281. Vélis, Véliz - não confundir com seu homônimo espanhol. Pode também derivar do kunza e significar uma espécie de lebre ou coelho.
282. Vilamani - do quéchua e do aimará. Aquele que foi convidado por um parente. Refere-se a uma pessoa que passa a habitar na casa de alguém por seus laços de parentesco, sem necessariamente ser parente de linhagem direta, como uma espécie de "primo distante".
283. Vilca - do quéchua e do aimará. Referência a medicamento, ou coisa sagrada, por extensão, qualquer coisa envolvida num ritual ou que se dá uma identificação ao sagrado, transcendental.
284. Vilche - do aimará. Vermelho, cor semelhante ao sangue. Pode ainda ter uma vertente mapuche e corresponder a cobra.
285. Villa - não confundir com seu homônimo ibérico. Pode vir do cacán e corresponder a uma espécie de lebre.
286. Villatarco - vincula-se ao significado anterior em cacán. Significado: lugar em que se encontra uma espécie de lebre e um jacarandá.
287. Vilte, Vilti - Falcão, águia, águia pequena, falcão. Uma forma genérica no quéchua e no atacamenho para aves de rapina.
288. Vinchaca - do quéchua. Aquilo que sobe, ascende. Ou ainda, uma espécie de adorno de cabeça.
289. Wayar - do quéchua. Uma planta do gênero Mutisia, da família das Asteráceas.
290. Yampe - no kunza, o mesmo que suave. No aimará, uma espécie de balsa feita a partir da totora (Scirpus californicus). No quéchua, uma espécie de enxada.

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