Com apoio da Secretaria Municipal de Cidadania e Assistência Social e realização do Conselho Municipal da Mulher de Capão do Leão, na próxima terça-feira, 08 de Março, Dia Internacional da Mulher, ocorrerá uma caminhada alusiva à data. A saída da caminhada se dará em frente ao CRAS (Centro de Referência em Assistência Social), no Jardim América, que se localiza na rua Rev. Martinho Lutero, número 36. O evento inicia-se às 8h30min.
História, Genealogia, Opinião, Onomástica e Curiosidades.Capão do Leão/RS. Para informações ou colaborações com o blog: joaquimdias.1980@gmail.com
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sábado, 5 de março de 2016
quinta-feira, 3 de março de 2016
Significado e origem de sobrenomes alemães - Parte 49
746. Panzer: sobrenome poligenético que significa armadura. Provém etimologicamente do alto alemão medieval panzier por sua vez derivado do francês medieval do século XII pancier que significa aproximadamente peça que protege a barriga. Com o desenvolvimento do vestuário militar em curso desde o século VII na Europa Medieval, compreende-se que as malhas metálicas inicialmente desenvolveram-se com o intuito de proteger a região abdominal pela sua óbvia fragilidade diante ao ataque de armas de lâmina. Posteriormente, a peça que inicialmente servia para proteger a barriga, passou a denominar toda a armadura. O sobrenome pode se referir a um ferreiro especializado na fabricação de armaduras ou a um cavaleiro que usa armaduras, bem como a um soldado que usa proteção metálica sobre o tórax - tipo de vestimenta comum em tropas de infantaria medieval. O sobrenome data do século XIII e concentra-se principalmente na Francônia, sul da Saxônia e Alta Baviera.
Variantes:
Panzers - variante no genitivo da língua alemã.
Panzern - variante no plural da língua alemã.
Pantzer, Pantzers - variantes do norte da Alemanha.
Panzner, Pantzner - variantes simples.
Banzner, Bantzner, Banzer - variantes na região do alto alemão.
Brustpanzer - variante composta que significa peitoral, armadura peitoral.
Pantser - variante na língua holandesa.
Pancer - variante na língua sorábia.
Pancerz - variante na língua polonesa.
Pansar - variante na língua sueca.
Pancir - variante na língua tcheca.
Pancel - variante na língua húngara.
Pancera, Panzeri - variantes na língua italiana.
747. Klos: sobrenome que pode ser um patronímico curto de Nikolaus, bem como estar relacionado aos verbos do antigo prussiano klausemai (ouvir) e klauzit (obedecer). Neste último aspecto, o sobrenome pode significar espião, alguém que escuta, alguém que cumpre o papel de ouvidor (papel administrativo) ou ainda pessoa de boa audição, pessoa de audição aguçada. O sobrenome é mais comum no norte da Alemanha e Polônia. Data do século XVI.
Klos também é a forma plural de Klo (privada, vaso sanitário) no alemão moderno, mas este fato não tem ligação com a origem do sobrenome, visto o termo ser considerado recente.
Variantes:
Klose - variante comum na Polônia e nordeste da Alemanha.
Klotz, Kloos, Klotze, Kloos, Klos, Clos, Cloos, Kloss - variantes relacionadas.
Klös, Klöse - variantes do norte da Alemanha.
748. Pott: sobrenome poligenético que significa pote, mas a tradução mais segura é panela. Etimologicamente provém do baixo alemão do século XVI pot com o mesmo sentido. O sobrenome designa o fabricante ou comerciante de panelas de barro ou pedra na Idade Média e é originário da região do baixo alemão. Data do século XIV e ocorre principalmente no norte e noroeste da Alemanha.
Pott igualmente pode se referir a uma característica topográfica como um vale ou depressão.
Variantes:
Pot, Potte, Pottes, Potts - variantes comuns.
Potter, Pötter - variantes que designam o artesão de panelas.
Jydepott - variante que significa panela de cerâmica. É um sobrenome mais comum na Jutlândia e Schleswig-Holstein.
Pötte, Pötten - variantes no plural.
Kohlenpott - variante toponímica que se refere a uma região da Renânia do Norte-Westfália, entre Duisburg e Dortmund.
Quengelpott - variante pejorativa que significa chorão.
