terça-feira, 2 de julho de 2019

Comemorações de Carnaval no Rio Grande do Sul - 1903


"Club do Menino Deus

Essa associação pretende levar a effeito este anno festejos carnavalescos no arrabalde que lhe deu o nome e para esse fim já está se preparando convenientemente.

Todas as tardes e noites faz-se ouvir na séde da associação, ruidoso Zé-Pereira."

(coluna 02)

"Segundo ouvimos, as pessoas que se acham actualmente veraneando no arrabalde da Tristesa pretendem solemnisar, este anno, o carnaval."

(coluna 03)

Fonte: A FEDERAÇÃO (Porto Alegre/RS), 10 de Janeiro de 1903, pág. 02

"Club de Menino Deus

Como já noticiámos, essa associação que tem sua séde no arrabalde do mesmo nome, prepara-se para ali festejar este anno o carnaval.

Amanhã, ao escurecer, o club irá, encorporado e precedido de uma banda de musica, receber na praia o Carnaval, fazendo depois um passeio até a séde da associação, á rua Trese de Maio.

Domingo, á tarde, haverá batalha de flores e terça-feira realisar-se-á um baile á fantasia, nos salões do club.

Agradecemos ao convite que nos foi dirigido."

Fonte: A FEDERAÇÃO (Porto Alegre/RS), 20 de Fevereiro de 1903, pág. 02, col. 08

"(...)

Grupo dos pierrots

Esse grupo, constituído de desoito figuras componentes de bem organisada orchestra, tomará tambem parte nos festejos carnavalescos, percorrendo as ruas principaes nos tres dias.

Segunda-feira, como acima dissemos, irá elle ao Parque da Exposição; visitando também a imprensa, auctoridades e casas de familia.

Na Tristesa

No arrabalde da Tristesa, onde ha um grande numero de familias desta capital veraneando, foi organisado um club carnavalesco, que tomou a denominação de Club Lambary e festejará ali o carnaval.

Para os festejos reina grande enthusiasmo, tendo sido organisado o programa seguinte:

Ás 5 horas da tarde de amanhã, reunir-se-ão, no salão Cosmopolita, as pessoas fantasiadas e depois, precedidas de uma banda de musica da Brigada Militar e Zé Pereira, farão um passeio burlesco até a estação da estrada de ferro municipal.

Á noite, terá logar, no referido salão, um baile á fantasia, para o qual ha muita animação.

A intendencia municipal fará correr um trem extraordinario, que partirá da Tristesa, para a cidade ás 7 horas da manhã, no qual poderão regressar as pessoas que daqui tiverem ido assistir aos festejos.

Terça-feira, realisar-se-ão outros, com baile, etc.

(...)"

Fonte: A FEDERAÇÃO (Porto Alegre/RS), 21 de Fevereiro de 1903, pág. 02, col. 01

"A Sociedade B. Caxiense, dá hoje seu 3o. baile.

Nota-se grande animação.

Já que o carnaval morreu, que venha o baile substituil-o."

Fonte: O COSMOPOLITA (Caxias do Sul/RS), 22 de Fevereiro de 1903, pág. 03, col. 03

"Em Canoas

Tambem em Canoas tem sido festejado o carnaval, começando por um baile, sabbado, na pensão Bascou, e proseguindo hontem".

Fonte:  A FEDERAÇÃO (Porto Alegre/RS), 23 de Fevereiro de 1903, pág. 02, col. 03

"Passaria completamente despercebido o carnaval este anno em Caxias se não fosse realisado um pomposo baile pela Sociedade Bailante Caxiense em a noute de 23 do passado, onde a concorrencia e animação foi enormissima, prolongando-se até as trez horas da madrugada sempre na maior harmonia e contentamento.

Na noute seguinte houve dois bailes um feito pelos caixeiros viajantes realisado em o salão do bonito edificio pertencente ao Sr. A. Chitolina, o outro feito por iniciativa de alguns jovens teve logar no chalet recentemente construido e pertencente a D. Rubelia Pinto.

