"Em Novo Hamburgo falleceu o cidadão Delfino Heimburg, filho do sr. Franz Heimburg, pertencente á firma commercial d'esta praça Heimburg, Schmitt & Valladares.
História, Genealogia, Opinião, Onomástica e Curiosidades.Capão do Leão/RS. Para informações ou colaborações com o blog: joaquimdias.1980@gmail.com
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domingo, 31 de janeiro de 2021
Delfino Heimburg
"Em Novo Hamburgo falleceu o cidadão Delfino Heimburg, filho do sr. Franz Heimburg, pertencente á firma commercial d'esta praça Heimburg, Schmitt & Valladares.
sábado, 30 de janeiro de 2021
O Covil das Almas Penadas
Por José Antônio Moraes de Oliveira
Havia um velho peão, chamado Fermino, que cuidava das ovelhas nas terras de meu avô. Ele tinha o dom de contar estórias como ninguém. Conhecia muitas lendas dos tempos antigos e até mesmo aquelas que tiravam o sono dos adultos nas noites de ventania. Ao redor do fogão, arrumando as brasas com o atiçador nos olhava em silêncio e então começava:
"- Era uma vez, um homem que sabia amansar animais com um simples toque de sua viola. Seu nome era João sem Roupa, vestia um poncho preto e só viajava à noite, quando todos estavam dormindo...(...)."
***
Ele estava proibido de assustar a criançada com almas-do-outro-mundo, mas eram essas que Fermino mais gostava de contar. Eram também as estórias que mais apreciávamos - mesmo tremendo de medo na hora de dormir. Fermino começava leve, com lendas como a do Negrinho do Pastoreio ou da Salamanca do Jarau. Mas sempre guardava o melhor para o final. Como quando contava o caso do amaldiçoado Covil das Almas, que os mais velhos diziam que não passava de estória-para-boi-dormir.
Mas quem ouvia o Fermino contar aqueles casos, com a voz pausada e grave, acreditava em cada palavra:
"- Aconteceu em um lugar na encosta da serra, chamado Capão do Leão. Em uma noite de raios e trovões índios charruas atacaram e incendiaram um acampamento dos invasores espanhóis. Os soldados sobreviventes se esconderam em uma caverna nas proximidades. Lá enterraram um baú carregado de dobrões de ouro. E por precaução, também enterraram espadas, lanças e armaduras, para não serem reconhecidos pela indiada. Mas não conseguiram encontrar a saída da caverna e morreram sufocados. A lenda diz que foi uma maldição lançada pelo pajé dos charruas. Anos mais tarde, chegaram aventureiros e caçadores de tesouros em busca do ouro. Mas todos e cada um deles, ao procurar sair da caverna morreram vítimas da maldição."
Fermino então fazia uma demorada pausa, mexia nas brasas e encerrava:
"- Desde então, o lugar se chama Covil das Almas Penadas. Mas até hoje de quando em vez, alguém encontra uma moeda de ouro no meio da mata."
Extraído do link: https://coletiva.net/colunas/covil-,377048.jhtml
Manoel Pedro Toledo
"Em Pelotas falleceu, aos 26 annos de idade, o cidadão Gentil de Menezes, impressor das officinas do Diario Popular.
sexta-feira, 29 de janeiro de 2021
Moradores de Pelotas em 1888
Distante de ser um recenseamento completo dos moradores de Pelotas no período, nosso esforço foi o de, através de consulta aos jornais da época disponíveis na web, listar o quanto fosse possível de nomes relacionados à cidade, bem como inserindo as informações adjuntas que encontramos. Todavia, na maior parte dos casos, encontramos somente os nomes. De forma geral, quando usamos a denominação "morador" queremos dizer literalmente isso: apenas constatamos que o indivíduo citado viveu em Pelotas, mas não encontramos mais dados sobre sua ocupação, nacionalidade ou outros. A propósito, quando listamos "Fulano de Tal & Fulana de Tal", justamente com o uso do "&" queremos dizer que os indivíduos são casados. Esperamos contribuir de alguma forma para pesquisas genealógicas e historiográficas, mesmo que de modo muito modesto. Obs.: respeitamos a grafia encontrada na época.
José Pinós
"Ás 9 horas da manhã de hontem falleceu n'esta capital, repentinamente, o estimado cidadão nosso amigo José Pinós, natural da Hespanha e chefe de um distincta familia em que contamos dedicados co-religionarios.
quinta-feira, 28 de janeiro de 2021
Imigração europeia tardia no Brasil
Maria Luiza de Castro Araujo
"Pesado lucto reveste uma distincta familia pela qual temos a grande consideração e respeito de que ella é merecedora.






