domingo, 3 de abril de 2016

Fotos da XI Festa da Melancia e Potencialidades Regionais de Capão do Leão 2016 - Parte 1

Troféus do VI Levante da Canção Gaúcha de Capão do Leão

Palco de cerimônias oficiais
Detalhe do mostruário no palco de cerimônias

Banner dos eventos

Troféus dos torneios esportivos e do VI Levante da Canção Gaúcha

Melancias em exposição
Painel alusivo à Festa da Melancia e o Levante da Canção Gaúcha em Capão do Leão no estande
do Instituto Histórico e Geográfico de Capão do Leão

Expositor com obras e objetos relacionados à Capão do Leão
no estande do Instituto Histórico e Geográfico

No estande do Instituto Histórico e Geográfico também é possível adquirir a obra "Pedreira do Capão do Leão: fragmentos de uma história revelados através de registros fotográficos (1912-2012)" de Jairo Umberto Pereira Costa e Rosangela Lourdes Spironello, com participação do fotógrafo Ronaldo Ostermann. Os autores estão no estande autografando a obra


Bingo Beneficente no Salão Paroquial da Igreja Santa Tecla


A partir das 14 horas. O Salão Paroquial da Igreja Santa Tecla encontra-se nos fundos da referida igreja, na Avenida Narciso Silva.

terça-feira, 29 de março de 2016

III Concurso Fotográfico "Fauna e Flora Rio-Grandense"



Centro Acadêmico dos Cursos de Ciências Biológicas - Gestão Charles Darwin apresenta:


CONCURSO FOTOGRÁFICO - “Fauna e Flora Rio-grandense”

Atenção todos os amantes das lentes e da natureza! Aproveitem para registrar as belezas naturais do nosso Estado e vai te preparando para o nosso Concurso Fotográfico!

A participação é gratuita e livre para todos os públicos.

As inscrições serão presenciais e ocorrerão em Abril nos dias 13, 14 e 15 no campus Capão do Leão na Sala do C.A. Ciências Biológicas e no centro, no prédio do Mercosul das 18:30 às 20:00. Você pode participar gratuitamente levando sua foto impressa (tamanho 20x30cm), mas se estiver longe da cidade ou não puder comparecer aos locais de inscrição, não tem problema, solicite sua inscrição pela página do CA Charles Darwin que nós cuidaremos da fotografia e você só paga uma taxa de 10,00.

A exposição e avaliação das fotografias ocorrerão junto com a 15ª SABIO - Semana Acadêmica dos Cursos de Ciências Biológicas, nos dias 16 a 20 de Maio. A premiação ocorrerá dia 30 de Maio, para a melhor foto por avaliação técnica e a melhor foto na avaliação do público. 
Vai clicando, e capricha para ver a tua foto virar quadro na sala do C.A. Bio.

OBS 1.: Não serão aceitas fotografias de animais em zoológicos ou em cativeiro.
OBS 2.: Serão permitidas fotografias tiradas em outras regiões do Brasil, desde que a espécie fotografada ocorra no Rio Grande do Sul.

sábado, 26 de março de 2016

sexta-feira, 25 de março de 2016

Parque Fragata e o futuro da zona urbana em Capão do Leão

Tempos atrás foi aventada a hipótese da separação do bairro Jardim América do município de Capão do Leão, ou no sentido de criar-se um novo município, ou na ideia de uma possível união do bairro com o bairro Fragata em Pelotas com o mesmo objetivo. Obviamente, os entraves legais para tal intento são muitos, além do que não existe nenhuma certeza que uma nova prefeitura na região fosse um indicativo de melhorias reais para a população. O que ficou claro porém é que o bairro tem uma série de demandas que precisam ser urgentemente atendidas. A parte disso, um outro detalhe que pesou quando foi levantada a hipótese de emancipação foi o "vácuo" que existia entre a zona urbana do Jardim América e a zona sede do município. Isto é, o espaço pouco ocupado populacionalmente e sem vias de ligação que se encontra entre as duas zonas. Este lugar às margens da BR-392 é o bairro Parque Fragata.

Cerca de 30 anos atrás, o Parque Fragata constituía um amontoado de casas, a maioria junto à rodovia, com oito largas e compridas ruas, a maior parte com poucos terrenos habitados e repleto de áreas baldias com campos e algumas galerias de mato. Pois é, há 30 anos atrás. Todavia, desde meados da década de 90 até os dias de hoje o crescimento de habitações naquela região foi extraordinário. E isso nos faz notar outras coisas também. Existe uma série de empreendimentos comerciais e de serviços que estão surgindo naquela zona acompanhando o ritmo da ascensão populacional. Dá para crer que a atual configuração das ruas e lotes daqui há alguns anos vai se expandir também e muito provavelmente ocorrerá  a formação de um região habitada contínua, englobando desde a Estrada da Hidráulica, a Vila Gabriela Gastal até o loteamento Parque da Hidráulica de um lado e a conurbação com trecho da Avenida Três de Maio no Armazém Brasil. Em outras palavras, ninguém se surpreenda se está própria região citada suplantar daqui há algumas décadas o núcleo "tradicional" do Jardim América - que é o perímetro que se situa desde a Avenida Eliseu Maciel até a BR-116. Os indícios que isso irá acontecer são muito fortes, porque toda essa área é uma espécie de "nova fronteira urbana" do Capão do Leão.