Ambos deixaram indeleveis recordações."

Fonte: O COSMOPOLITA (Caxias do Sul/RS), 01 de Março de 1903, pág. 02, col. 04




segunda-feira, 1 de julho de 2019

Dom Pedro II em Pelotas em 1865


"S.M. o Imperador e SS. AA. os srs Conde d'Eu e Duque de Saxe partirão de Pelotas a 27, para Porto-Alegre, no vapor S. Miguel. A tal respeito, no Commercial se lê o seguinte:

'S.M. o Imperador, Suas Altezas e comitiva chegárão a 24, pelas 2 horas da tarde, ao Sangradouro; ao passar por Santa Izabel derão fundo os vapores de guerra que transportavão o sequito imperial, desembarcando S. Magestade e mais pessoas que o acompanhavão naquelle freguezia, sendo ahi enthusiasticamente recebido pelo povo, á frente do qual vinha grande numero de senhoras primorosamente vestidas e sob as impressões mais agradaveis de vivas, musica e foguetes, se dirigio á igreja, e após disso foi offerecido a S.M. o Imperador um excellente copo d'agua, que S.M. o Imperador se dignou agradecer, embarcando uma hora depois para Pelotas, onde chegou ás 7 horas da noite.

'S.M. o Imperador foi recebido nesta cidade com o maior enthusiasmo que é possivel imaginar, no porto de desembarque, além das autoridades e povo que o esperavão, estavão as senhoras mais gradas do lugar, e seguindo S.M. a pé até a cidade, encontrou esta primorosamente illuminada, sobresahindo a praça do mercado e theatro.

'O povo em massa não deixou durante a noite as ruas, bandas de musicca e um sem numero de foguetes abrilhantárão durante a noite a recepção de S.M. o Imperador.

'No dia 27 deve S.M. o Imperador seguir para a capital da província, onde se demorará de 3 a 4 dias, vindo depois para essa cidade.

'S.A. o Sr. Conde d'Eu chegou alguma cousa incommodado, porém sem que inspire cuidado."

Fonte: DIARIO DE SÃO PAULO (SP), 10 de Novembro de 1865, pág. 01, col. 02

domingo, 30 de junho de 2019

O Rio Grande do Sul na Idade do Couro


"Que produtos exportou, nessa 'idade do couro', o Rio Grande do Sul? A primeira notícia, que se tem, de atividade lucrativa aqui exercida, refere-se à extração e comercialização de couros. Entre os fundadores contam-se muitos coureadores, gente que se espalhava pela Campanha à caça do gado alçado. Formavam uma classe. Logo depois, vieram os cereais, plantados em pequenos lotes, denominados 'chãos', a uva (de que três anos depois já se fazia consumo no porto de Rio Grande), etc. Foi tão intensa a extração de couros, e tão desordenada, que o governador André Ribeiro Coutinho, sucessor de Silva Pais, baixou o 'Regimento da Courama', para vigorar em todo o território gaúcho a partir de junho de 1739, muito cedo, portanto. De resto, sobre tal produto recaía o imposto do quinto, de modo que interessava vivamente ao governador regular as coisas a fim de não haver desperdício de tão preciosa matéria-prima. Precioso, sim. À falta de melhor material, usava-se o couro na confecção de vários utensílios, na cobertura e como parede dos ranchos e casas, na confecção de vestimentas, nas botas, numa infinidade de outras coisas essenciais. Compreende-se, por isso, a minúcia com que Coutinho definiu obrigações, regulou o transporte, a conservação e a guarda dos couros, cominando penas aos infratores e procurando sempre adequar tudo aos interesses da Provedoria Real e bem-estar da população em germe.

