domingo, 16 de junho de 2019

Projeto História Viva "1a. Roda de Conversa" sobre os movimentos de emancipação do Capão do Leão


Neste sábado, 15 de Junho, durante a tarde, o Instituto Histórico e Geográfico de Capão do Leão promoveu em sua sede social, à Avenida Narciso Silva, no centro do município, o evento "História Viva - 1a. Roda de Conversa" que teve como temática principal os movimentos de emancipação de 1963 e 1981-1982. Contando com a presença de cerca de 40 pessoas, o evento reuniu diversas personalidades que participaram da Emancipação de 1982 e relembrou os fatos relacionados à malograda tentativa de emancipação de 1963. A roda de conversa contou com a coordenação do jornalista e também emancipacionista Gérson Baldassari e o evento foi aberto pelo presidente do IHGCL, Jairo Costa, que cumprimentou a todos e destacou a importância do projeto. Estavam também presentes a vice-prefeita Gilciane Baldassari, o vereador Glei Rodales, o ex-vereador Francisco Adilson Reus Henrique, o ex-secretário de Agricultura Gilnei Vasconcelos, a ex-primeira dama Neythes Madruga, viúva do primeiro prefeito leonense Elberto Madruga, professores, políticos, membros da comunidades, entre outros. Muito produtivo e interessante! O evento foi gravado em áudio e vídeo e deverá estar disponível nos próximos dias no YouTube.
















Sobrenomes Japoneses - Parte 07 - Sobrenomes Ainus


Os ainus ou ainos são um grupo indígena étnico do Japão. Estão distribuídos nas regiões setentrionais de Hokkaido e Tohoku, no Japão, e nas Ilhas Curilas, Sacalina e Península de Kamchatka, na Federação Russa.

1. Anchikar - noite.

2. Kamui - deus.

3. Morueran, Muroran - pequeno declive.

4. Naiporo - ponte sobre o rio.

5. Nitai - floresta.

6. Nupurpet - rio lamacento.

7. Nupuri - montanha.

8. Petkotan - vila do rio.

9. Ponkotan - cidade pequena.

10. Rusut - final da estrada.

11. Satporopet, Sapporo - rio grande e seco.

12. Shikot - grande vale.

13. Toya - costa da lagoa.

14. Upash - neve.

Sobrenomes Japoneses - Parte 06 - sobrenomes de Okinawa


Okinawa é a prefeitura mais meridional do Japão, englobando 169 ilhas, desde Kyushu até Taiwan. Um detalhe especial é que, em boa parte destas ilhas, o japonês não é o idioma predominante, porém as línguas okinawana e kunigami - aliás, embora aparentadas, com muitas diferenças para o japonês.

1. Agaribaru - campo oriental.

2. Agarie - baía oriental.

3. Agarihama - praia oriental.

4. Agarijo, Agarijou - portão oriental.

5. Agarikawa - rio oriental.

6. Agarinaka - relacionamento com o Oriente.

7. Ahane - início das ondas.

8. Aiba - parte do jardim.

9. Amano - campo celestial.

10. Amase - corredeiras chuvosas.

11. Ameku - céu eterno.

12. Amuro - sala da paz.

13. Aragushiku - castelo da paz e da bondade.

14. Aragusuku - castelo verdadeiro.

15. Arakachi - cerca nova.

16. Azuma - leste.

17. Erabu - seleção.

18. Fija - alegria igual.

19. Fukubaru - campo da boa fortuna.

20. Gahara - campo pessoal.

21. Ganiku - aquele que é como o ancião, o antigo, o antepassado.

22. Geruma - a celebração permanece.

23. Gibu - força cerimonial.

24. Guiku - proteção receptora.

25. Gushi - ferramentas para conseguir o que deseja.

26. Gushiki - fabricante de ferramentas.

27. Gushikuma, Gusukuma - entre os castelos.

28. Hae - vento do sul.

29. Haebaru - campo ventoso do sul.

30. Hanagushiku - castelo das ondas.

31. Hanagusuku - castelo da flor.

32. Higaonna - distribuidor de favores que vem do Leste.

33. Hisagai - eterno marisco.

34. Ikegushiku, Ikegusuku - castelo do lado de fora.

35. Kanagushiku, Kanagusuku - castelo dourado.

36. Munan - próxima centena.

37. Naagushiku, Naagusuku - castelo imperial.

38. Shimabuku - ilha bolsa, atol (?).

39. Tamagushiku, Tamagusuku - joiás (?), castelo.

40. Teera - agradável planície.

41. Ufugushiku, Ufugusuku - grande castelo.

42. Wiibaru - acima das planícies.

sábado, 15 de junho de 2019

Exposição dos vestidos das rainhas da Fenadoce no Shopping Pelotas




Está ocorrendo no Shopping Pelotas, em alusão à realização da edição 2019 da Fenadoce, uma exposição com vários vestidos das rainhas da festa de anos anteriores. A entrada é gratuita para esta exposição.