Existe uma analogia próxima que podemos nos prestar a observar. Colega meu lembrou de seus tempos de juventude e comentou comigo fato muito interessante sobre a zona norte de Pelotas. Diz ele que na década de 60, início da década de 70, toda aquela região da Avenida Fernando Osório a partir da altura da Salgado Filho em diante podia ser vista quase como uma estrada "rural". Havia algumas casas comerciais, outros empreendimentos diversos, mas na maior parte o que se via eram campos, chácaras de descanso, alguns sitiozinhos que vendiam ovos e leite e nada mais. De outro lado, quem quisesse ir até à Sanga Funda era o mesmo que "viajar para fora": não havia nada além de campo e mato e uma casinha aqui e acolá. E perceba-se a mudança extraordinária que ocorreu nas décadas seguintes nestas regiões. Surgimento de loteamentos, vilas, conjuntos habitacionais, novos bairros onde antes imperavam campos alagadiços e mato fechado.

Por isso, penso que o Parque Fragata deve se tornar o real centro econômico do município daqui há poucas décadas. Não é mais possível que se ignore o crescimento populacional da região. Neste ínterim, a falta de uma linha própria de transporte urbano é um problema urgente a ser resolvido e que não pode ser mais ignorado. Penso com segurança que a linha se autossustentaria sem maiores dificuldades financeiras. Outra coisa que irremediavelmente também se tornará uma demanda de impacto será a necessidade da ligação do bairro Teodósio com a parte interior do Parque Fragata. Em outras palavras, terá que haver um projeto de uma ponte que una as duas áreas. 

Parque Fragata, Teodósio, Armazém Brasil e Cerro do Estado são as novas fronteiras urbanas de Capão do Leão, não que não se tenha que se dar a importância devida às outras áreas. Mas o planejamento das futuras decisões políticas sobre o município deve obrigatoriamente incluir essa questão.

segunda-feira, 21 de março de 2016

VIII Olimpìada Nacional em História do Brasil


A Olimpíada Nacional em História do Brasil começou em 2009, e tem sido um grande sucesso entre alunos e professores de todo o país. Elaborada pelo Departamento de História da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), esta iniciativa firmou-se no cenário educacional como uma proposta inovadora de estudo consistente de História. É coordenada pela profa. dra. Cristina Meneguello e pela profa. Alessandra Pedro.
A Olimpíada tem um formato original. É realizada por equipes compostas por 4 pessoas: 3 estudantes (oitavo e nono anos do ensino fundamental e qualquer ano do ensino médio) e o professor de história do colégio. As cinco fases online duram uma semana cada uma, e as respostas são obtidas pelos participantes por meio do debate com os colegas de equipe e a pesquisa em livros, internet e com os professores.
Desde a primeira edição existe uma fase final para no mínimo de 800 finalistas, que vão até a Universidade Estadual de Campinas onde realizam uma prova dissertativa, e aguardam o resultado e entrega de medalhas logo no dia seguinte. Nesta oportunidade, conhecem e confraternizam com estudantes e professores de história de todos os estados do Brasil.
A 8ª Olimpíada Nacional em História do Brasil traz mais uma vez o desafio de estudar a história do Brasil por meio de textos, documentos, imagens e mapas, ao longo de questões de múltipla escolha e da realização de tarefas muito especiais!
Texto original extraído do site oficial da olimpíada (apenas para fins de divulgação cultural). Para saber mais acesse o site da ONHB: http://www.olimpiadadehistoria.com.br/8-olimpiada/inicio/index  


domingo, 20 de março de 2016

Mapa da região do Forte São Gonçalo no século XVIII

Extraído originalmente do link: http://fortalezas.org/?ct=fortaleza&id_fortaleza=383&muda_idioma=PT 

Mapa histórico datado da 2a. metade do século XVIII, em que é possível identificar a região do Forte de São Gonçalo que ficava às margens do rio Piratini. Interessante e valioso por mostrar a hidrografia da época, bem como alguns pontos do relevo. Este mapa foi coletado para o artigo "Fortificações no Brasil", de Augusto Fausto de Souza que foi publicado no tomo XLVIII, parte II da Revista Trimestral do Instituto Histórico, Geográfico  e Etnográfico do Brasil, ano de 1881.

Sobre o Forte de São Gonçalo:
Forte de São Gonçalo localizava-se na margem direita do rio Piratini, próximo à foz deste no sangradouro da Lagoa Mirim, hojecanal São Gonçalo, na região sul do estado brasileiro do Rio Grande do Sul.
Fortificação de campanha erguida em 1755, com a função de depósito dos víveres da comissão demarcadora da Coroa portuguesa, cujos trabalhos foram ameaçados pelas hostilidades dos Guaranis-missioneiros no contexto da Guerra Guaranítica (1754-1756) (SOUZA, 1885:132). Este primeiro forte foi abandonado em 1762.
Durante a Revolução Farroupilha (1835-1845), o mesmo local foi ocupado pelos farrapos, para controlar o acesso a Porto Alegre, ocupada de 20 de Setembro de 1835 a 15 de Julho de 1836 pela Lagoa Mirim e a Lagoa dos Patos.
SOARES (1978) reporta que esta posição sofreu bombardeio pelas forças legalistas representadas pela barca a vapor "Liberal", comandada pelo Segundo-Tenente Joaquim Raimundo de Lamare, as canhoneiras "Oceano" e "São Pedro Duarte", tendo o fogo das baterias farroupilhas afundando esta última (1836).
Acredita-se que esta posição tenha sido retomada pelas forças legalistas sob o comando do Capitão de Mar-e-Guerra John Pascoe Grenfell, quando da reconquista de Porto Alegre em Agosto de 1836, tendo sido arrasada na ocasião.
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