sábado, 6 de janeiro de 2018

A tradição francesa da Festa de Reis


Nos países católicos da Europa, a Festa dos Reis (ou Santos Reis), ou Epifania, era a terceira e final das comemorações do chamado ciclo natalino (a ela se juntam obviamente o Natal e o Ano Novo). Na Península Ibérica, a celebração da Festa dos Reis em 06 de janeiro ainda persiste como traço cultural em pequenas povoações e o fato também é verificado em outros lugares da Europa e também na América Latina. Cada lugar possui um modo peculiar de manter a tradição com diversos tipos de folguedos ou costumes. 

No entanto, é na França que se encontra uma curiosa tradição relacionada a um prato típico da data: a galette des rois! Literalmente, o nome do prato em língua portuguesa pode ser traduzido como "hóstia dos reis", mas simplificando pode ser interpretado como "torta dos reis" ou "bolo rei francês". A peculiaridade consiste que a galette des rois é servida do seguinte modo: a família se reúne e o filho mais novo vai destinando a fatia da torta a cada um dos membros conforme a sua própria vontade. No interior da massa da torta há um feijão. Aquele que for simbolicamente "premiado" com o feijão em sua fatia, é declarado o "rei" e recebe uma coroa de papelão ricamente decorada com ornamentos dourados. Porém, o encargo do "rei", além de ser o condutor da festividade, será o de, no próximo ano, ele mesmo banquetear os convidados na Festa de Reis.

Para saber mais sobre a receita, segue um link com a adaptação da galette des rois em português: Galette des Rois 

sexta-feira, 5 de janeiro de 2018

Matheus Gomes Vianna


Por Fernando Osório

"Nasceu aos 14 de setembro de 1809; faleceu em 1839. Era filho do Tenente Balthazar Gomes Vianna e de D. Joana Margarida da Silveira. Teve alguma instrução primária e secundária haurida nas aulas dirigidas pelo Pe. Felício e Francisco Condal. Destinado, contra sua vontade, ao comércio, foi empregado na loja de fazendas de Luiz Marques (Rua do Comércio, hoje Félix da Cunha), estabelecendo-se, mais tarde, por sua conta, casando-se então com D. Maria Francisca Antunes Maciel. 

Por várias vezes foi eleito vereador, tendo sido presidente da Câmara Municipal. Foi o primeiro promotor público de Pelotas (1835). Por convite do Cel. Bento Gonçalves e do Gal. Netto (1835) aderiu à causa da revolução no posto de major (que já tinha na Guarda Nacional). Terminada a primeira fase da revolução, tendo se retirado para a côrte o então presidente da província, Antonio Fernandes Braga, e vindo para esta, por nomeação do governo, o Dr. Araújo Ribeiro, a este apresentou-se o Maj. Matheus Gomes Vianna, manifestando-se-lhe monarquista. Inteligente e habilitado, o Presidente Araújo Ribeiro convidou-o para seu secretário, cargo esse que Vianna exerceu com dignidade.

Reviravolta política trouxe à direção dos negócios públicos o partido - corcundo vermelho - ; foi nomeado presidente da província o Gal. Antero J. de Brito, que ao assumir o seu posto  prendeu e deportou para o Rio de Janeiro o Dr. Araújo Ribeiro. Os liberais partidários do ilustre decaído foram perseguidos, sendo muitos deles presos e deportados; o Maj. Matheus Vianna foi do número dos marcados: foi preso e conduzido para Porto Alegre. 

O Gal. Antero, porém, preso pelos farrapos, foi substituído no governo pelo Dr. Saturnino, que relaxou da prisão o Maj. Vianna; o Dr. Saturnino foi, por sua vez, substituído pelo cidadão Nunes Pires, que novamente chamou para secretário do governo provincial o recente preso. Nesse ínterim livrou-se ele de ser assassinado, de dia, em plena rua, pela intervenção enérgica do então Maj. Osório, o futuro Marquês do Herval.

Advogou também no foro desta cidade, adquirindo nomeada; daí adveio-lhe a alcunha simpática de - Matheusinho das leis. Ainda quando secretário do governo, adoeceu gravemente e retirou-se para o Rio Grande, onde faleceu aos trinta anos de idade, deixando com seis meses apenas de nascido o único filho, Francisco Antunes Gomes da Costa, o venerando Sr. Barão do Arroio Grande."

quinta-feira, 4 de janeiro de 2018

O mastro do navio da casa de Ponte d'Uchoa

"Acostumaram-se os recifenses moradores da linha que outrora se chamou a 'Principal' - a do trem que ia dos sobrados do centro às matas suburbanas de Dois Irmãos - a ver diante do casarão gótico de Ponte d'Uchoa - casarão gótico que, reformado, é hoje o palacete do médico e milionário luso-pernambucano Manuel Batista da Silva - um alto mastro de antigo navio a vela. Durante longos anos aí esteve o mastro misterioso.

Do casarão se diz que o levantou velho comandante inglês de navio enriquecido no comércio, uns dizem que de bacalhau, outros que da farinha de trigo. Sentimental como todo bom inglês, quando resolveu residir no Recife - cidade que sempre teve seu it para ingleses, um dos quais deixou-a, há pouco, choroso como um desesperado que deixasse sua Pasárgada - não foi capaz de separar-se do mastro do navio a vela. O mastro do navio que durante anos comandara por mares do Norte e águas do Sul. De modo que diante da casa bizarramente gótica - tão bizarra que os cronistas do meado do século XIX registraram com espanto o seu aparecimento no meio do arvoredo caboclo - ergueu o inglês aquele mastro, como se ali houvesse encalhado para sempre seu navio: navio bom e romântico do tempo da navegação a vela. E ali ficou o mastro até que o transferiram para o Country Club, onde ainda está.

Contou-me há anos velho 'inglês' - inglês já de água doce, pois, nascido no Brasil e casado com brasileira, falava inglês com sotaque pernambucano - que, por algum tempo, o mastro teve fama de mal-assombrado. Quem passasse tarde da noite pelo casarão ermo via no alto do mastro angulosa figura que alguns supunham de marinheiro inglês, pois inglês fora o navio de que a saudade do antigo comandante arrancara o mastro.

