História, Genealogia, Opinião, Onomástica e Curiosidades.Capão do Leão/RS. Para informações ou colaborações com o blog: joaquimdias.1980@gmail.com
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segunda-feira, 21 de outubro de 2019
domingo, 20 de outubro de 2019
História do Município de Vista Alegre do Prata/RS
"O primeiro nome de Vista Alegre do Prata foi Alexandre de Gusmão e depois foi substituído por Augusto Severo. Com a vinda de colonos italianos, veio a alegria tradicional deste povo, que resolveu dar um nome de acordo com seus sentimentos, daí originou-se o nome VISTA ALEGRE, que pelo fato de sua emancipação, e já existir outro município com o nome de Vista Alegre, passou a denominar-se VISTA ALEGRE DO PRATA.
Em 1882, famílias de colonos italianos foram enviados à Protásio Alves pelo Governo Provincial, através dos chefes da colonização com sede em Antônio Prado e Alfredo Chaves, para ocuparem as terras da região a fim de cultivarem o solo. Muitas famílias originárias da Itália, outras eram migrantes das colônias próximas.
Com a divisão dos lotes pertencentes a Alfredo Chaves (Veranópolis), longe do comércio, desprovido de estradas e sem qualquer tipo de comunicação, Vista Alegre teve seu desenvolvimento vagaroso.
Os principais imigrantes italianos que ocuparam estas terras chamavam-se Angelo Raffo, Antônio Bidese e Miguel Dalla Costa. Posteriormente, vieram os poloneses: Grzebielukas, Modelski, Koakoski e Petrykoski.
Em Vista Alegre do Prata foi erguida a primeira capela de madeira da atual paróquia de São José pertencente a diocese de Caxias do Sul.
A primeira escola na cidade foi inaugurada em 1915, e em 23/06/1937 passou a chamar-se Monsenhor Peres, hoje Escola Estadual de 1o. e 2o. Graus Monsenhor Peres.
Em 1965, houve a primeira tentativa de emancipação, porém não foi possível concretizá-la. Em 1987 reiniciou-se o movimento emancipacionista, desta vez culminando com a realização do sonho de ser município. No dia 10/04/1988, realizou-se o plebiscito onde SIM venceu por maioria absoluta. Em 09/05/1988, através da Lei Estadual no. 8611 é criado o município de VISTA ALEGRE DO PRATA."
Fonte: ATLÂNTICO (RS), 07 de Dezembro de 1998, pág. 06
sábado, 19 de outubro de 2019
Fábrica Cicasul de Pelotas na década de 1970
linha de produção de conservas de pêssegos (1972)
Trabalhadores no interior da fábrica (1971)
Linha de produção de conservas de pêssegos (1972)
Produção de conservas de aspargos (1972)
sexta-feira, 18 de outubro de 2019
Linchamento em Rio Bonito
Na villa do Rio Bonito, um grupo de duzentas pessoas, armadas de facas, punhaes e revólvers, assaltou a cadêa e assassinou tres escravos, presos como indigitados autores do assassinato do fazendeiro major José Martins da Fonseca Portella, que ha cerca de dois mezes teve lugar na freguezia da Boa Esperança, no mesmo municipio.
<<Dois presos que estavam na cadêa, diz a Gazeta de Noticias, na occasião do assalto, ficaram gravemente feridos.
<<A força que se achava guardando a cadêa, reconhecendo a impossibilidade de reprimir a invasão, retirou-se.
<<Os assaltantes, depois de se apoderarem de sua victimas, arrastaram-as para a rua e trucidaram-as barbaramente.
<<Este facto pôz a população do lugar em grande sobresalto.
<<Logo que chegou ao conhecimento do presidente da província o que se passou, s. ex. fez seguir para aquella villa, em trem expresso, ás 10 horas da manhã, uma força de 30 praças commandadas pelo alferes João de Souza Guimarães.>>
Como cabeças d'essa scena de atroz selvageria, já estão presos Antonio Raymundo, José Pires, Paulino, filho do fazendeiro Fonseca Portella, Antonio Gallinheiro e Antonio Cotrim."
Fonte: A FEDERAÇÃO (Porto Alegre/RS), 03 de Janeiro de 1885, pág. 01, col. 03
quinta-feira, 17 de outubro de 2019
Barão de Aceguá
Morreu hontem em Jaguarão, segundo consta de telegramma ao commando do districto, o brigadeiro honorario Astrogildo Pereira da Costa, barão de Asseguá.
O brigadeiro Astrogildo estava commandando a guarnição e fronteira de Jaguarão, a despeito das leis em vigor.
O morto foi no tempo da guerra do Paraguay respeitado pelo seu valor, mas o nome adquirido n'aquella campanha o valente guerrilheiro empanou-o completamente nos ultimos tempos, manchando os seus galões de honorario no convivio com os bandidos Gomercindo Saraiva, Juvencio Pereira e outros, que fizera seus aliados.
Na revolução de novembro do anno passado, o brigadeiro Astrogildo foi um dos collaboradores na obra nefanda da destruição da legalidade no Estado.
Com elle desapparece um dos derradeiros exemplares dos antigos mandões de aldeia, uma das figuras typicas dos velhos caudilhos."
A FEDERAÇÃO (Porto Alegre/RS), 20 de Janeiro de 1892, pág. 01, col. 05
quarta-feira, 16 de outubro de 2019
Excursão de Automóvel Pelotas-Canguçu
Em automovel!
Conforme o telegramma que affixamos á nossa porta, os excursionistas que desta cidade, pela manhã, em automovel, seguiram, hontem, para Cangussú, alli chegaram com excellente viagem, em 3 1/2 horas.
Os excursionistas foram os srs. Leopoldo Maciel, coronel Antero Cunha, dr. Manoel Luiz Osorio, Eurico Santos, dr. Arthur Maciel, capitão Hugo Almeida, dr. Augusto Simões Lopes, coronel Justiniano Simões Lopes e dr. Joaquim Luiz Osorio.
Os automoveis eram tres: um Clement Bayard, de propriedade do sr. Leopoldo Maciel; dois Ford, um do capitão Hugo Almeida e outro do coronel Justiniano Simões Lopes.
A chegada a Cangussú causou surpreza, despertando grande alvoroço na população.
Os excursionistas foram gentilmente recebidos pelo coronel Genes Bento, intendente, autoridades, e pelo povo, sendo muito acclamados.
Almoçaram elles no Hotel Progresso, dando depois um passeio pela cidade.
Ás 3 horas teve logar a partida para aqui.
Ás 6 1/2 entrou na cidade o automovel Clement Bayard, do sr. Leopoldo Maciel, trazendo o coronel Antero Cunha, sr. Leopoldo Maciel e drs. Joaquim Luiz e Manoel Luiz Osorio.
Nessas 3 1/2 horas que levou esse automovel até aqui ha a descontar meia hora que estiveram parados os excursionistas.
Ás 7 horas entraram na cidade os dois automoveis Ford.
Todas essas tres machinas revelaram-se muito fortes, nenhum accidente havendo a registrar.
É opinião dos mencionados excursionistas que o trajecto a Cangussú pode-se fazer com toda facilidade, havendo poucas reformas a realisar nas estradas, que são boas."
Fonte: A OPINIÃO PÚBLICA (RS), 14 de Agosto de 1911, pág. 02, col. 04
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