749. Mauer: sobrenome poligenético (e também toponímico) que significa muro, parede. Provém etimologicamente do alto alemão medieval mur/mure por sua vez advindo do latim murus com o mesmo significado. Designa o profissional que constrói muros ou muralhas ou um habitante de um local junto a um muro ou muralha de pedra (mais provavelmente de um burgo ou castelo). No contexto de "profissional que constrói muros ou muralhas, o sobrenome pode também tão somente corresponder a pedreiro, profissional da construção civil. O sobrenome concentra-se no sudoeste da Turíngia, na região de Berlim e no oeste da Baixa Saxônia. Data do século XIV.
Variantes:
Mauern - variante no plural da língua alemã.
Gemäuer - variante que significa alvenaria no alemão moderno.
Mauerblümchen - variante composta que significa flor da parede, isto é, o goivo amarelo (Cheirantus cheiri).
Muur - variante no baixo alemão e na língua holandesa.
Murer - variante derivada.
Mir - variante no dialeto romanche.
Mur - variante na língua eslovaca.
Muorre - variante na língua frísia.
Maur - variante relacionada do sul da Alemanha e Suíça. Também pode ser uma forma de Mauro.
750. Rank: sobrenome poligenético (e também toponímico) que possui triplo significado conforme a região de origem:
1 - No sul da Alemanha e Suíça, o termo designa pessoa longa e magra, pessoa alta e fina.
2 - No norte da Alemanha (região do baixo alemão), o termo tende a designar ardil, intriga, maquinação, truque, astúcia, designando assim uma pessoa com essas características.
3 - O termo pode também a corresponder curva, sendo que serviria como nome de casa. Em outras palavras corresponderia a pessoa que vive na casa da curva (de uma estrada).
O sobrenome é mais comum na Baviera e concentra-se sobretudo na Francônia. Data do século XV.
Variantes:
Ranks, Rankes - variantes no genitivo da língua alemã.
Ränke - variante no plural da língua alemã.
Ranke - variante comum no norte da Alemanha.
Ranck, Rancke, Ranckes, Rancks - variantes do centro-norte da Alemanha.
Ranken - variante do sul da Alemanha e Suíça.
Rankin - variante mais comum nos Países Baixos e Grã-Bretanha.
751. Utz: sobrenome que pode ser um patronímico curto de Ulrich, mas que também pode ser um poligenético que significa herdeiro, aquele que herdou uma área agrícola. Etimologicamente provém do alto alemão antigo uodal que significa herança, terra natal, fazenda da própria família. Enquanto poligenético o significado seria preponderante no sudoeste da Alemanha e Suíça.
Variantes:
Utze - variante simples.
Utzmann - variante acrescida do sufixo mann.
752. Kittel: sobrenome que significa aproximadamente jaleco ou bata no alemão moderno, mas que também pode ter outros significados. No sul da Alemanha, o vocábulo é sinônimo de jaqueta. Nos Países Baixos e no noroeste da Alemanha, por sua vez, o termo é empregado para saia feminina. No século XVIII, entretanto, Kittel era um diminutivo de capuz (Kutte). No iídiche, Kittel é uma bata branca masculina usada no Yom Kippur. Etimologicamente o termo Kittel provém do baixo alemão medieval keddel que significa túnica curta, túnica que vai sobre a camisa. Mais antigamente, keddel seria originário do árabe qutun que significa algodão.
Embora ocorram tantos significados possíveis, a interpretação que se faz do sobrenome é a seguinte: Kittel nomeia uma espécie de túnica medieval de algodão cru que era usada como proteção em ofícios diversos, mormente em trabalhos agrícolas. Mais provável é que o sobrenome portanto designe um fabricante ou um comerciante de tecidos de algodão. Pode ainda corresponder tão somente a pessoa que usa um kittel, o que no caso do contexto medieval, vincularia-se a um indivíduo em posição servil.
Todavia, o significado do sobrenome não se esgota somente nas proposições acima. No antigo prussiano existe o termo gittel que significa estranho, forasteiro. Por isso, pode corresponder a esse significado. Para G. Vanagas o sobrenome provém da palavra polaca kitla que significa simples, comum, pessoa simples, pessoa pobre. Já para o "Familien Kunde", Kittel pode ter dois significados: um patronímico derivado de Kito que é uma forma eslava para Christian; bem como corresponder a uma variante de Kutel - açougueiro que comercializa vísceras do boi.
Pela distribuição geográfica, o sobrenome está distribuído muito uniformemte em toda Alemanha, Suíça e Áustria. Data do século XIV.
Variantes:
Kitel - variante simples.
Kittels - variante no genitivo da língua alemã.
Kitteln - variante no plural da língua alemã.
