FREGUESIA DO HERVAL
ELLEITORES
Os Senhores
João da Silva Tavares
João Severino da Silveira
Manoel Madruga de Bitancurt
José Maria Rodrigues
Antonio de Moraes Figueredo Viseu
Fonte: O NOTICIADOR (Rio Grande/RS), 07 de Março de 1833, pág. 03, col. 01
História, Genealogia, Opinião, Onomástica e Curiosidades.Capão do Leão/RS. Para informações ou colaborações com o blog: joaquimdias.1980@gmail.com
ELLEITORES
Os Senhores
João da Silva Tavares
João Severino da Silveira
Manoel Madruga de Bitancurt
José Maria Rodrigues
Antonio de Moraes Figueredo Viseu
Fonte: O NOTICIADOR (Rio Grande/RS), 07 de Março de 1833, pág. 03, col. 01
ELLEITORES.
Os Senhores:
João Baptista de Figueredo Mascarenhas
João Alves Pereira
Francisco Florencio da Rocha
Boaventura Rodrigues Barcellos
Cyprianno Rodrigues Barcellos
Thomas Francisco Flores
José Vieira Vianna
Antonio José de Oliveira Castro
João Jacinto de Mendonça
Alexandre Vieira da Cunha
Fonte: O NOTICIADOR (Rio Grande/RS), 07 de Março de 1833, pág. 02, col. 02
ELLEITORES
Os Senhores:
Manoel José da Silva
Caetano José Travassos
João Bernardo Paraiso
Luiz Caetano Pinto
Joaquim Rodrigues Saraiva
Fonte: O NOTICIADOR (Rio Grande/RS), 07 de Março de 1833, pág. 03, col. 01
(...)
- Alguns lugares em outro muito conhecidos por certos e designados nomes são hoje quasi desconhecidos ou talvez esquecidos por ter desapparecido o que servia de motivo a taes designações.
Mencionarei alguns de que me recordo agora
O Jogo-da-bola na rua do Arroio, entre a da Ponte e a da Igreja, por haver ali um jogo desses pertencente a Antonio Pereira da Silva, com fundos para os lados da Bronze; ficando assim a rua do Arroio com tres nomes - "Nabos", "Jogo da Bola" e "Peccados Mortaes".
O Becco do Cordoeiro, aberto em terrenos do velho Couto, transformado hoje em rua Senhor dos Passos, assim se chamou a principio por ter ali morado João Cordoeiro.
O Becco do Barbosa, (Antonio Martins Barbosa ou simplesmente Barbosa mineiro), que tem hoje o nome de rua da Aurora.
O Becco do trem, terreno entre as ruas de Bragança e do Rosario, quasi em continuação da rua Nova, mandado tapar judicialmente em consequencia de um processo havido entre a Camara Municipal e Francisco Pinto de Souza, fazia parte da rua da Cadeia. Na velha casa da esquina da rua do Rosario trabalhavam, então, as officinas que funccionam hoje no Arsenal de Guerra.
Rua da Graça era o primitivo nome da rua da Praia, escripto nos annaes da Camara desde os tempos do Sota de Ouro (o octogenario Domingos Martins tinha sido escrivão da camara e já arrastava os pés com tanto ou maior peso que o velho Couto: era casado com uma respeitaval senhora que com as suas proprias barbas sabia e fazia honrar as de velho esposo). E nunca dahi sahiu para ser lido nas communicações, officiaes da mesma camara, pois o povo sempre chamou rua da Praia. E rua da Praia continuará a ser apezar do novo nome heroico de Andradas.