Na mesma área do Recife onde se ergueu durante anos esse mastro de navio velho, no qual mais de um recifense antigo cuidou ver, noite de escuro, fantasma do inglês saudoso do seu barco, apareceu, anos depois, a uma meninota brasileira chamada Lurdinha, um vulto esbranquiçado que lhe pareceu fantasma; e fantasma também de inglês, todo de dólmã branco, sapatos como os dos ingleses jogarem tênis. Fantasma de um mister B., que se soube depois ter morado na casa onde morava a família de Maria de Lurdes.

O fantasma que a moça, garantiu a família ter visto com olhos de pessoa acordada era, com efeito, britanicamente correto. Desapareceu logo que descobriu estar assombrando uma simples menina. Não pediu missa: mesmo porque parece que mr. B fora em vida protestante. Não apontou para móvel ou parede alguma: nem era natural que o fizesse, pois devia ter suas economias em banco solidamente inglês. Não fez um gesto. Não fez um ruído. Simplesmente apareceu à menina chamada Lurdes. Aliás nessa mesma casa, a outra família, a família F.L. - dizem ter aparecido um fantasma de bebezinho brincalhão. Talvez inglês como mr. B. Só fazia brincar. Não assustava ninguém. Espécie de irmão do fantasmazinho do menino feliz de outra casa de Boa Vista do qual mais adiante se falará."

Fonte: FREYRE, Gilberto. Assombrações do Recife velho. Rio de Janeiro: Record, 1987, p. 63-65.

quarta-feira, 3 de janeiro de 2018

Barão de São Luís


Por Fernando Osório

"Dr. Leopoldo Antunes Maciel. - Nascido em 1850, nesta cidade (nota nossa: Pelotas), formou-se pela Academia de Direito de S. Paulo em 1870, companheiro de turma de Rodrigues Alves, Afonso Pena e Ruy Barbosa. O 'Correio Mercantil' de Pelotas, noticiando o seu falecimento, ocorrido a 5 de maio de 1904, dedicou-lhe estas palavras: 'Ao encetar-se a gloriosa campanha da liberdade dos escravizados, elegeram-no presidente do Centro Abolicionista e foi dos primeiros a dar o exemplo de desprendimento pessoal, por amor ao próximo, pois incorporou ao proletariado pelotense 20 dos que então eram párias dentro da pátria, quando o 13 de Maio de 1888 não era ainda a maior data da nacionalidade brasileira. O gabinete presidido pelo imortal Dantas, concedendo-lhe o título de barão, em 1886, não tornou mais nobre o seu nome de família. Ao libertar-se o município de Pelotas, foi-lhe oferecida, pelo Centro Abolicionista, a bandeira da humanitária agremiação, legado preciosíssimo que conservou e que será doado à Biblioteca Pública.

Por solicitação do Clube Caixeiral, em 1873, conseguiu da Câmara Municipal, presidida pelo extinto cidadão João Theodosio Gonçalves, uma postura determinando o fechamento das casas comerciais aos domingos e dias santos, obtendo também que a Assembléia Provincial aprovasse a mesma postura. Essa revelação de simpatia pela classe caixeiral valeu-lhe uma entusiástica manifestação por parte de empregados do comércio, os quais o mimosearam com uma pena de ouro. 

De 1878 a 1881, ocupou o cargo de Presidente da Câmara Municipal. Além de outras obras de real valor, a sua administração recomenda-se pela construção do Edifício da Intendência Municipal. Ao atual Liceu de Agronomia e Veterinária (hoje Escola Prática de Comércio) ligou também o seu nome de benemérito, pois êsse edifício foi doado ao povo de Pelotas pela respeitável família do extinto. À Biblioteca Pública, ao Asilo de Órfãs e outras instituições caritativas, de instrução ou de recreio, também prestou os mais desinteressados serviços. O remodelamento do asilo foi um dos seus labôres mais eficazes e de mais alta recomendação social.

Em 1882, ocupando o alto pôsto de Vice-Presidente da Província, veio a Pelotas e inaugurou as obras da desobstrução do S. Gonçalo, compreendendo a abertura do canal da Seitia. Comandante superior da Guarda Nacional, nessa delegação de inteira confiança política, se manteve até 1890, quando foi suspenso pelo Govêrno provisório da República. Reassumiu-o, porém, em 1891, ao dar-se o movimento contra o golpe de Estado. Por essa ocasião, organizou uma fôrça de 1200 homens, acampando no Fragata, por achar-se a cidade ocupada pelo 18o. Batalhão de Infantaria, fiel ao Mal. Deodoro. De perto o acompanhamos nas campanhas que afervoram o civismo, e por isso bem podemos dizer qual o grau da sua superioridade moral'.

A Intendência Municipal, a Biblioteca Pública, os Clubes Comercial, Caixeiral e o Liceu de Agronomia conservaram a bandeira a meia haste, com sinal de luto pelo falecimento do Barão de S. Luís."

terça-feira, 2 de janeiro de 2018

Marechal Hermes da Fonseca em Capão do Leão


A excursão do marechal

Maria Gomes, Capão do Leão e Theodosio são povoados preferidos pela população de Pelotas para veranear, e pontos de partida para varias estancias d’aquelle e dos municípios visinhos.

(...)

Em todas as estações, além de Serro Chato, especialmente Maria Gomes e Capão do Leão, havia, aguardando a passagem do trem, um grande concurso de exmas. Famílias e co-religionarios. E quando o trem, por necessidade do serviço, fazia alguma pequena parada, o carro em que viajava o marechal era logo assediado, e de todos os lados partiam calorosos vivas.”

Fonte: A FEDERAÇÃO, 12 de abril de 1910, p. 1, c. 3-6


Nota: A visita ao Capão do Leão se deu na manhã do dia 07 de abril de 1910. Dentre as várias pessoas que acompanhavam a comitiva do Marechal Hermes da Fonseca, contava-se o Presidente do Estado do Rio Grande do Sul, Borges de Medeiros, e o senador gaúcho Pinheiro Machado.

segunda-feira, 1 de janeiro de 2018

Lista de moradores no Capão do Leão entre 1872 e 1937


Muito distante de ser um recenseamento completo, os dados compilados procuraram listar moradores da área do atual município de Capão do Leão, no período de 1872 (ano em que começam a ser registrados algumas moradores nominalmente, isto é, não que não houvesse pessoas anteriormente) e 1937, de forma extremamente breve, com o intuito de gerar desdobramentos de pesquisa. Para tanto, utilizamos dados que já tínhamos de nossas pesquisas e outros mesmos disponíveis em hemerotecas digitais da web. As fontes utilizadas foram os periódicos: A Opinião Pública, Diário Popular, A Federação, O Constitucional, A Discussão, Diário de Pelotas, A Alvorada, Jornal do Dia, do Rio Grande do Sul; Monitor Campista, Novo e Completo Indice Chronologico da Historia do Brasil, A Reforma: Órgão Democrático, Gazeta de Notícias, Correio do Brazil, O Mercantil, Jornal do Commercio, Jornal do Brasil, O Paiz, Correio da Manhã, Il Bersaglie, Almanak-Henault, Vida Carioca, Carioca, do Rio de Janeiro; Correio Paulistano, de São Paulo; Diário do Maranhão, do Maranhão; Jornal de Recife, de Pernambuco; Le Monde, de Paris.