Kedel, Keddel, Kedel, Keddels - variantes do baixo alemão.
Keel, Kidel - variantes arcaicas do norte da Alemanha.
Gittel, Gittels - variantes do noroeste da Alemanha e Polônia.
Kittler - variante do leste da Alemanha.
Kittl - variante da Suábia.
Kitelis - variante de Memeland.
Kitt - variante curta encontrada na Saxônia-Anhalt.
Gitt, Gitte - variantes relacionadas ao Reino da Prússia.
Kitlis, Kittlitz - variantes do leste europeu e região do Báltico.
Kitla - variante polonesa.
Kittner - variante do centro-leste da Alemanha.
Kittelmann - variante do sul da Alemanha.
Gittelmann - variante relacionada.
Kyttel - variante encontrada em Görlitz.
Kytil - variante encontrada em Schweidnitz.
Kutel - variante encontrada na Saxônia.
Kuttel - variante relacionada.
Schwarzkittel - variante composta que significa javali. Isto é, figurativamente porco de casaco preto.
753. Geiss: sobrenome poligenético que significa cabra. Etimologicamente geiss é a palavra do alemânico para cabra, enquanto que em outras regiões da Alemanha se usa o vocábulo ziege. O sobrenome designa pastor de cabras. O sobrenome ocorre no sul da Alemanha, Suíça e Liechtenstein. Data do século XV.
Geiss também é uma localidade no cantão de Lucerna, Suíça.
Variantes:
Geissen - variante no plural da língua alemã.
Gais, Geis - variantes curtas simples.
Geisslein - variante no diminutivo.
Goass - variante no dialeto bávaro.
Geissler - variante mais comum na Renânia-Palatinado e Baden-Wüttemberg.
Geisser - variante comum na Suíça.
Geisse, Geisseler - outras variantes do sul da Alemanha e Suíça.
754. Kindler: sobrenome poligenético que significa professor secular, isto é, o professor encarregado da educação de crianças e jovens que não está vinculado a uma instituição religiosa. Kindler também pode denominar o filho homem mais novo de uma família (tradicionalmente de posses, pois o termo não faria sentido em outro contexto). O termo Kindler etimologicamente está associado à palavra Kinder - criança. O sobrenome data do século XVII e ocorre principalmente no sul da Alemanha, Suíça e Áustria. É um dos sobrenomes mais comuns em Liechtenstein.
Variantes:
Kindle - variante simples que pode simplesmente designar filho caçula.
Kindlers - variante no plural.
Kindel - variante mais comum no centro-sul da Alemanha, principalmente Palatinado e Turíngia.
Kindl - variante comum na Baviera, Hesse, leste da Áustria e Tirol do Sul.
Kindli, Kindili - variantes comuns no sul da Alemanha e Suíça.
755. Kümmel: sobrenome poligenético que significa alcaravia (Carum carvi) - planta da qual se extraí o cominho (especiaria). Provém etimologicamente do alto alemão medieval kumin por sua vez derivado do latim cuminum, ambos com o mesmo sentido. O sobrenome designa o comerciante de especiarias na Idade Média ou ainda pode também se originar na milenar tradição germânica de produção de destilados aromatizados (o aquavit dinamarquês é um exemplo). Kümmel é um sobrenome que está associado igualmente a muitas famílias judias por causa do ofício comercial.
O sobrenome data do século XIV e ocorre principalmente na metade ocidental da Alemanha, de modo geral.
Variantes:
Kümmels - variante no genitivo da língua alemã.
Kümmeln - variante no plural da língua alemã.
Kummel, Kumel, Kuemmel, Kuemmels, Kuemmeln - variantes comuns do centro-oeste e centro-noroeste da Alemanha.
Kimmich - variante do sudeste da Alemanha e Boêmia.
Kimmig - variante encontrada na Turíngia, Saxônia e Lusácia.
Kumi, Kumin, Cumin, Komin, Kommin, Komins, Kumins, Kummins, Kommins - variantes arcaicas. Se concentram no centro e centro-norte da Alemanha.
Kumming - variante comum na Westfália e Baixa Saxônia.
Kreuzkümmel - variante composta que designa o cominho (o tempero).
Komijn - variante na língua holandesa.
Karwij - variante nos Países Baixos e no noroeste da Alemanha.
Kummin - variante na língua sueca.
Komény - variante na língua húngara.
Kmín - variante na língua tcheca.
Kumpel - variante encontrada na região renana.
Kümmelbauer - variante composta que significa plantador de alcaravias.