Histórico do Município de Tramandaí/RS


"A primeira estrada que levava ao extremo Sul do Brasil passava pelo nosso rio: Rio Tramandaí.

Não havia ponte, nem balsa. As pessoas passavam em canoas. O gado passava a nado. Os viajantes se abrigavam nos ranchinhos de palha às margens do rio, quando a violência das águas não permitiam a travessia.

Pelo rio Tramandaí passavam:
- padres jesuítas para catequizar índios;
- tropeiros que buscavam gado na região do Prata;
- militares para defender nossas terras;
- aventureiros interessados no contrabando de prata;
- povoadores.

Cama de Vento

Em 1920, data em que os pais de Milton chegaram em Tramandaí, a vila contava com cinco casas cobertas por telhas e diversas com palha de tiririca.

Mas já existiam pequenas pensões e hoteizinhos, dirigidos por famílias que se encarregavam, pessoalmente de receber e de servir os veranistas. O Hotel da Saúde, depois Parque Balneário foi o primeiro a hospedar banhistas na vila.

Os poucos chalés de veraneio significavam 'status' para os proprietários porque a maioria dos banhistas se acomodavam em hotéis. Os chalés de madeira, alguns avarandados, tinham mobiliários simples: cozinha, sala de jantar e quartos com cama de vento. Milton diz que havia muito barco e algumas cadeiras de madeira.

Lavadeiras da faxina

As mulheres dos pescadores, durante o veraneio, tornavam-se lavadeiras de roupas ou arrumadeiras de hotéis. Metidas em longos vestidos e chapelões de palha de abas dobradas. Arregaçavam as mangas até o cotovelo e rumavam cedo para a lagoa da Faxina, localizada aos fundos do Imbé, retornando ao final da tarde.

Meio truculentas, rosto queimado de sol, elas levavam um balaio cheio de roupas na cintura e os filhos pela mão. Traziam tachos, mesas de madeira e batedores de roupas para a Lagoa da Faxina (aterrada anos depois), além de um farnel com posta de peixe seco e farinha para o almoço.

Depois de levar as roupas de tecido de algodão na margem da lagoa, esfregavam-na bem nos estrados de madeira e ferviam alguns em tachos de cobre. As roupas dos veranistas secavam nas cercas de taquara das casas próximas e eram passadas com ferro de brasas. A noite entregavam a roupa perfeitamente engomada.

Fantasias do Mar

A vida social dos veranistas desenvolvia-se nos próprios hotéis, que contratavam orquestras para tocar polcas e valsas às refeições. À noite, após o jantar, os hóspedes 'brincavam e dançavam' até às 22 horas, quando era dado o toque de recolher.

Os hoteleiros e os hóspedes formavam 'grandes famílias' de até 50 pessoas nas temporadas, organizando a programação social com bailes e jogos de cartas. Obedecendo aos costumes da época, os donos de hotéis exigiam que os homens trajassem casacos nos salões, acompanhados de mulheres com saias de renda e babados.

No carnaval, promoviam bailes de fantasia, mais animados mas sem exageros. Alguns grupos de veranistas, coloriam os trajes de banho com papel crepon e entravam no mar, espalhando a fantasia nas águas. O banho da fantasia ocorreu pelos anos 40.

Região Açoriana

Por que o Litoral Norte denomina-se região Açoriana?

Em 1752 vieram casais das Ilhas dos Açores (Portugal) para estancieiros, estes não se preocupavam com agricultura. Os açorianos eram por natureza agricultores, por isso a sua vinda para o sul do país, foi muito importante.

Cultivavam feijão, milho, cevada, alpiste, aveia, ervilha e outros grãos.

Os Pescadores

Pescadores empobrecidos foram chegando de Santa Catarina, e ergueram seus ranchos, às margens do rio Tramandaí. 

Viviam de pesca artesanal, somente pescavam na lagoa e no rio com canoas. Não saíam na barra para pescar no mar. Faziam lances de bagres. Esse peixe era salgado e colocado em varais de taquara para secar. Depois de seco, seguia em fardos, de carreta até Palmares. Dali seguia de vapor até Porto Alegre. Era também vendido nas colônias na costa da serra (Osório, Santo Antônio da Patrulha, Maquiné...).

