynos y Señorios de España. Madrid: La Redaccion, 1857. PIFERRER, Francisco. Nobiliario de los Reynos y Señorios de España, Tomo II. Madrid: La Redaccion, 1858.

Fontes consultadas para adições: https://es.wikipedia.org/wiki/Wikipedia:Portada
https://pt.wikipedia.org/wiki/Wikip%C3%A9dia:P%C3%A1gina_principal

541. Roldan

A linhagem tem origem no século XIII com o casamento do príncipe mouro de Mallorca, cristianizado e educado na corte de Jaime I de Aragão (reinado de 1213 a 1276), casado com Eva Roldan, filha de Martín Roldan. Esta linhagem foi estabelecida primitivamente na Múrcia.

542. Salar ou Salad

A linhagem murciana começa com Juan Salad, regedor da cidade de Murcia entre os anos de 1407 e 1418. Uma ramal passou à Castela durante o século XVI. Os Salar da Múrcia são entroncados com as casas de Blasco, Cascales, Bienvegud e Sandoval, dentre outras.

543. Serra

A linhagem tem origem numa família homônima de Gênova, Itália, que se estabeleceu na Múrcia no século XIV.

544. Tizon

A linhagem tem origem em Pedro Tizon de Quadrey, rico-homem da corte de Ramiro II de Aragão (reinado de 1134 a 1157), que exerceu também o cargo de procurador-geral.

545. Tocon ou Tacon

A linhagem tem origem em Sancho Ibañez, apelidado de Tocon ou Tacon, fidalgo de Ávila, em Castela, no final do século XI.

546. Tenza

A linhagem tem origem em Aragão e é resultado de uma contração do nome de família Entenza. Os Tenza constituem a ramal que se estabeleceu na Múrcia.

547. Mergelina

A linhagem origina-se de Tudela de Navarra, onde foi construído seu primitivo solar. Ramais deste tronco familiar estenderam-se ao sul da Península nas campanhas militares do século XIII, dentre elas, as conquistas de Valência, Villena e Múrcia.

548. Perea

A linhagem começa com Lope Sanchez de Perea, filho de Ortún Sanz de Salcedo, 6o. senhor de Ayala.

549. Tomás

Linhagem da nobreza de Aragão, com ramais destacadas em Múrcia, Lorca, Cartagena e Orihuela.

550. Tudela

Nome de família muito arraigado em toda a Península Ibérica, sendo um toponímico da cidade homônima, que foi muito importante no Reino de Navarra na Idade Média. Existem ramais em todas as regiões meridionais, dado vários fidalgos desta alcunha terem participado ativamente das campanhas de Reconquista nos séculos XII e XIII.

551. Rosique

A linhagem tem origem na cidade de Cartagena, na Múrcia.

552. Valibrera

A linhagem tem origem em Guillén de Valibrera, cuja família procedia da França e havia migrado à península nas campanhas de Reconquista do século XIII. Por serviços prestados ao rei Afonso X de Castela (reinado de 1252 a 1284), recebeu um feudo na região da Múrcia.

553. Valdés

A primitiva casa solarenga desta alcunha é originária das Astúrias, sendo muito antiga. A linhagem murciana começa com Hernando de Valdés, no século XIV.

554. Lobera

A linhagem tem origem em Guillermo Lobera, combatente nas conquistas de Valência e Mallorca, a serviço de Jaime I de Aragão (reinado de 1213 a 1276).

555. Lopez

No caso desta linhagem de Lopez, ela procede de Diego Lopez, perito militar e fidalgo da corte de Jaime I de Aragão (reinado de 1213 a 1276). Seu primitivo solar foi em Consuegra, em Castela-La Mancha.

556. Loris, Loriz ou Lloris

A linhagem procede de Bernardo Loris, rico-homem da corte de Aragão, que participou da conquista de Valência no reinado de Jaime I (de 1213 a 1276).

557. Loro

A linhagem tem origem em Pedro de Loro, fidalgo inglês que passou à Península Ibérica nas campanhas de Reconquista de Jaime I de Aragão (reinado de 1213 a 1276), tendo participado das tomadas de Puix e Valência. Por seus préstimos, recebeu várias glebas senhoriais em Albalat.

558. Lucerga

A linhagem tem origem em Enrique de Lucerga, natural de Balmaseda, no Senhorio de Biscaia, que participou das campanhas de conquista de Valência, no reinado de Jaime I de Aragão (de 1213 a 1276). Foi agraciado com terras em Orihuela.