Kimmel - variante encontrada na Renânia do Norte.
756. Feige (1a. vertente): sobrenome poligenético que significa covarde ou tímido. Provém etimologicamente do antigo germânico faigija com aproximadamente os mesmos sentidos.
Feige (2a. vertente): sobrenome poligenético que significa figo (Ficus carica). Provém etimologicamente do alto alemão medieval vige por sua vez derivado do termo latino ficus, ambos com idêntico sentido. O sobrenome pode possuir três acepções possíveis:
1 - Estar relacionado à famílias judias alemãs, com linhagens seguramente comprovadas e ter um significado próprio dentro de comunidades judaicas. Todavia, mais recorrente é a forma Feigenbaum (figueira).
2 - Um fruticultor de figos.
3 - Uma forma figurada para designar pessoa sensual, pessoa sedutora, pessoa charmosa.
Independente da vertente, o sobrenome concentra-se principalmente na Renânia do Norte-Westfália, Renânia-Palatinado, sul do Hesse e leste da Baixa Saxônia. Data do século XIV.
Variantes:
Feic - variante arcaica.
Figen - variante arcaica da região renana.
Figa - variante arcaica da Saxônia.
Feiger - variante derivada no comparativo da língua alemã.
Feick, Feicke - variantes mais comuns nas regiões de Fulda, Darmstadt e Bamberg.
Vige - variante arcaica do oeste da Alemanha.
Feig - variante curta comum.
Feigen - variante no plural da língua alemã.
Feigenbaum - variante composta que significa figueira.
Laf - variante na língua holandesa relacionada à 1a. vertente.
Tchórzliwy - variante na língua polonesa relacionada à 1a. vertente.
Feg - variante na língua sueca relacionada à 1a. vertente.
Vijg - variante na língua holandesa relacionada à 2. vertente.
Figa - variante na língua polonesa relacionada à 2a. vertente.
Fig, Figer - variantes no dialeto romanche.
Fikon - variante na língua sueca relacionada à 2a. vertente.
Fik - variante na língua tcheca relacionada à 2a. vertente.
Variantes dialetais na Alemanha relacionadas à 2a. vertente:
Feyge, Feygen - variantes no alto alemão.
Fichboum - variante no alto alemão clássico.
Fichefelle - variante plural obsoleta.
Fîg, Fig, Figenboum, Figenbown - variantes no baixo alemão.
Figenbaum, Figenbaym, Figenbom, Figenboum, Figenpawn, Veigenpoum, Veyge, Veige, Veig, Vichboum - variante obsoletas do alto alemão.
Vick, Vicke, Vyck, Vycke - variantes do centro e centro-oeste da Alemanha.
Fygen, Smakka, Smakkabagms - variantes no gótico.
Vig, Vige, Vigge, Vigbom, Vyg, Vyge, Vygge, Vygbom, Vigenbom - variantes obsoletas do baixo alemão.
Vighen, Vyghen, Wighen, Wyk - variantes obsoletas da região renana e sudeste da Alemanha.
757. Träger: sobrenome poligenético que significa carregador, transportador de cargas. Deriva etimologicamente do alto alemão medieval trager com aproximadamente o mesmo sentido. Träger não correspondia somente a uma ocupação, mas o vocábulo era utilizado para várias funções semelhantes. Havia pelo menos cinco tipos de carregadores na Idade Média divididos em corporações distintas: os portuários-comerciais, os de carvão, os de sal, os de cerveja e os ditos "carregadores-cegos" que se ocupavam normalmente do transporte de sacos de mantimentos, mas podiam carregar outros produtos. O Träger (carregador) pode ser entendido também como comerciante itinerante, mascate. O sobrenome é mais comum no norte da Alemanha e o mais antigo registro data de 1285 em Nuremberg.
Variantes:
Trager - variante simples.
Traeger - variante mais comum no centro-norte da Alemanha.
Trägers, Traegers - variantes no genitivo da língua alemã.
Trägern - variante no plural da língua alemã.
Treger - variante mais comum no noroeste da Alemanha.
Dräger, Drägers, Draegers, Draeger, Dreger, Dregers - variantes próprias do baixo alemão.
Salzträger - variante composta que significa carregador de sal.
Brodträger - variante composta que significa carregador de pão.
Drager - variante na língua holandesa.