Fonte: A FEDERAÇÃO (Porto Alegre/RS), 09 de Fevereiro de 1916, pág. 01, col. 03
José de Faria Roza
José de Faria Roza Filho
Lourenço Manoel Lopes (padre)
José Dutra de Lemos (padre)
Quintiliano Pereira Madruga
Antonio José de Borba
Manoel Gomes Garcia
Antonio de Faria Roza
José Pereira da Cunha
Thomaz da Roza Pinheiro
Americo Pereira da Silva
Manoel Pereira da Silva
João Antonio de Oliveira
Bernardo de Jesus Maria Lopes (padre)
Manoel Rodrigues Barboza
Francisco Ignacio de Lemos
Feliciano José Pinto de Moura (padre)
José Ignacio de Lemos
Joaquim Ignacio de Lemos
Domingos Silveira
Manoel Francisco de Paiva
Manoel Francisco da Terra
Miguel Antonio de Araujo
João Ignacio Baptista
Theodoro José da Silva Braga
José Marcelino da Silva
Domingos Antonio Fernandes
João da Costa Chaves
Bartholomeu Bento Marques
Hermenegildo Pereira Marques
Alexandre Dias da Costa
João de Souza Pascoal
Fermiano Gonçalves Chaves
José Bernanrdes de Souza Araujo
José de Souza Machado
Manoel José de Souza
José de Souza Lima
José Manoel da Silva Saraiva
Anastacio José da Rocha
Ignacio José de Souza
João Antonio da Silveira
Joaquim José Rodrigues Saraiva
Pio Soares de Paiva
José Joaquim de Faria
Francisco José Saraiva
Antonio Rodrigues Vicente
Manoel Gonçalves da Silva Peixoto
Joaquina Roza Saraiva
José Rodrigues Evangelho
Manoel Ignacio da Silva
Fonte: IMPERIO DO BRAZIL: DIARIO FLUMINENSE (Rio de Janeiro/RJ), 24 de Março de 1825, pág. 266.
Palavrões contra o sistema, som ensurdecedor, trem da Central na volta ao lar
"ÊXTASE totaal". A voz saiu pastosa da boca do jovem de preto, com um alfinete de fralda de bebê enfiado no nariz, os olhos esbugalhados diante da cena. Outros dois jovens, Breno e Malu, dançavam descalços sobre um tapete de cacos de vidro, ao som de palavrões gritados pela platéia. Tímido, semi-oculto pelos Arcos da Lapa carioca, um quarto crescente de lua tudo observava. Era o primeiro Festival Punk Rio-São Paulo, no Circo Voador.
Três mil jovens se comprimiam entre as estruturas de ferro para ouvir guitarras ensurdecedoras, nos rocks de dois minutos detonados por grupos como o Coquetel Molotov, Lixomania, Descarga Suburbana, Eutanásia, Fogo Cruzado, e para gritar palavrões de ordem contra o sistema.
Puro punk rock brasileiro. Brasileiro? Bem, digamos que seja uma adaptação tropical do movimento iniciado em Londres em meados dos anos 70 que chegou a ter algum eco no Brasil, na época, dando origem a grupos como o Joelho de Porco. Mas se, na Inglaterra, o punk rock surgiu espontâneo a partir de adolescentes pobres e desempregados, no Brasil não pegou, na ocasião. Como uma bomba de efeito retardado, ele explode agora, em tempos mais brabos, principalmente no ABC e nos subúrbios de São Paulo. São Paulo até leva a sério o punk, que já conta com uns cinco mil adeptos. No Rio, ele só agora começa a acontecer, com o primeiro grupo - o Coquetel Molotov - nascido de jovens suburbanos de Campo Grande e do Méier.
O Festival do Circo Voador serviu para mostrar a fragilidade de um movimento que não pretende ser nada frágil e que, para engrossar um pouco sua massa, pediu emprestado adeptos de outras classes sociais, enchendo o espaço cultural mais badalado do Rio de Janeiro e promovendo a convivência democrática, ou melhor, anárquica, das mais diversas tendências de comportamento da juventude. No festival havia lugar para todos: do clã do Djavan aos palavrões do Coquetel Molotov, do new wave Pará-lamas [sic] do Sucesso a esquerdinhas festivas ou carrancudas, Houve até um espetáculo de autoflagelação degustado ao sabor de sanduíches naturais. No Brasil, todos querem estar no palco, ninguém quer ser platéia, já dizia Gilberto Gil.