Os pescadores, inicialmente, fixaram residência na Barra. Este é o bairro mais antigo da Tramandaí.

O Rio Tramandaí

O Rio Tramandaí é importante para o município e para a região pelas seguintes razões:
1 - Foi caminho primeiro para o povoamento do Rio Grande do Sul.
2 - Pela barra do Rio Tramandaí saiu Giuseppe Garibaldi com os lanchões Farroupilha e Seival, em 1939, na Revolução Farroupilha.
3 - Às suas margens formam-se o povoado de pescadores, raízes do nosso município.

A Primeira Capela de Tramandaí

A primeira Capela, em Tramandaí, foi constituída em 1908, no local onde temos, atualmente, o Monumento do Pescador, no cruzamento das Avenidas Emancipação e da Igeja. Deve-se esta construção ao Sr. Comendador Militão Borges de Almeida, homem abastado, muito religioso e que veraneava aqui...

Quano a capelinha foi demolida, em 1954, a cruz de pedra foi levada para o atual cemitério da cidade, colocada sobre um túmulo onde se encontram os restos mortais exumados de uma antigo cemitério que ficava em área próxima ao atual.

Até a década de 40, era o único local religioso do Município. Os veranistas ocorriam à Capelinha que, por ser muito pequena, rapidamente ficava lotada e, então por suas portas, estendia-se para fora, verdadeira multidão que assistia a missa na rua.

Os Alemães

Em 1824, inicia-se a colonização alemã no Rio Grande do Sul. E por volta desta época que eles vêm até o Litoral. No entanto, levou algum tempo para que eles se radicassem em Tramandaí. Com seus costumes, estabeleceram-se com atividades, principalmente, de Hotelaria e Comércio de Material de Construção.

Algumas famílias de origem alemã influenciariam na formação do Município como o Sr. Otto Müller procedente de São Leopoldo com o ramo de Material de Construção e o Sr. Arno Konrath procedente de Sapiranga com o ramo de hotelaria.

Tramandaí desperta como Balneário

No final do século passado (1880-1900) Tramandaí passa a ser procurado por veranistas. Os banhos de mar eram considerados tratamento de saúde. Nessa época surgiram ddois hotéis: Hotel da Saúde e Hotel Sperb.

O Hotel da Saúde situava-se onde hoje está o prédio da Câmara de Vereadores de Tramandaí, Sala Açoriana.

O Hotel Sperb está até hoje na Avenida Emancipação esquina Jorge Sperb.

Primeiramente os veranistas viajavam de carreta para Tramandaí, puxada a bois e levavam de 7 a 8 dias de viagem com pernoites pelo caminho. Mais tarde viajavam em diligências puxadas por cavalos e levaram quase dois dias.

Em 1920 apareceram os primeiros automóveis ônibus.

Economia

Por volta de 1890-1900, quando o número de habitantes era de 40-50 famílias, a economia de Tramandaí baseava-se na pesca artesanal.

A partir da pesca vai-se desenvolver o comércio. A princípio, um comércio, exclusivamente, de compra e venda do peixe e seus derivados.

No início do século, quando o povoado começa a ser procurado como balneário, a economia passa a girar, também, em torno do turismo.

O trabalho artesanal feito, muitas vezes, por mulheres suprindo suas necessidades cotidianas, através do turismo, vai influir na economia da região.

A partir da 2a. metade do século, um novo impulso é dado na economia da Região, através da construção civil."