758. Zacharias: sobrenome patronímico que significa filho de Zacharias. Zacharias (Zacarias em português) é um primeiro nome comum na língua alemã devido ao profeta hebreu homônimo. O sobrenome tanto aparece em famílias judias quanto em famílias cristãs. O sobrenome data do século XV e é mais comum no norte da Alemanha, com maiores concentrações na região de Siegen-Wittgenstein, Renânia do Norte-Westfália, e na região de Börde, Saxônia-Anhalt.
Variantes:
Zachariasse - variante no plural da língua alemã.
Zach - variante curta encontrada na Renânia do Norte-Westfália.
Zacher - variante curta do centro-norte da Alemanha.
Zoch - variante curta mais comum na Turíngia e Hesse.
Zacherl, Zacherle - variantes do sul e sudeste da Alemanha.
Zaches - variante encontrada no centro-sul da Alemanha.
Sacharja, Sekarja - variantes comuns na língua iídiche.
Zakaria - variante na língua dinamarquesa.
Sakarias, Sakarja, Sakris, Sakarias, Zakaria, Zachries, Zackris, Zakris - variantes relacionadas mais comumente à Escandinávia.
Zack, Zakk, Zakke - variantes do extremo-norte da Alemanha e região do Mar do Norte.
Zachariasz - variante na língua polonesa.
Zakariás - variante na língua húngara.
Zacharie - variante na língua francesa.
759. Speer: sobrenome poligenético que significa lança. Provém etimologicamente do alto alemão medieval sper com o mesmo sentido. Designa lanceiro, soldado que usa lança. É um sobrenome antigo do ponto de vista genealógico datando do século XII. Ocorre praticamente em toda a Europa de língua alemã com regularidade, mas principalmente no oeste e sul da Alemanha e Áustria.
Speer também é um topônimo de uma montanha no cantão de Saint-Gallen, Suíça.
Variantes:
Speers, Speeres - variantes no genitivo da língua alemã.
Speere - variante no plural da língua alemã.
Sper, Spers - variantes arcaicas.
Speermann - variante acrescida do sufixo mann. Comum na região renana.
Lanze, Lanzen, Lance, Lancen - variantes do sul da Alemanha, relacionadas ao idioma frâncico.
Spiess, Spies, Spiessmann, Spiesmann - variantes aproximadas, todas com o mesmo sentido, mas de raiz semântica diferente.
Spehr, Speher, Spehrmann - variantes do norte da Alemanha.
Spyd - variante na língua dinamarquesa.
Spjut, Lans, Pik, Spett - variantes na língua sueca.
Spidd - variante na língua norueguesa.
Lándzsa - variante na língua húngara.
Step - variante na língua tcheca.
Hellebaard - variante na língua holandesa.
760. Bier: sobrenome poligenético que significa cerveja. Etimologicamente provém do alto alemão antigo bior vinculando-se ao indo-europeu beuza que significa gérmen. O sobrenome designa o mestre-cervejeiro ou fabricante de cervejas. O sobrenome aparece mais comumente nas regiões do Sarre, Trier-Saarburg, Sankt Wedel, Marburg-Biedenkopf, Berlim e Neunkirchen. Data do século XIV.
Variantes:
Bierbrauer - variante composta que significa cervejeiro.
Bieren, Biere - variantes no plural da língua alemã.
Bir - variante curta encontrada no leste da Alemanha.
Biermacher - variante composta que significa produtor de cervejas. É muito comum na região do Sarre.
Bierer - variante da região renana.
Biehr - variante do norte da Alemanha.
Bière - variante na língua francesa.
Bire - variante no idioma valão.
Biermann - variante composta comum no centro e sul da Alemanha.
Beer - variante na língua holandesa, mas também encontrada no noroeste da Alemanha e Países Baixos.
Birra - variante na língua italiana.
Bieräugel - variante que significa aproximadamente cervejeiro oficial de uma cidade ou burgo. São suas variantes: Bierouge, Biereygen, Byreyge, Bierauge, Bieraugen.
Cervisia - variante latina encontrada na Áustria.
Biró - variante na língua húngara.
Bierbauer - variante composta que designa o agricultor de cevada.
terça-feira, 1 de março de 2016
segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016
Mali do The Voice Brasil é uma das atrações da XI Festa da Melancia de Capão do Leão
A cantora gaúcha Mali (Carolina Lima), uma das semifinalistas do The Voice Brasil 2015, da TV Globo, é uma das atrações principais entre os shows programados para a XI Festa da Melancia e Potencialidades Regionais de Capão do Leão. Mali se apresenta no palco principal no dia 06 de março, logo à noitinha.