Década de 1870
  1. Eduardo Freitas, uruguaio, morador, 1872
  2. Benjamin Richard, francês, proprietário de uma casa de negócio, 1872
  3. M. Luz, francês, proprietário de uma venda, 1872
  4. Domingos de Souza Mursa, português, criador de aves, 1872
  5. Francisca Maria da Costa, brasileira, moradora, 1873
  6. Florentino Antonio dos Santos, proprietário de um potreiro, 1877
  7. Benito Miller, alemão, agricultor, 1877
  8. Bernardino Vieira dos Santos, morador, 1877
  9. Antonio de Moraes Pacheco, lavrador no Boquête, 1877
  10. Clementino Correa de Freitas, lavrador no Quilimaco, 1877
  11. João Rodrigues Alves, tropeiro no Quilimaco, 1877
  12. João Antunes da Porciuncula, lavrador no Boquête, 1877
  13. José Rodrigues de Lima, lavrador no Quilimaco, 1877
  14. Luiz Correa de Freitas, lavrador no Quilimaco, 1877
  15. Manoel Mathias Vieira, lavrador no Quilimaco, 1877
  16. Marcellino Corrêa dos Santos, lavrador no Quilimaco, 1877
  17. Nuncito Felix de Vasconcellos, lavrador no "Matto Grande" do Capão do Leão, 1877
  18. Propicio Vieira de Souza, lavrador no Quilimaco, 1877
  19. Reginaldo Rodrigues da Luz, lavrador no Quilimaco, 1877
  20. Tiburcio Corrêa de Souza, lavrador no Quilimaco, 1877
  21. Antero Pereira das Neves, lavrador no Boquête, 1877
  22. Alboino Barbosa Corrêa, lavrador no Passo da Eira, 1877
  23. Bento Barbosa Corrêa, negociante de bois no Passo da Eira, 1877
  24. Brizido Nunes Garcia, tropeiro no Passo da Eira, 1877
  25. Candido Barbosa de Menezes, lavrador no Passo das Pedras, 1877
  26. Camillo Barbosa de Menezes, lavrador no Passo das Pedras, 1877
  27. Camillo Barbosa de Vasconcellos, lavrador no Passo das Pedras, 1877
  28. Clandistino Silveira da Rosa, carreteiro na Ilha do Pavão, 1877
  29. Eduardo Nunes Garcia, tropeiro no Passo da Eira, 1877
  30. Elias Barbosa de Oliveira, carreteiro na Ilha do Pavão, 1877
  31. Francisco Barbosa de Vasconcellos, lavrador na Coxilha dos Barbosas, 1877
  32. Graciano Barbosa de Menezes, lavrador na Coxilha Florida, 1877
  33. Ismael Ignacio Barbosa, lavrador no Passo das Carretas, 1877
  34. Ismael Barbosa de Vasconcellos, lavrador na Ilha do Pavão, 1877
  35. Ismael Barbosa de Oliveira, carreteiro no Canto Grande, 1877
  36. Izidro Pereira das Neves, lombilheiro no Boquête, 1877
  37. José Barbosa de Vasconcellos, lavrador no Canto Grande, 1877
  38. João Manoel Barbosa, lavrador na Coxilha Florida, 1877
  39. Joaquim Ignacio Barbosa, lavrador no Passo da Eira, 1877
  40. Leovigildo Barbosa de Menezes, lombilheiro na Coxilha Florida, 1877
  41. Manoel Antonio de Castilho, trabalhador jornaleiro na Ilha do Pavão, 1877
  42. Manoel Barbosa de Menezes, lavrador no Passo da Eira, 1877
  43. Manoel Ignacio Barbosa, lavrador na Coxilha dos Barbosas, 1877
  44. Manoel Barbosa de Oliveira, lavrador na Ilha do Pavão, 1877
  45. Manoel Barbosa de Menezes Filho, lavrador no Passo da Eira, 1877
  46. João Manoel Barbosa (filho), lavrador no Passo da Eira, 1877
  47. Manoel Felix de Vasconcellos, lavrador no Boquête, 1877
  48. Manoel Joaquim Barbosa, trabalhador jornaleiro no Passo das Pedras, 1877
  49. Serafim João Barbosa, lavrador no Rincão da Palma, 1877
  50. Serafino Barbosa de Oliveira, lavrador na Ilha do Pavão, 1877
  51. Theodoro Ignacio Barbosa, lavrador na Coxilha das Barbosas, 1877
  52. Israel Ferreira de Araujo, lavrador no Passo das Pedras, 1877
  53. Leonel Simplicio da Rosa, lavrador no Passo das Pedras, 1877
  54. Luiz Verissimo da Rosa, lavrador no Passo das Pedras, 1877
  55. Manoel de Paula Vieira, lavrador no Passo das Pedras, 1877
  56. Rafael Luiz do Couto Filho, carreteiro no Passo das Pedras, 1877
  57. Torquato Nunes Garcia, negociante no Passo das Pedras, 1877
  58. Desiderio Teixeira Pinto, lavrador nas Figueirinhas, 1877
  59. Manoel Machado de Souza, lavrador nas Figueirinhas, 1877
  60. Manoel Jorge Chaves, empregado na Hydraulica Pelotense, 1877
  61. Serafim Machado de Souza, lavrador nas Figueirinhas, 1877
  62. Antonio da Cunha e Silva, lavrador no Passo do Descanso, 1877
  63. Antonio Marques da Silva, carpinteiro no Passo do Descanso, 1877
  64. Francisco Antonio da Silva, proprietário rural, 1878
Década de 1880
  1. Comba Maria da Conceição, escrava alforriada, 1881
  2. Lucas da Cunha, morador, 1882
  3. Manoel Rodrigues da Silva, morador e dono de uma estalagem, 1883
  4. Joaquim Figueiredo, português, lenhador no denominado "Capão Grande", 1884
  5. Comendador Mâncio Ribeiro, proprietário da Estância das Pedras, 1885
  6. Cezar Augusto Bertolini, italiano, minerador, 1886
  7. Jeronymo Bertolini, italiano, minerador, 1886
  8. Pompeu Guidugly, italiano, minerador, 1886
  9. Ernesto Augusto Gernsgross, alemão, proprietário de terras, 1887
  10. Philippino Hoffmann, alemão, negociante de lenhas, 1888
Década de 1890
  1. Nicoláo Luiz da Motta, professor na aula pública da Estação do Capão do Leão, 1890
  2. Bernardina Soares Maia, proprietária de chácara, 1892
  3. Manoel Ignacio Martins, morador, 1892
  4. Alberto Martins, morador, 1892