Por esse Regimento, vê-se também que havia, então, matança de gado em diversos pontos do território: Estreito, Porto, Taim, Albardão, São Miguel, estâncias reais de Torotama e Bojuru e, em todos, a cobrança do imposto era de preceito. Uma vasta área, contudo, escapava à fiscalização. Aventureiros sem rei nem roque, - gente andeja, resultante do acasalamento em várias etnias, entre as quais predominava o aborígine, - percorriam livremente a Campanha, nas Vacarias do Mar, a extrair couros do gado bravo para comerciá-los no litoral, aonde acorriam comerciantes matriculados, contrabandistas e flibusteiros, interessados em levá-los para a Europa, onde obtinham bom preço. Desse meio campesino nasceu o gaúcho. Sua energia e bravura, na fase da courama e das tropeadas, consagraram-no como o expoente de uma classe inculta cuja vida girou por inteiro em torno da vida livre e da pecuária 'extrativa'. Mais tarde, no período das lutas políticas internas, como sucedeu na Guerra dos Farrapos, esse tipo marginal, a seu modo um trabalhador 'autônomo', ganharia especial relevo como guerreiro indomável.

Mas ordenar o mundo caótico da Campanha, pátria desses campeadores primitivos, abarbarados, não foi obra fácil. Ao sentar pé no Rio Grande, a administração lusa fez o possível para civilizar aquela gente, que compartilhava com os índios, Minuanos, Charruas e Tapes, o proteinato das Vacarias. É o que veremos depois.

O sistema militar defensivo, traçado por Silva Pais, compreendia o estabelecimento de guardas, nos passos, na Angustura de Castilhos, no porto de Viamão, nas cercanias do Porto do Rio Grande. A subsequente construção de fortins de campanha, associados às fortalezas do litoral e de Rio Pardo, na confluência do Jacuí, impôs respeito aos platinos e evitou a infiltração de tropas espanholas, especialmente de índios missioneiros, que, se pudessem, teriam barrado a lenta penetração portuguesa em direção ao Rio Uruguai.

A distribuição de terras a antigos militares, leais à Coroa, ou a colonos descendentes ou protegidos do pessoal integrante do estamento régio, foi, em certo momento, em especial no período da ocupação espanhola do Rio Grande (1763-1776), a medida de que se serviram os vices-reis para formar uma fronteira viva no Brasil Meridional. De fato, as sesmarias, então doadas a pessoas de posses ou de prestígio, serviram de base à implantação de estâncias, em cujos campos o gado, sob um costeio antes ignorado, prosperou grandemente. Da mera caça aos bois e aos cavalos, no campo indiviso, passava-se agora a uma nova fase, que iria abrir à estância, no seu sentido clássico de estabelecimento destinado à criação de gado, a oportunidade de centrar, constelar atividades econômicas em todas as áreas do Rio Grande do Sul.

O 'monarca dos coxilhas', o tipo clássico do gaúcho, tem aí um papel singular. Ele é que arrebanha o grosso da gadaria para os matadouros e charqueadas. Esses estabelecimentos, um tanto rudimentares, vinham da época de Silva Pais. Mas, em consequência da crescente demanda do produto e dos mesmos choques armados que ensanguentaram e empobreceram os campos uruguaios, na era artiguista, essa indústria de transição alcança por volta de 1820 extraordinário desenvolvimento. A propriedade fundiária sobe de preço. Aumenta a escravaria. Cresce a exportação."

Fonte: CÉSAR, Guilhermino. Ocupação e diferenciação do espaço. IN: DACANAL, José Hildebrando & GONZAGA, Sergius. RS: Economia e Política. Porto Alegre: Mercado Aberto, 1979, pág. 12-14.

sábado, 29 de junho de 2019

Festa Junina de São Pedro em Pelotas em 1910


"Xarqueada S. Antonio

COMMEMORAÇÕES A S. PEDRO

Conforme noticiamos, realisaram-se hontem, no acreditado estabelecimento industrial denominado <<Xarqueada Santo Antonio>> dos estimaveis cavalheiros Srs. Oscar e Antonio Ribas, as festas que, em louvor a S. Pedro e em regosijo pela união sempre reinante entre si, foram organisadas pelo seu laborioso pessoal.