Fonte: ATLÂNTICO (RS), 12 de Outubro de 1998, pág. 06


sexta-feira, 14 de junho de 2019

Sobrenomes Japoneses - Parte 05


201. Shiraishi - pedra branca.

202. Shiratori - corvo branco.

203. Soeda - anexado (junto) ao campo de arroz.

204. Sudo, Sudou - obrigatório.

205. Suenaga - prole eterna.

206. Sugai - grama grossa.

207. Sugawara - prado de grama grossa.

208. Sugaya - vale de grama grossa.

209. Sugimoto - tronco de cedro.

210. Sugita - campo de arroz do cedro.

211. Sugiura - cedro da margem do rio.

212. Sugiyama - montanha do cedro.

213. Sumi - borda, canto.

214. Suzuki - árvore de suzu - sino de madeira colocado na porta de um templo xintoísta.

215. Tachi - árvore cítrica.

216. Tachibana - flor ascendente.

217. Takada - alto campo de arroz.

218. Takahashi - ponte alta.

219. Takaki - árvore alta.

220. Takakura - alto celeiro.

221. Takamoto - início, origem alta.

222. Takano - campo alto.

223. Takayama - montanha alta.

224. Takeda - campo de arroz de bambu.

225. Takeuchi - dentro do bambu.

226. Tamura - aldeia do campo de arroz.

227. Taniguchi - boca do vale.

228. Terachi - chão do templo.

229. Teramoto - começo, início, origem do templo.

230. Toda - porta para o campo de arroz.

231. Tojima - porta para a ilha.

232. Tsuchihashi - ponte sobre o solo.

233. Tsugunaga - herança eterna.

234. Tsuji - encruzilhada.

235. Uchida - entre os campos de arroz.

236. Uchiyama - entre as montanhas.

237. Ueda - acima do campo de arroz.

238. Uemura - acima da aldeia.

239. Ueno - acima do campo.

240. Uesugi - acima dos cedros.

241. Umeda - campo de arroz da ameixeira.

242. Umeno - campo da ameixeira.

243. Umehara - prado da flor de ameixa.

244. Urano - campo ribeirinho.

245. Usami - na vista da casa do ajudante.

246. Utsumi - entre os mares; mar interior.

247. Wada - campo pacífico de arroz.

248. Wakatsuki - lua jovem; lua crescente.

249. Watanabe - área de travessia, lugar de passagem.

250. Yabu - pântano.

251. Yagi - oito árvores.

252. Yaguchi - boca de seta.

253. Yagura - celeiro de seta.

254. Yajima - ilha de seta.

255. Yamada - campo de arroz da montanha.

256. Yamaguchi - entrada da montanha.

257. Yamamoto - início, começo, origem da montanha.

258. Yamane - sopé da montanha.

259. Yamashita - debaixo da montanha.

260. Yamazaki - montanha peninsular.

261. Yanagihara - prado da árvore de salgueiro.

262. Yanagisawa - córrego da montanha do salgueiro.

263. Yanase - corredeiras do salgueiro.

264. Yasuda - campo de arroz que se mantém.

265. Yokoyama - ao lado da montanha.

266. Yonetani - vale do arroz.

267. Yoshida - campo de arroz da sorte.

268. Yoshino - campo da sorte.

quinta-feira, 13 de junho de 2019

Sobrenomes Japoneses - Parte 04


151. Nishimura - aldeia do oeste.

152. Nishino - campo do oeste.

153. Nishiwaki - lado oeste, banda oeste.

154. Nishiyama - montanha do oeste.

155. Nito, Nitou - campo de arroz próspero, que produz bastante.

156. Noguchi - entrada do campo.

157. Nomura - aldeia do campo.

158. Noro - cume do campo.

159. Notsu - porto do campo.

160. Ogasawara - pequeno prado sombreado.

161. Ogawa - rio pequeno.

162. Ohori, Ohhori - vala grande.

163. Okada - campo de arroz no topo da colina.

164. Okamoto - origem do monte.

165. Okuda - campo interno de arroz.

166. Omoto, Ohmoto - grande origem.

167. Onishi, Ohnishi - extremo-oeste.

168. Ono - campo pequeno.

169. Ono, Ohno - grande campo.

170. Onodera - templo do campo pequeno.

171. Osawa, Ohsawa - grande riacho da montanha.

172. Oshima, Ohshima - grande ilha.

173. Oshiro, Ohshiro - grande castelo.

174. Ota, Ohta - grande campo de arroz.

175. Otsuka, Ohtsuka - grande monte.

176. Oyama - pequena montanha.

177. Ozono, Ohzono - grande jardim.

178. Saga - ajudante de celebração; montanha alta.

179. Sagara - confortável.

180. Saito, Saitou - glicínias piedosas.

181. Sakai - bom vinho de arroz.

182. Sakamoto - origem do declive.

183. Sakano - campo inclinado.

184. Sakuma - eterno ajudante, eterno auxílio.

185. Sakurai - boa flor de cerejeira.

186. Sano - ajudante de campo.

187. Saotome - plantador de arroz.

188. Sasaki - árvore útil.

189. Sashihara - prado em forma de dedo.

190. Sato, Satou - glicínias úteis.

191. Seguchi - boca das corredeiras.

192. Seiji - chefe claro.

193. Shibata - campo de arroz de lenha.

194. Shibuya - vale desigual.

195. Shida - campo de arroz determinado.

196. Shima - ilha.

197. Shimada - ilha do campo de arroz.

198. Shimizu - água limpa.

199. Shindo, Shindou - novo santuário.

200. Shinoda - campo de arroz fino de bambu.

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