  5. Manoel Francisco Moreira, morador, 1892
  6. Barão de Santa Thecla, proprietário rural, 1892
  7. Ricardo Yates, irlandês, morador, 1892
  8. Marcellino Bandeira, morador, 1893
  9. José Maria Larat, francês, morador, 1893
  10. Laurelino Martins, pardo, mineiro na pedreira próximo à estação, 1895
  11. João Mann, alemão, comerciante, 1897
Década de 1900
  1. Genebra Cortegoso Viana, professora da 17a. aula mixta do Capão do Leão, 1901
  2. Ildefonso Badia, venerável grão-mestre da Loja Maçônica Lealdade, 1902
  3. Rodolpho Barcellos de Amorim, secretário da Loja Maçônica Lealdade, 1902
  4. Honorina da Costa Castilhos, proprietária de chácara, 1902
  5. Manoel Guttieres, morador, 1903
  6. Major Joaquim da Cunha e Silva, morador, 1903
  7. Francisco Antônio Macalão, proprietário de chácara, 1903
  8. Giacomo Gotuzzo, italiano, dono do Restaurante Familiar, 1903
  9. Tenente-coronel Francisco de Paula Lima, proprietário de chácara, 1904
  10. Militão Alves, trabalhador rural, 1904
  11. Capitão José da Cunha Guerra, proprietário de chácara, 1904
  12. João Pinto de Sousa, negociante, 1904
  13. Hugo Muenzer, professor da 3a. escola para meninos, 1906
  14. Eduardo C. Pinto, proprietário de uma pedreira, 1906
  15. Frederico Spitzer, alemão, professor de latim, 1907
  16. Mauricio Marcellino Rodrigues & Eugenia Piegas Rodrigues, proprietários de chácara, 1907
  17. Manoel Ignacio Martins, morador, 1907
  18. Xisto Silva, guarda-freios da Viação Férrea, 1908
  19. Affonzo Petrucci, italiano, proprietário de chácara, 1908
  20. Geraldo Petrucci, italiano, proprietário de chácara, 1908
  21. Felix Cadart, francês, mineiro na Pedreira Bastide, 1909
  22. João Politti, italiano, mineiro na Pedreira Bastide, 1909
  23. Silvestre de Fontoura Calvão, membro da Loja Maçônica Lealdade, 1909
  24. Manoel Geminiano da Luz Costa, membro da Loja Maçônica Lealdade, 1909
  25. Henrique Frederico Wetzel, membro da Loja Maçônica Lealdade, 1909
Década de 1910
  1. Salvador Alves, funcionário da Viação Férrea, 1910
  2. João Norberto Cunha, mineiro na Pedreira da Companhia Francesa, 1910
  3. Taurino Siqueira, mineiro na Pedreira da Companhia Francesa, 1910
  4. Rosa Vieira, proprietária de chácara, 1910
  5. Capitão Guilherme Bormann, proprietário de chácara e chefe da seção meteorológica, 1910
  6. Eduardo Traverssi, proprietário da Pedreira Traverssi, 1910
  7. Miguel Brigante, escultor, 1910
  8. Alcides Medeiros, chefe da estação ferroviária do Theodósio, 1910
  9. Heleodoro Setembrino Xavier, proprietário de chácara no Capão do Leão e dono de indústria em Pelotas, 1910
  10. Garibaldi Albo, italiano, comerciante na Pedreira da Companhia Francesa, 1910
  11. Arthur Reis, proprietário de chácara, 1910
  12. Alfredo da Silva Tavares, médico e proprietário de chácara, 1910
  13. Pedro Bormann, proprietário de chácara, 1910
  14. Antonio Aguiar, proprietário de chácara, 1910
  15. Angelo Zanotta, italiano, proprietário de chácara, 1910
  16. Agenor Grecco de Freitas, proprietário de chácara, 1910
  17. Hamilton Grecco de Freitas, proprietário de chácara, 1910
  18. Antonio Silva Ferreira, proprietário de potreiro, 1910
  19. Lourenço Vinholes, proprietário de potreiro, 1910
  20. Adalberto Heeb, padre residente na Capela Santa Thecla entre 1909 e 1910, 1910
  21. Pedro Salengue, proprietário de chácara, 1910
  22. José Mendes, proprietário da Pedreira Mendes, 1911
  23. João Frisauco, austríaco, mineiro na Pedreira Mendes, 1911
  24. Pedro Turi, médico, 1911
  25. Capitão Florencio Fagundes dos Reis, proprietário de chácara, 1911
  26. Atanagildo Miranda, trabalhador jornaleiro, 1911
  27. Carlos Alves, trabalhador rural, 1911
  28. Coriolano Alves, trabalhador rural, 1911
  29. Florduardo da Costa Medeiros, comerciante, 1911
  30. João Alves Otten, fiscal de alfândega, 1911
  31. Felicio Goulart, trabalhador jornaleiro, 1911
  32. Antonio Santos, português, empregado da chácara de Antonio Aguiar, 1911
  33. Luiz Barthel, mineiro da Companhia Francesa, 1911
  34. João Bertoi ou Bertoy, proprietário de um galpão e dono de um comércio de secos e molhados, 1911
  35. Alberto Netto, morador, 1911
  36. Ernesto Palacios, espanhol, mineiro da Companhia Francesa, 1911
  37. João Senna, mineiro da Companhia Francesa, 1911
  38. Léon Bastide, francês, comerciante e dono de uma pedreira, 1911
  39. Laudelino Soares, morador, 1911
  40. Pedro Duarte, morador, 1911
  41. Alexandre Francini, italiano, mineiro na Pedreira da Companhia Francesa, 1911
  42. Fabricio Mello, morador, 1911
  43. Júlio Britto, morador, 1911
  44. Antonio Maria de Mello, proprietário de chácara, 1911
  45. Severiano Nunes, morador, 1911
  46. Alfredo Peres, trabalhador jornaleiro, 1911
  47. Antonio Carolino Vargas, morador, 1911
  48. Coronel Alberto Rosa, proprietário de chácara e criador de bovinos e suínos, 1911
  49. Eduardo Gastal, proprietário de chácara, 1911
  50. Gabriel Gastal, proprietário de chácara, 1911
  51. João dos Reis, trabalhador da estrada de ferro da Companhia Francesa, 1911
  52. Octacillio Valente, morador, 1911