Ás 3 horas, em bondes especiaes, seguiram para a Xarqueada Santo Antonio, situada além da ponte do Fragata, a excellente banda musical União Democrata e muitas familias e cavalheiros, indo tambem em carros diversas pessoas ou convidadas.

As festas tiveram começo ás 4 horas da tarde, correndo com enthusiasmo indescriptivel por parte, não só dos empregados da Xarqueada Santo Antonio como de todos os convivas.

Succulentos churrasco, assados, etc., eram servidos consecutivamente a todos os presentes, bem como abundante copo de cerveja.

Vistoso coreto foi erguido á frente do edificio do estabelecimento, que se achava interna e externamente embandeirado, ali tocando, de instante a instante, a União Democrata, escolhidas peças de seu repertorio.

Tambem havia uma tribuna naquelle local, a qual foi occupada por diversos oradores, que saudaram aos Srs. Ribas, á imprensa, ao pessoal da Xarqueada, ás autoridades, etc., tendo os representantes da imprensa ali presentes agradecido essas saudações.

A festa terminou ás 11 horas da noite, reinando sempre a maior ordem e cordialidade, pelo que são dignos de felicitações os seus iniciadores, os Srs. Pedro Alberto Rosenthal, Joaquim Fernandes da Rocha e Domingos Barcellos.

Ao fecharmos esta resumida noticia, cumprimos o dever de agradecer a gentilesa com que foram tratados os nossos representantes."

Fonte: A OPINIÃO PÚBLICA (RS), 29 de Junho de 1910, pag. 02, col. 05

sexta-feira, 28 de junho de 2019

II Semana do Poeta Leonense


Divulgação.

Comemorações de Carnaval no Rio Grande do Sul - 1901


"Pelotas, 21.

(...)

Os Democraticos mostram grande enthusiasmo para o carnaval.

Fizeram hontem phantasiados uma excursão à Villa Theodosio."

Fonte: A FEDERAÇÃO (Porto Alegre/RS), 31 de Janeiro de 1901, pág. 02, col. 05

"O Carnaval em Caxias

Sabemos que o Carnaval a realisar-se em Caxias será revestido da maxima pompa, tal é o enthusiasmo popular e animação pela tradicional diversão."

Fonte: A FEDERAÇÃO (Porto Alegre/RS), 13 de Fevereiro de 1901, pág. 02, col. 03

"O Carnaval

Terminaram os tradicionaes folguedos do Carnaval, que estiveram de uma sensaboria unica e onde apenas divertiu-se a <<flor da gente>>.

Felizmente, acabaram os grosseiros e brutaes zé-pereiras, mas surgiram dos beccos para a rua dos Andradas as horizontaes da infima classe.

Á noite, foi enorme a affluencia popular, correndo animado o jogo de confetti e bisnagas, n'uma verdadeira mistura de tout-le-monde, aggravada pela escuridão da rua.

O gaz da illuminação publica anda a rivalisar com lamparinas e a Fiat-Lux não é de ferro para fazer o sacrificio de mandar accender alguns focos em beneficio do povo, cuja <<sorte é trabalhar>>... para os dividendos, segundo o proverbio do sr. gerente.

N'isto de companhias, a alma é o dividendo.

A Guahybense, a pretexto de estar fornecendo agua (mediante pagamento, já se vê) á Exposição, não quer gastar mais um pouco de lenha nas machinas para augmentar a provisão, e deixa em falta os concessionarios de pennas."

Fonte:  A FEDERAÇÃO (Porto Alegre/RS), 20 de Fevereiro de 1901, pág. 02, col. 05

Comemorações de Carnaval no Rio Grande do Sul - 1900


"CARNAVAL NA UNIÃO VELOCIPEDICA

Previne-se aos srs. socios que de amanhã, 1o. de fevereiro, em diante, das 6 1/2 ás 9 1/2 da tarde, soará com todo o enthusiasmo, no pavilhão do velodromo, um ruidoso Zé-Pereira. Outrosim que no velodromo e em mão dos membros da commissão de festejos acham-se listas para os que quizerem se inscrever para o passeio burlesco e outros festejos a realisar-se nos dias de carnaval.