Um pequeno resumo sobre sua carreira extraído do site O Fuxico:
Caroline Lima foi uma das candidatas do The Voice Brasil deste ano que viram sua vida mudar depois que alguns dos jurados da atração viraram as cadeiras ao se interessarem pelo que estavam ouvindo.
A nova cantora, que se apresentou no reality musical da Globo na última quinta-feira (29), tendo Mali como nome artístico, acabou encantando Lulu Santos e Michel Teló, e optou pelo sertanejo como seu técnico ao longo da disputa.
A vocacão e o interesse pela música foram descobertos na menina, que mora em São José do Norte, cidade do Rio Grande do Sul, ainda na infância, e, aos nove anos de idade, Mali subiu nos palcos pela primeira vez, dois anos antes de começar a compor suas primeiras canções.
Aos 13 anos, a jovem entrou em um estúdio pela primeira vez, e gravou uma música de sua autoria, que veio a participar, depois de muitos incentivos dos amigos e colegas, do quadro Garagem do Faustão, e chegou a ficar, durante três semanas, ocupando a quinta posição dentre os 60 mil vídeos que concorreram, em nível nacional, na primeira página do site.
Além disso, Mali, que tem apenas 19 anos de idade, já teve suas músicas tocadas nas principais rádios do país, e coleciona três EPs, gravados pela renomada gravadora Som Music Records e disponibilizados pelo iTunes e algumas lojas digitais.
Com tantos compromissos e as etapas de seleção para o programa , Mali ainda consegue arranjar tempo não só para visitar sua cidade de coração, mas também relaxar em sua residência no Rio de Janeiro, mais especificamente no bairro do Irajá. Parabéns e muita sorte para ela nos próximos episódios!
sábado, 27 de fevereiro de 2016
Comentarismo
Atualmente as redes sociais se tornaram uma ferramenta de expressão livre das pessoas, onde elas expõem parte de suas vidas, registram acontecimentos, falam de seus sentimentos, entre outras coisas. E também manifestam seus pensamentos críticos e seus apelos por causas por que acreditam. De forma alguma isso é errado. O que pensamos sobre algo, podemos expressar livremente, desde que haja respeito e discernimento. Sabemos que para alguns falta respeito na colocação das palavras, mas mais lamentável ainda é quando alguns conjugam a falta de respeito com a falta de discernimento, de informação, de saber o que estão afirmando. Isto é ignorância!
Ninguém sabe de tudo. Quando algo nos incomoda ou nos opomos a algum acontecimento ou ideia, podemos expressar nosso desconforto ou nossa desaprovação, ou ainda nosso questionamento. Porém, na posição de indagadores que querem entender determinada situação. Alguns ultrapassam esse limite razoável e imediatamente já se colocam como juízes de algo, proferindo suas sentenças sem nem saber se o alvo é realmente aquele e todas as circunstâncias de um fato. Esse é o problema!
Em Capão do Leão, tanto entre os que postam suas opiniões, quanto aqueles que as comentam nas redes sociais, a falta de discernimento é generalizada. O escritor italiano Umberto Eco afirmava que "as redes sociais deram voz aos imbecis". E não há como não concordar com esta sentença. Tem coisa que salta aos olhos de tão absurda. Mas daí pode se pensar assim: bem, quem sabe melhor tem que esclarecer então! Só que infelizmente não é assim. Quem não gosta de ser contrariado nos seus absurdos, tende a atacar usando subterfúgios comuns como "cupincha do governo tal", "alienado", "acomodado", "coxinha", "petralha", entre outros adjetivos.
Penso que, devido aos exemplos que abundam semanalmente nos principais espaços de comunicação nas redes sociais, uma prudente observância crítica daquilo que é postado e comentado é mais do que necessária para pessoas que querem ser mais esclarecidas, sem deixar de ser questionadoras. Como muitos vão na onda do "falar mal por falar mal", muita coisa distorcida está virando verdade. Não é um apelo à passividade. Para que não se perca o propósito de construir as coisas para o melhor, cumpre ser crítico diante da própria crítica.
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016
Projeto Cultura em Movimento
No próximo domingo, 28 de Fevereiro, a partir das 15 horas, na Praça do Loteamento Municipal da Figueira (Cerro do Estado) estará ocorrendo o evento "Projeto Cultura em Movimento". Uma das atrações do evento é o ônibus-biblioteca que estará instalado no local. As atrações incluem ainda: shows musicais, mateada com erva-mate B1, brinquedos infantis e serviços de saúde (verificação de pressão arterial e teste de glicose).
Outro interessante programa para o fim de semana!
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