  53. Appolinario Moraes, morador, 1911
  54. Alfredo Santiago, morador, 1911
  55. Venancio Lucas da Costa, morador, 1911
  56. Antonio Maria Mello, português, negociante, & Marina Oliveira, esposa, 1911
  57. Virissimo Machado, português, guarda-freios da Companhia Francesa, 1911
  58. João Carnier, maquinista da Companhia Francesa, 1911
  59. Isidro de Oliveira, empregado da Companhia Francesa, 1911
  60. Percilia Rodrigues de Almeida, moradora, 1911
  61. João Fernandes, operário da Companhia Francesa, 1911
  62. Joaquim Assumpção, proprietário de uma estância, 1911
  63. Annibal de Freitas, operário da Companhia Francesa, 1911
  64. João Pereira, operário da Companhia Francesa, 1911
  65. Domingos Ulysses, guarda-freios da Companhia Francesa, 1911
  66. Louis Bastel, francês, chefe da secção norte de ataque da pedreira, 1911
  67. João Carlos de Oliveira, pardo, morador, 1912
  68. Padre Salvador Miranda, português, vigário no Capão do Leão, 1912
  69. João Albarez, uruguaio, empregado da Companhia Francesa, 1912
  70. Juvenal Fontoura, empregado no comércio, 1912
  71. Carlos Vitolla, italiano, comerciante, 1912
  72. Celestino Alvarez, morador, 1912
  73. Marcelino Vidal, espanhol, operário da Companhia Francesa, 1912
  74. Joaquim Caetano, operário da Companhia Francesa, 1912
  75. Luiz Chereraz, uruguaio, operário da Companhia Francesa, 1912
  76. Genuino Félix, capataz da turma número 37 da Companhia Francesa, 1912
  77. Pedro Jovito, francês, operário da Companhia Francesa, 1912
  78. Alexis Hervy, francês, agente da estação da pedreira, 1912
  79. Basilio Dias, operário da Companhia Francesa, 1912
  80. Luiz Tavares Pereira, engenheiro da Companhia Francesa, 1912
  81. Braz Marcello, operário da Companhia Francesa, 1912
  82. Joaquim Ramos, foguista da Companhia Francesa, 1912
  83. Cesario Senna, italiano, operário da Companhia Francesa, 1912
  84. Innocenzio Favalli, italiano, comerciante proprietário da casa Favalli & Vitola, 1912
  85. Fioravanti Parmigiani, italiano, morador, 1912
  86. Giuseppe Franchini, italiano, morador, 1912
  87. Giovanni Cantarelli, italiano, morador, 1912
  88. Rosa Nisoli, italiana, moradora, 1912
  89. Giuseppe Aversa, italiano, morador, 1912
  90. Bertoldo Fratello, italiano, morador, 1912
  91. Marini Demoro, italiano, morador, 1912
  92. Enrico Bertinetti, italiano, morador, 1912
  93. Domenico Bertinetti, italiano, morador, 1912
  94. Domenico Laner, italiano, morador, 1912
  95. Luigi Elster, italiano, morador, 1912
  96. Eliseo Marnati, italiano, morador, 1912
  97. Giovanni Ferrari, italiano, morador, 1912
  98. Napoleone Ferrari, italiano, morador, 1912
  99. Enrico Fresi, italiano, morador, 1912
  100. Stanislao Poliesti, italiano, morador, 1912
  101. Constantino Lorenzati, italiano, morador, 1912
  102. Antonio Balestro, italiano, morador, 1912
  103. Battista Ferraro, italiano, morador, 1912
  104. Ferdinando Pieraban, italiano, morador, 1912
  105. Gregorio Battesseli, italiano, morador, 1912
  106. Silverio Sanarelli, italiano, morador, 1912
  107. Torquato Cantarelli, italiano, morador, 1912
  108. Giuseppe Pecoraro, italiano, morador, 1912
  109. Clotilde Fernet, italiano, moradora, 1912
  110. Luigi Ferran, italiano, morador, 1912
  111. Gastone Ermaldi, italiano, morador, 1912
  112. Bernardo Giacobbe, italiano, morador, 1912
  113. Sebastiano Roia, italiano, morador, 1912
  114. Francesco Mastrantonio, italiano, morador, 1912
  115. Alfonso Lorenzati, italiano, morador, 1912
  116. Regina Bigliardi, italiano, moradora, 1912
  117. Umberto Netto, italiano, morador, 1912
  118. Luigi Lorenzati, italiano, morador, 1912
  119. Clara M. Selmo, moradora, 1913
  120. José Morales, operário da Companhia Francesa, 1913
  121. José Gonçalves, espanhol, operário da Companhia Francesa, 1913
  122. Izaura Cardoso, moradora, 1913
  123. Jean Guinot, francês, chefe do tráfego da Companhia Francesa, 1913
  124. Alfredo Godinho, morador, 1913
  125. Sylvio Oliveira, morador, 1913
  126. José Ramos Pinto, português, maquinista da Companhia Francesa, 1913
  127. João Manoel dos Santos, operário da Companhia Francesa, 1913
  128. Fernando Paranhos de Castro, operário da Companhia Francesa, 1913
  129. José Francisco Machado, operário da Companhia Francesa, 1913
  130. Corina Lopes, moradora, 1913
  131. Claudio Fontoura de Sousa, operário da Companhia Francesa, 1913
  132. João Eztremoz, argentino, operário da Companhia Francesa, 1913
  133. José Travassos, canteiro da Companhia Francesa, 1913
  134. Pedro Sesto, italiano, operário da Companhia Francesa, 1913
  135. Izauro Machado, operário da Companhia Francesa, 1913
  136. Julieta Godinho, telefonista da Companhia Francesa, 1913
  137. Eduardo Olindo Sicca, italiano, médico, 1913
  138. Pedro Pinheiro, operário da Companhia Francesa, 1913
  139. Otto Helsing, alemão, enfermeiro da Companhia Francesa, 1913
  140. David Feliciano de Aguiar, empregado da Companhia Francesa, 1913
  141. João Marcos Colla, italiano, operário da Companhia Francesa, 1913