Porto Alegre, 31 de janeiro de 1900.
A comissão."

Fonte: A FEDERAÇÃO (Porto Alegre/RS), 31 de Janeiro de 1900, pág. 03, col. 01

"Durante os dias de carnaval, das 2 horas da tarde em deante, fica prohibido o transito de vehiculos na rua dos Andradas, entre as ruas Dr. Flores e travessa Paysandú.

É igualmente vedada a passagem de vehiculos pela parte da rua 13 de Maio, no dia 25, por occasião do trajecto do prestito cyclista."

Fonte: A FEDERAÇÃO (Porto Alegre/RS), 23 de Fevereiro de 1900, pág. 01, col. 02

"Carnaval

A nota predominante das festas do Carnaval nas ruas, hontem, deveria ser o passeio da distincta sociedade União Velocipedica, si a chuva que começou a cair, precisamente á hora marcada para elle effectuar-se, não o tivesse impedido.

Á hora convencionada, no pittoresco arrabalde do Menino Deus, com grande concurso de povo, ali morador e de muitas familias e cavalheiros que da cidade tinham ido em bonds e carros, a União Velocipedica começou a formar o seu prestito, apresentando-se n'elle byciclistas ricamente adornadas.

Cyclistas de ambos os sexos, elegantemente phantasiados, iam occupando os respectivos logares, offerecendo o conjuncto um espectaculo novo a attraente.

N'esse momento, começou a chuva a cair copiosamente e tambem a dispersar o pessoal que devia compôr o cortejo, já com as suas toilettes e machinas molhadas.

Á vista d'isso não se realisou a annunciada festa.

Grande era o numero de pessoas que esperavam o cortejo na rua Treze de Maio e no Velodromo.

É de lastimar o contratempo soffrido pela União, o qual tão inopportunamente nos privou a todos de apreciar uma festa a todos os respeitos brilhante e original.

Á rua dos Andradas, enfeitada com galhardetes e festões, nas quadras entre Marechal Floriano e Ladeira, foram levantados coretos, onde, á noite, se fizeram ouvir bandas de musica.

Logo depois de cessar a chuva affluiu regular concorrencia, havendo animado jogo de confetti e bisnagas.

✤✤✤✤✤

Os bexigas e princezes, como sempre, fizeram a sua apparição, divertindo-se a seu modo e regalando-se de apanhar agua.

✤✤✤✤✤

Hoje, deve fazer o seu passeio o Club dos Pedinchões, saindo o prestito do Menino Deus."

Fonte: A FEDERAÇÃO (Porto Alegre/RS), 26 de Fevereiro de 1900, pág. 02, col. 03-04

"Carnaval

Continuaram hontem e prosseguirão hoje os festejos de carnaval.

Extraordinaria foi a affluencia de povo, hontem, á rua dos Andradas.

Desde cêdo, grande era o movimento nas ruas principaes da cidade e principalmente n'aquella.

O prestito da sociedade - Pedinchões, unica este anno, e que devia vir do Menino Deus, era anciosamente esperado.

Essa sociedade apresentou-se modestamente, como lhe permittiam as posses no momento actual.

Os seus carros estavam bem decorados; algumas idéas haviam bem aproveitadas.

Alguns carros allegoricos e de critica foram exhibidos, formando cortejo regular.

Entre aquelles havia o da rainha, allegoria ao Brazil, homenagem á imprensa, Pedinchões, etc.

Puxava o prestito um esquadrão e a banda, montada, do 1o. regimento da Brigada.

✤✤✤✤✤

Nas ruas o movimento cresceu para a noite, especialmente na dos Andradas, onde, com alguma animação, jogou-se confetti e bisnagas.

Bandas de musica tocaram em dois coretos ali levantados."

Fonte: A FEDERAÇÃO (Porto Alegre/RS), 27 de Fevereiro de 1900, pág. 02, col. 06



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