terça-feira, 13 de junho de 2017

As emancipações de Pelotas


Trecho extraído de: LONER, Beatriz Ana; GILL, Lorena Almeida; MAGALHÃES, Mário Osório (orgs.). Dicionário da História de Pelotas. Pelotas: Ed. UFPel, 2010, p. 106-107

"Pelotas foi o sexto município rio-grandense, na ordem cronológica. Precederam-no Rio Grande, Porto Alegre, Rio Pardo, Santo Antônio da Patrulha e Cachoeira do Sul. Criado por decreto provincial de 7 de dezembro de 1830, foi instalado em 7 de abril de 1832, só nesse ano desmembrando-se efetivamente do município de Rio Grande. De Pelotas, por sua vez, emanciparam-se os municípios de São Lourenço do Sul, em 26 de abril de 1884, Capão do Leão, em 3 de maio de 1982, Morro Redondo, em 12 de maio de 1988, Turuçu, em 28 de dezembro de 1995, e Arroio do Padre, em 16 de abril de 1996."

quinta-feira, 8 de junho de 2017

I Feira de Doces Coloniais em Morro Redondo


Neste final de semana, 10 e 11 de Junho, acontece a I Feira de Doces Coloniais Morro de Amores, junto ao Museu Histórico de Morro Redondo, no centro da cidade. O evento conta com variada programação desde a manhã de sábado até o fim da tarde de domingo. 

Para mais informações, segue o link da promotora do evento no facebook: https://www.facebook.com/morrodeamores/ 

O Telégrafo Chappe


Trecho extraído de: ROUSSEAU, Pierre. História da Velocidade. Lisboa/Portugal: Publicações Europa-América, 1946, 2a. ed., p. 106-109.

"Um dia, dois irmãos, internados em dois colégios diferentes e desolados de não poderem manter contacto, imaginaram um código de sinais, que transmitiam cada qual na sua janela, e o telégrafo estava inventado. E eis por que a estátua do inventor Claude Chappe se erguia na Avenida Saint-Germain, em Paris, antes do seu rapto feito pelos alemães. Mas fazer de Claude Chappe o inventor do telégrafo, é quase como atribuir a Copérnico a paternidade do sistema celeste heliocêntrico - esquecendo Aristarco - e a Luís Lumière a do cinema - esquecendo Marey. De maneira que, ao lado do bronze desengonçado que erguia para o Céu os seus braços desarticulados, podiam muito bem ter erigido um monumento a Hooke, a Lesage ou a Amontons.

É que o telégrafo não é uma coisa recente. Não conta Ésquilo que Agaménon comunicou a Clitemnestro a conquista de Troia por meio de braseiros acesos de espaço a espaço? Não falam Tucídides e Pausânias das notícias por meio de fogos que brilhavam no alto de torres? E não se diz que em Roma, na muralha de Sétimo Severo, se encontravam tubos acústicos que serviam para estabelecer comunicação entre os postos militares escalonados de milha em milha?

Eram sem dúvida, processos muito primitivos, mas não vemos os selvagens empregar ainda nos nossos dias o tam-tam, o que lhes permite divulgar mensagens com uma espantosa rapidez? Portanto, logo, muito cedo, o Homem se deu conta de que, para transmitir sinais, a luz era preferível ao som. Por isso, Hooke, contemporâneo de Newton, imaginou um aparelho no qual se inçavam, uma após outra, letras do alfabeto: não era um processo rápido e era tão pouco prático como o sistema desse general prussiano que fazia manobrar um regimento inteiro, do qual cada homem fazia sinais com os braços.