  142. Manoel Vieira, operário da Companhia Francesa, 1913
  143. Mário Goulart, agulheiro da Companhia Francesa, 1913
  144. Longuiño Monumento, espanhol, oleiro da Companhia Francesa, 1913
  145. Dyonisio Danmak, russo, operário da Companhia Francesa, 1913
  146. Angelo Trufero Rodrigues, argentino, canteiro e líder sindical, 1913
  147. José Rodrigues Léripes, morador, 1913
  148. Carlos S. Dias, canteiro e líder sindical, 1913
  149. Joaquim Mendonça de Azevedo, proprietário de chácara, 1913
  150. Alfredo Machado, empregado da chácara de Joaquim Mendonça de Azevedo, 1913
  151. Manoel Bandeira, empregado da chácara de Joaquim Mendonça de Azevedo, 1913
  152. Enéas Alves Pereira, morador, 1913
  153. José de Barros, comerciante, 1913
  154. Carlos Ávila, morador, 1913
  155. Gumercindo Xavier, morador, 1913
  156. Eduardo Lemos, morador, 1913
  157. Capitão Pedro Dias, delegado judiciário do Capão do Leão, 1913
  158. Ernesto Fabrica, morador, 1913
  159. Oscar Nachtigall, morador, 1913
  160. Pedro L. Casaubon, morador, 1913
  161. Emilio Corrêa Lopes, morador, 1913
  162. Graciliano Corrêa Lopes, proprietário de chácara, 1913
  163. Modesto Perdomo, chefe da estação ferroviária do Teodósio, 1914
  164. José Faria, operário da Companhia Francesa, 1914
  165. Miguel Carrioni, italiano, operário da Companhia Francesa, 1914
  166. João Beturri, italiano, dono de pensão, 1914
  167. Manoel Semoza, espanhol, morador, 1914
  168. Izidro Steff, ajudante da ferraria da Companhia Francesa, 1914
  169. Rosalvo Gonçalves, morador, 1914
  170. João Paulo Rodrigues, operário da Companhia Francesa, 1914
  171. Augusto Pereira, português, operário da Companhia Francesa, 1914
  172. João Ignacio de Mello, operário da Companhia Francesa, 1914
  173. Miguel Siola Gomes, espanhol, operário da Companhia Francesa, 1914
  174. José Arias, espanhol, operário da Companhia Francesa, 1914
  175. Lucien Huertaux, francês, engenheiro da Companhia Francesa, 1914
  176. Domingos Pedrinho, operário da Companhia Francesa, 1914
  177. Álvaro Moreira Rosa, proprietário rural, 1915
  178. João Biral, espanhol, ferreiro da Companhia Francesa, 1914
  179. Antonio Souza, operário da Companhia Francesa, 1915
  180. Justino Alves, operário da Companhia Francesa, 1915
  181. Capitão Alfredo Ignacio Martins, proprietário de chácara, 1915
  182. Euclydes Barros, maquinista da Companhia Francesa, 1915
  183. Manoel José dos Santos Victoria, comissário do 5o. posto, 1915
  184. Edmond Maire, francês, engenheiro da Companhia Francesa, 1915
  185. Lydio Teixeira, maquinista da Companhia Francesa, 1915
  186. Juan Sosa, uruguaio, operário da Companhia Francesa, 1915
  187. Dmitre Florianescu, romeno, operário da Companhia Francesa, 1915
  188. Athayde Cunha e Silva, morador, 1916
  189. Conde de São Mamede, português, proprietário rural, 1916
  190. Elpídio de Tal, operário da Companhia Francesa, 1916
  191. Capitão Francisco Costa Júnior, dono de um hotel em Capão do Leão, 1917
  192. Maria Dolores Victoria, uruguaia, moradora, 1917
  193. João Fracassi, italiano, operário da Companhia Francesa, 1917
  194. Lucas Pereira, operário de uma pedreira, 1918
  195. Anacleto Nova, uruguaio, operário de uma pedreira, 1918
  196. Germano Barth, morador, 1918
  197. Marília Siqueira Dias, professora da aula subvencionada da Intendência, 1918
  198. Antonio Barros, aluno da aula subvencionada da Intendência, 1918
  199. Luiz Barros, aluno da aula subvencionada da Intendência, 1918
  200. Francisca de Salles Aquini, aluna da aula subvencionada da Intendência, 1918
  201. Darcilla Luz, aluna da aula subvencionada da Intendência, 1918
  202. Elida Peres, aluna da aula subvencionada da Intendência, 1918
  203. Aracy Traversi, aluna da aula subvencionada da Intendência, 1918
  204. Rosa Dervia, aluna da aula subvencionada da Intendência, 1918
  205. Jandyra Oliveira Martins, aluna da aula subvencionada da Intendência, 1918
  206. José Oliveira Martins, aluno da aula subvencionada da Intendência, 1918
  207. Ibirá Costa, aluno da aula subvencionada da Intendência, 1918
  208. Jacy Costa, aluno da aula subvencionada da Intendência, 1918
  209. Perpetuo Garcia, comerciante de pedras, 1918
  210. Jorge Michereffe, agricultor plantador de milho, 1918
  211. Francisco Silva, fornecedor de lenhas, 1918
  212. Belmira Pinto de Oliveira, moradora e proprietária de casas de madeira para aluguel, 1919
  213. Mário Silva, morador, 1919
  214. Dario da Silva Tavares, morador, 1919
  215. Casa Martins & Irmão, galpão para pernoite de carreteiros, 1919
  216. Feliciano Elias, morador, 1919
  217. Alayde Cerda Bréa, professora da aula subvencionada da Intendência, 1919
  218. Capitão Serafim Cassio dos Anjos, morador, 1919
  219. Noé Silveira, morador, 1919
  220. Jayme Ferreira Cardoso, português, comerciante, 1919. Em 1921, aparece como sócio-proprietário da firma Kallweit & Cardoso (produção de carvão vegetal)
  221. Augusto Silveira, morador, 1919
  222. Joanna V. Vargas, proprietária de chácara, 1919
  223. Ida Assumpção Vares, moradora, 1919