559. Lucian ou Llucia

A linhagem tem origem em Gimeno Lucian, nobre aragonês, da corte de Jaime I de Aragão (reinado de 1213 a 1276), tendo se destacado na tomada da fortaleza de Puix.

560. Luna

Esta linhagem dos Luna procede de Artal de Luna, capitão do exército da corte de Jaime I de Aragão (reinado de 1213 a 1276).


Hilario Pinto Ribas


"Registro mortuario

Já não existe o nosso co-religionario Hilario Pinto Ribas, cidadão muitissimo estimado na localidade onde residia.

O distincto republicano falleceu em S. Martinho, no dia 11 do corrente, deixando viuva e filhos na mais triste orphandade.

Á desolada familia do morto as nossas condolencias."

Fonte: A FEDERAÇÃO (Porto Alegre/RS), 21 de Janeiro de 1893, pág. 02, col. 04

terça-feira, 5 de janeiro de 2021

Maria Helena Vargas


Maria Helena Vargas da Silveira, conhecida como Helena do Sul, foi uma escritora pelotense. Brava mulher guerreira, militante das causas negras. 

Estreou com o romance ‘É Fogo’, em 1987. Publicou contos, crônicas, poemas e romances. A marca de sua obra é a denúncia do preconceito racial na sociedade brasileira. A partir de ‘Odara – Fantasia e Realidade’ (1993), passou a integrar palavras da língua iorubá em seus textos. 

‘Não me seduz apenas escrever sobre o universo da população negra, sem que eu tenha algum tipo de envolvimento, além de mim mesma, pois gosto de me envolver com a Negrada, fazendo algo que eu acredite que tenha valor para a comunidade, principalmente atividades ligadas à área educacional’. 

Assim era a Helena do Sul, uma ‘Obá Contemporânea’, uma guerreira que não cansava a luta e seguia... de memória lúcida e sanidade total. 

Sua obra individual, mostra obras como: ‘É Fogo’. Porto Alegre: Grupo Editorial Rainha Ginga, 1987. ‘Meu Nome Pessoa – Três Momento de Poesia’. Porto Alegre: Grupo Editorial Rainha Ginga, 1989. ‘O Sol de Fevereiro’. Porto Alegre: Grupo Editorial Rainha Ginga, 1991. ‘Odara – Fantasia e Realidade’. Porto Alegre: Grupo Editorial Rainha Ginga, 1993. ‘Negrada’. Porto Alegre: Grupo Editorial Rainha Ginga, 1994. ‘Tipuana’. Porto Alegre: Grupo Editorial Rainha Ginga, 1997. ‘O Encontro’. Porto Alegre: Grupo Editorial Rainha Ginga, 2000. ‘As filhas das lavadeiras’. Porto Alegre: Grupo Editorial Rainha Ginga, 2002. 

Nas Antologias: ‘O Bacião e Jacuba. Nós, os Afro-gaúchos’ (vários autores). Porto Alegre: Editora da UFRGS, (s/d). ‘Nós. Uma Visão do Mundo Negro Hoje’ (vários autores). Porto Alegre: Câmara Legislativa de Porto Alegre, (s/d). ‘A Lágrima’ (poema). Roda de Poesia (vários autores). Porto Alegre: Editorial Grupo Semba, (s/d). 

Na área da não ficção: ‘Questões de Negro e Espaço de Realizações. Educação, Etnias e Combate Ao Racismo: Cadernos da Educação da Comissão de Educação da Câmara Federal de Deputados’. Distrito Federal, s/d. ‘Jovens Negros’ em São Paulo. Revista Palmares, no. 4, Fundação Cultural Palmares, Brasília/DF, 2000. 

Helena do Sul, nascera em Pelotas, em 1940, e veio a falecer em Brasília, aos 24 de janeiro de 2009, deixando imensa saudade por tudo o que representava para comunidade negra em todo o Brasil.

Fonte: Ícones Inesquecíveis. Pelotas/RS: Conselho da Comunidade Negra/Prefeitura de Pelotas, 2019. (folder de divulgação cultural)

segunda-feira, 4 de janeiro de 2021

Origem da família Abranches


A família tem origem em Dom Álvaro Vaz de Almada, fidalgo que prestou serviços ao rei da França e, por isso, recebeu o condado de Abranches - nome de uma cidade na Normandia Inferior. A família está entroncada com a linhagem dos condes de Almada.

Fontes adaptadas:

SANCHES DE BAENA, Visconde de (Augusto Romano Sanches de Baena e Farinha de Almeida). Archivo Heraldico-Genealogico, volumes 1 e 2Lisboa: Typographia Universal de Thomaz Quintino Antunes, 1872.

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