A primeira experiência verdadeiramente séria realizou-se em 1690, em Paris, no Luxemburgo, sob o patrocínio do Delfim e da sua amante, a gorda menina Choin. O autor da experiência era Guilherme Amontons e Fontenelle expõe assim o seu processo: <<O segredo consistia em colocar em vários postos sucessivos pessoas que, por meio de óculos de grande alcance, se apercebiam de certos sinais do posto precedente, os transmitiam ao seguinte e assim sempre sucessivamente, e estes diferentes sinais eram tantas outras letras de um alfabeto...>>. Mas esta engenhosa invenção foi considerada como uma brincadeira e caiu no esquecimento. Não teve melhor sorte, cem anos mais tarde, em 1782, o sistema do genebrino Lesage: era, com meio século de avanço, um telégrafo eléctrico. Compunha-se de 24 fios isolados, cada um dos quais correspondia a uma letra do alfabeto; em frente de cada extremidade estava suspensa uma pequena bola de miolo de sabugueiro; quando a corrente vinha de um lado, a bola era impelida para o outro lado, e conseguia-se transmitir utilizando um fio após outro. Estava habilmente concebido, mas a técnica ainda não estava amadurecida,e ficava por vencer uma importante etapa antes que víssemos estender de cidade em cidade a rede infinita dos fios telegráficos.

Foi em 1791 que Claude Chappe estabeleceu em Paris, junto à Porta d'Etoile, o seu primeiro telégrafo. Com as suas gesticulações bizarras a máquina intrigou o público, que a quebrou. Encorajado pela Assembléia Legislativa, o inventor reconstruiu-a em Ménilmontant, em casa de Lepelletier de Saint-Fargeau. Não teve melhor fortuna: crendo que se tratava de um meio de comunicação entre Luís XVI, então na prisão do Templo, e os seus partidários, o povo lançou-lhe fogo. Mas Chappe não perdeu a coragem; reconstituiu o seu aparelho, estabeleceu um outro em Saint-Martin-du-Testre, localidade situada a 35 quilómetros de distância, e a troca de mensagens entre os dois realizou-se com pleno sucesso. Chappe foi nomeado imediatamente engenheiro-telegráfico, com 5 libras e 10 soldos de vencimento diário, e encarregado de organizar um linha de Paris a Lille.

Isto passava-se em 1793. O aparelho de Chappe era, como mostra a figura 32, um suporte vertical no cimo do qual três barras accionadas por roldanas podiam tomar diversas posições. Cada uma delas correspondia a um sinal. Havia, entre Paris e Lille, 16 estações, a 14 quilómetros umas das outras. A primeira mensagem transmitida foi lida por Carnot na Convenção. <<Era a notícia de uma vitória: A cidade de Condé entregou-se às forças da República: a rendição teve lugar esta manhã às 6 horas>>. Considerai o entusiasmo da Assembléia, e a alegria com a qual os funcionários das estações deviam ter transmitido uns aos outros a resposta: <<O exército vitorioso bem merece a gratidão da pátria>>.

Sómente em 1852 começaram, de facto, a desaparecer das torres, no cimo das colinas, os grandes braços em movimento que transmitiam silenciosamente as suas mensagens. O telégrafo de sinais não era todavia suprimido; os sinais feitos com os braços ainda hoje utilizados no exército não são uma espécie de sistema de Chappe, do mesmo modo que as bandeiras que, dispostas de certas maneiras, permitem aos navios comunicar uns com os outros? A T.S.F. não conseguiu eliminar estes métodos rudimentares, e não é impossível que os pequenos postos perdidos nos confins do Sáara, conversem ainda, por meio de sinais luminosos, obtidos reenviando os raios solares por um jogo de espelhos."

quarta-feira, 7 de junho de 2017

Leandro Karnal estará em Pelotas em julho


Leandro Karnal, professor doutor de História da América da Universidade Estadual de Campinas, estará em Pelotas no dia 06 de julho, no Theatro Guarany, em Pelotas, proferindo a palestra "A Vida Que Vale a Pena Ser Vivida". O evento é promovido pela Applaus (página no facebook) e tem início às 19h30min com a palestra de Othon Gama que tem como tema "Você Aceita Mudar o Brasil?". 