  224. Innocencio Victoria, morador, 1919
  225. Jean Carles, francês, chefe da Secção do Capão do Leão das Obras da Barra e Porto de Rio Grande, 1919
Década de 1920
  1. José Farias, guarda da pedreira do Estado, 1920
  2. Francisco Joaquim Moreira, proprietário rural, 1920
  3. Adolfo Kallweit, sócio-proprietário da firma Kallweit & Cardoso (produção de carvão vegetal), 1921
  4. Coronel Theophilo Zeferino Torres, presidente do Centro Republicano Coronel Pedro Osório, 1921
  5. Roque Alta Junior, membro do Centro Republicano Coronel Pedro Osório, 1921
  6. Domingos Xavier da Silva, morador, 1922
  7. Alípio Barbosa, operário das pedreiras, 1922
  8. Francisco Rheingantz, proprietário de estância, 1922
  9. Capitão Carlos Augusto de Assumpção, proprietário da Estância São Carlos, 1922
  10. José Brusque, proprietário da Chácara das Corticeiras, 1923
  11. José Alves de Souza, empregado da diretoria das pedreiras do Capão do Leão, 1923
  12. Juvenal Medeiros da Costa, trabalhador da pedreira, 1923
  13. José Marques, trabalhador das pedreiras, 1923
  14. Anaurolino Marques, morador, 1923
  15. Angelino Domingues de Oliveira, proprietário de uma casa comercial no Quilimaco, 1923
  16. Luiz de Oliveira Vaz, dono de uma cerâmica de telhas e tijoletas, 1923
  17. Benno Hofmann, diretor da Pedreira do Capão do Leão, 1924
  18. Miguel Perez, 2o. escriturário da Pedreira do Capão do Leão, 1924
  19. Onorivaldo Acunha, almoxarife da Pedreira do Capão do Leão, 1924
  20. Pedro Angelo Sol, espanhol, mestre da oficina da Pedreira do Capão do Leão, 1924
  21. João Baptista Alves, maquinista da usina da Pedreira do Capão do Leão, 1924
  22. Dr. José Pereira Lima, médico da Pedreira do Capão do Leão, 1924
  23. Januario Gonçalves, trabalhador jornaleiro da Pedreira do Capão do Leão, 1924
  24. Conceição Vergára de Castro, trabalhador jornaleiro da Pedreira do Capão do Leão, 1924
  25. Severo de Lima Moreira, trabalhador diarista da Pedreira do Capão do Leão, 1924
  26. Wencesláu Gregorio Ximenes, trabalhador jornaleiro da Pedreira do Capão do Leão, 1924
  27. Orlando Medeiros, trabalhador jornaleiro da Pedreira do Capão do Leão, 1924
  28. Nestor Medeiros, trabalhador jornaleiro da Pedreira do Capão do Leão, 1924
  29. Alcemiro Medeiros, trabalhador jornaleiro da Pedreira do Capão do Leão, 1924
  30. Domingos Quadrado, trabalhador jornaleiro da Pedreira do Capão do Leão, 1924
  31. Eduardo Nunes Garcia, trabalhador jornaleiro da Pedreira do Capão do Leão, 1924
  32. Thomaz Aquini, comerciante, & Hyppolita Aquini, esposa, 1925
  33. Professor Pedro J. de Barros, membro do Partido Republicano, 1926
  34. Capitão Florencio Fagundes dos Santos Reis, morador, 1926
  35. Sargento Raymundo Malheiros, músico do Exército, 1926
  36. Utaliz Cunha, contínuo da Pedreira do Capão do Leão, 1926
  37. Dorival Silveira, carpinteiro da Pedreira do Capão do Leão, 1926
  38. Manoel Silveira, carpinteiro da Pedreira do Capão do Leão, 1926
  39. Octacilio Machado, empregado da Pedreira do Capão do Leão, 1926
  40. Irineu Pereira, empregado da Pedreira do Capão do Leão, 1926
  41. Ernesto Medeiros, capataz da Pedreira do Capão do Leão, 1926
  42. Nicola Alexy, italiano, eletricista da Pedreira do Capão do Leão, 1926
  43. Vittorio Mastella, italiano, carpinteiro da Pedreira do Capão do Leão, 1926
  44. Joaquim Ignacio Gomes da Silva, maquinista da locomotiva da Pedreira do Capão do Leão, 1926
  45. Sérgio Pinheiro, aparelhador de vagões da Pedreira do Capão do Leão, 1926
  46. Anarolino Barbosa, maquinista da locomotiva da Pedreira do Capão do Leão, 1926
  47. Donato Faria de Lima, guindasteiro da Pedreira do Capão do Leão, 1926
  48. Basilio Carvalho, guindasteiro da Pedreira do Capão do Leão, 1926
  49. José Maria da Cunha e Silva, criador de cavalos e proprietário de chácara, & Livia da Cunha e Silva, esposa, 1927
  50. Dr. Octacilio Alves Pereira, cirurgião-dentista, 1927
  51. Devadio Pinto, empregado nas pedreiras do Capão do Leão, 1928
  52. Oscar da Silva Rosa, funcionário das pedreiras do Capão do Leão, 1928
  53. Osmar Alves Pereira, chefe da estação ferroviária do Teodósio, 1928
  54. Onofre Suzini, italiano, trabalhador das pedreiras do Capão do Leão, 1928
  55. Antonio Paranhos, agricultor, 1928
  56. Arthur Sanches, proprietário de chácara, & Jesuina Sanches, esposa, 1928
  57. Heleodoro Medina, sub-delegado distrital, 1929
  58. Manoel Francisco de Oliveira, morador, 1929
  59. Manoel Couto, morador e homeopata, 1929
  60. Dario Tavares Filho, proprietário rural, 1929
Para mais uma relação, esta específica da Pedreira do Cerro do Estado: Relação dos Trabalhadores da Pedreira do Cerro do Estado, Capão do Leão/RS em 1928
Década de 1930
  1. Yolanda Pereira, proprietária de chácara, 1931
  2. Alcides Valdez, operário da Companhia Americana, 1931
  3. Guilherme Luiz Saltão, diretor da Viação Férrea no Capão do Leão, 1931
  4. Balbino Barbosa, morador, 1931
  5. Capitão Idylio Manoel dos Santos Victoria, presidente do Centro Republicano Coronel Pedro Osório, 1931