"Odeio tevê! Odeio você!", berrava Tatu. Isso mesmo, Tatu, vocalista do Coquetel Molotov, à frente de um telão de vídeo que reproduzia seu rosto enquanto o prato da bateria voava do suporte a todo momento, por falta de um parafuso. "Agora é que o movimento vai pegar no Brasil", fala Tatu, "não dá para explicar o que é. Punk é assim, de repente. É esta loucura toda... O sistema que oprime a gente... A falta de perspectiva profissional. Está tudo podre". Tatu é carioca do Méier, estudante de comunicação da UFRJ e, naquela noite, tinha os cabelos grudados com brilhantina, vestia um blusão de couro negro bem maltratado e transportava alguns palavrões na boca de suas calças.
A multidão que lotou o Circo Voador, apesar de grande parte ser apenas curiosa em relação ao movimento punk, pegou rápido o espírito da coisa e dançou, brigou, bebeu, cheirou, se jogou no chão, subiu ao palco, gritou palavrões pelo microfone e puxou a perna de Perfeito Fortuna - ex-Asdrúbal-Trouxe-o-Trombone, mestre sem nenhuma cerimônia do festival. Perfeito também dançou a noite inteira e repetiu várias vezes que "no Circo Voador dançavam juntas todas as diferenças".
Por toda parte havia faixas tentando explicar qual é a do pensamento punk: Fora Capitalismo, Fora a Burguesia, Fora com o Sistema, Roupa Cara é Mania, Etiqueta é Fantasia, Nosso Regime é Anarquia. Um festival punk. E não era? O som de altíssimo volume e qualidade nem sempre tão alta, muita espontaneidade importada de São Paulo e dos subúrbios cariocas, em contraste com muita produção: os chamados punks de butique. Uma noite de Cinderela. Na manhã de domingo, tudo acabado. Tatu explica: "O pessoal tem que trabalhar. Se não trabalha, tem que se virar". Cedinho, na manhã de segunda, sem nenhuma fantasia. Novos encontros? Toda sexta à noite, em alguma estação do metrô. São Bento em São Paulo, Cinelândia no Rio.
Sérgio Costa
Fonte: MANCHETE (Rio de Janeiro/RJ), edição 1617, 16 de Abril de 1983, pág. 124
José Xisto
José de Andrade
Manoel Joaquim de Carvalho
Antonio Francisco Jardim
Antonio Luiz de Souza Pinto
Luiz dos Santos Ferreira
Domingos Borges
Antonio Pinto Ribeiro
Maurício Dutra
Simplicio Ferreira Porto
Serafim José Rodrigues de Araujo
Antonio de Moraes Figueiredo
Nicoláo Machado Pereira
Ignacia Anna Gomes
José de Freitas Guimarães
Manoel Jeronymo
Manoel Soares da Silva
Thomaz Martins de Freitas
Manoel Jorge da Silva
João Batista Gomes
José Pereira da Silva
Francisco de Oliveira
Antonio Alves Lisboa
Manoel Ignacio das Neves
Francisco Machado
Luiz Machado
José Antonio Lopes
Francisco José de Miranda
Manoel José Ferreira
José Ignacio Lucas
Pedro de Barros
Hilario Lucas
Manoel Lucas
Manoel Caetano
Simão Roza
Manoel José da Costa
Miguel Machado
José Florindo
José Machado
Hipolito Pinto Ribeiro (vigário)
Candido del Rio Candirar (padre)
Felicissimo José da Silva
Felippe José Xavier
Caetano José Xavier
João Pereira de Medeiros
Manoel de Campos de Almeida
Francisco José Pinto Braga
João Gonçalves Pereira
Domingos da Boa Nova
Joaquim José de Souza
Joaquim José Coimbra
Baltazar Rodrigues Almeida
José Furtado de Souza
Antonio José Barboza
Salvador Bueno Boa Nova
Francisco Soares Louzada
Bernardes Soares Louzada
Antonio dos Santos Froes
José Jacinto da Luz
Fonte: IMPERIO DO BRAZIL: DIARIO FLUMINENSE (Rio de Janeiro/RJ), 14 de Março de 1825, pág. 234.