  6. Coronel José Soares Alves Pereira, vice-presidente do Centro Republicano Coronel Pedro Osório, 1931
  7. Guerreiro Victoria, orador do Centro Republicano Coronel Pedro Osório, 1931
  8. Octacilio Alves Pereira, 1o. secretário do Centro Republicano Coronel Pedro Osório, 1931
  9. Severo Herculano de Lima Moreira, 2o. secretário do Centro Republicano Coronel Pedro Osório, 1931
  10. Gentil Rosa d'Ornellas, 1o. tesoureiro do Centro Republicano Coronel Pedro Osório, 1931
  11. Capitão Candido Neves da Silva, 2o. tesoureiro do Centro Republicano Coronel Pedro Osório, 1931
  12. Tenente João Baptista Gomes, diretor do Centro Republicano Coronel Pedro Osório, 1931
  13. Dario Hippolyto Aquini, diretor do Centro Republicano Coronel Pedro Osório, 1931
  14. João Albuquerque Filho, diretor do Centro Republicano Coronel Pedro Osório, 1931
  15. Victor Begeres Coronel, diretor do Centro Republicano Coronel Pedro Osório, 1931
  16. Theophilo Vieira de Medeiros, diretor do Centro Republicano Coronel Pedro Osório, 1931
  17. Abrelino Ayres de Castro, diretor do Centro Republicano Coronel Pedro Osório, 1931
  18. Alvaro de Lima Moreira, diretor do Centro Republicano Coronel Pedro Osório, 1931
  19. Euclydes de Alencar Pereira Pontes, diretor do Centro Republicano Coronel Pedro Osório, 1931
  20. José Pedro Hillal, diretor do Centro Republicano Coronel Pedro Osório, 1931
  21. Bernardino Moreira dos Santos, diretor do Centro Republicano Coronel Pedro Osório, 1931
  22. José Luiz Behocaray, diretor do Centro Republicano Coronel Pedro Osório, 1931
  23. Antonio Paulo Lopes Junior, diretor do Centro Republicano Coronel Pedro Osório, 1931
  24. Major João Manoel Vieira, comissário de contas do Centro Republicano Coronel Pedro Osório, 1931
  25. Antonio Paulo Lopes, comissário de contas do Centro Republicano Coronel Pedro Osório, 1931
  26. Jayme Ferreira Cardoso, comissário de contas do Centro Republicano Coronel Pedro Osório, 1931
  27. Capitão Antonio da Cunha e Silva, comissário de contas do Centro Republicano Coronel Pedro Osório, 1931
  28. Thomaz Jorge Martins, comissário de contas do Centro Republicano Coronel Pedro Osório, 1931
  29. Onorivaldo S. Acunha, comissário de contas do Centro Republicano Coronel Pedro Osório, 1931
  30. Egydio Pizarro, dono de casa comercial, 1931
  31. Patrício Pereira, empregado da Viação Férrea, 1931
  32. Antonio Ferreira, empregado da Viação Férrea, 1931
  33. Antonio Paranhos, empregado da Viação Férrea, 1931
  34. José de Mattos Couto, empregado da Viação Férrea, 1931
  35. Procopio Juvenal Nicola, empregado da Viação Férrea, 1931
  36. Pedro José Hillal, proprietário de uma vivenda, Maria Chediak Hillal, esposa, & Labibe Hillal, filha, 1933
  37. Lélio Martins Falcão, presidente do Centro Republicano Coronel Pedro Osório, 1933
  38. Eduardo Carvalho, diretor do Centro Republicano Coronel Pedro Osório, 1933
  39. Francisco Sainz, diretor do Centro Republicano Coronel Pedro Osório, 1933
  40. Astrogildo Costa, diretor do Centro Republicano Coronel Pedro Osório, 1933
  41. Valdemar B. Antunes, diretor do Centro Republicano Coronel Pedro Osório, 1933
  42. José Corrêa, diretor do Centro Republicano Coronel Pedro Osório, 1933
  43. Ruy Teixeira Victoria, diretor do Centro Republicano Coronel Pedro Osório, 1933
  44. Assis Araújo, diretor do Centro Republicano Coronel Pedro Osório, 1933
  45. Augusto Jahn, diretor do Centro Republicano Coronel Pedro Osório, 1933
  46. Coronel José Soares Alves Pereira, sub-prefeito até 1933
  47. Capitão João Gomes Nogueira, sub-prefeito até 1933
  48. João Rodrigues Segundo, funcionário da Viação Férrea, 1933
  49. Luciano Augusto Cavalheiro, funcionário da Viação Férrea, 1933
  50. Mário Aquini Júnior, funcionário da Viação Férrea, 1934
  51. Maria Florisbella de Azevedo Xavier Barbieri, professora do Grupo Escolar de Capão do Leão, 1937
  52. Nedelande Xavier, morador, 1937
  53. Edmundo Perez, médico, 1937
  54. Vladimir José Bento, morador, 1937
  55. Dario Aquini, morador, 1937
  56. Celina Bento, moradora, 1937
  57. Aurora Bento, moradora, 1937
  58. Nair Fortes, moradora, 1937
  59. Amalia Guerreiro, moradora, 1937
  60. Mário Marques Henriques, agente da Viação Férrea, 1937
  61. Amariense Brizolara, morador, 1937
  62. Narciso Silva, morador, 1937
  63. Etelvino Dias da Silva, morador, 1937
  64. José Ferreira Cardoso, morador, 1937
  65. Antonio Diniz, morador, 1937
  66. João Albuquerque Filho, morador, 1937
  67. Thomaz Jorge Martins, morador, 1937
  68. Coronel José Soares Pereira, proprietário de um solar, 1937
  69. Thomaz Diogo Wanglon, morador, 1937
  70. Luiz Sylvio Deroia, morador, 1937
  71. Severo Ernestino Gomes Moreira, morador, 1937
  72. Rubens Teixeira Victoria, morador, 1937
  73. Manoel Teixeira Victoria, morador, 1937
  74. Manoel Vasques Villa, morador, 1937
  75. Evaristo Cardoso dos Anjos, morador, 1937
  76. Ernesto Joaquim dos Anjos, morador, 1937
  77. Alcides C. Carvalho, morador, 1937
  78. Guido Costa, criador de aves, 1937










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