Os ingressos para o evento estão disponíveis no link a seguir: https://minhaentrada.com.br/evento/leandro-karnal-em-pelotas-7095


segunda-feira, 5 de junho de 2017

A História da Feijoada


Trecho extraído de: NARLOCH, Leandro. Guia politicamente incorreto da história do Brasil. São Paulo: Leya, 2011, 2a. ed., p. 162

"Um fenômeno muito parecido com o da folclorização do samba aconteceu com a feijoada. O prato ganhou a cara de comida de negros, mesmo tendo pouquíssima influência africana. Muita gente repete que a feijoada nasceu nas senzalas, criada pelos escravos com feijão e carnes desprezadas na casa-grande. Eis um daqueles mitos que de tão repetidos se tornam difíceis de derrubar. A feijoada tem origem europeia. Quem diz é o próprio folclorista Câmara Cascudo.

Conforme o que ele conta no livro História da Alimentação no Brasil, nem índios nem negros tinham o hábito de misturar feijão com carnes. A técnica de preparo vem de mais longe: o Império Romano. Desde a Antiguidade os europeus latinos fazem cozidos de misturas de legumes e carnes. Cada região de influência romana adotou sua variação: o cozido português, a paella espanhola, o bollito misto do norte da Itália. O cassoulet, da França, criado no século 14, é parecidíssimo com a feijoada: feito com feijão branco, linguiça, salsicha e carne de porco. Com o feijão preto, espécie nativa da América que os europeus adoraram, o prato virou atração entre os brasileiros mais endinheirados. A citação mais antiga que restou sobre a feijoada mostra a refeição bem longe das senzalas. No Diário de Pernambuco de 7 de agosto de 1833, o elegante Hotel Théâtre, de Recife, informa sua nova atração das quintas-feiras: 'Feijoada à brasileira."

sábado, 3 de junho de 2017

Significado e origem de sobrenomes alemães - Parte 58


876. Peglow: sobrenome toponímico referente à aldeia de Gogolewo (nome alemão Pegelow), município de Marianowo, distrito de Starogard, Pomerânia Ocidental, Polônia. Designa portanto a pessoa procedente desta localidade. É tipicamente pomerano.
Variantes:
Pegelow, Pekelow, Peklow, Pegelau, Peglau - variantes comuns.

877. Rhein: sobrenome toponímico que significa procedente do Reno (rio). O rio Reno é um dos principais rios europeus, cuja nascente se encontra nos Alpes, no cantão suíço de Grisões. De importância histórica, cultural, econômica, geográfica enorme na Alemanha, corta o país em sua metade ocidental, de norte a sul. Na Alemanha, o sobrenome se concentra principalmente no oeste do país, com pequena concentração no norte de Baden-Württemberg e sudeste da Renânia-Palatinado. Data aproximadamente do século XVI.
Variantes:
Rein - variante simples.
Rain, Rhain - variantes comuns, também encontradas no dialeto romanche.
Rhin - variante na língua francesa.
Reno - variante na língua italiana.
Rijn - variante na língua holandesa.
Rheiner, Reiner, Rainer, Rhainer - variantes derivadas.

878. Dombrowski: sobrenome toponímico germanizado do original polaco Dabrowski, que significa procedente de Dabrowka. Dabrowka é um nome de lugar muitíssimo comum na Polônia, se repetindo mais de 100 vezes em diferentes províncias. O topônimo também pode ser encontrado na Ucrânia, República Tcheca e Lituânia. Também pode ser um toponímico de Dabrowa - outro nome de lugar extremamente comum na Polônia (igualmente mais de 100 locais diferentes). Tanto Dabrowka quanto Dabrowa significam corneta
Na Alemanha, a forma Dabrowski é encontrada desde 1386. A forma Dombrowski é atestada primeiramente em 1674.
Domborwski na Alemanha é um sobrenome concentrado no norte, principalmente no noroeste da Saxônia-Anhalt, sul da Baixa Saxônia e centro e centro-norte de Mecklemburgo-Pomerânia.
Variantes:
Dabrowski - variante polaca imediata.
Dombrowsky, Dombrovsky, Dombrovski - variantes comuns.
Dabrowsky - variante polaca anglicizada nas Américas.
Dombrovskis - variante comum na região do Báltico.
Dumbrowski - variante encontrada no norte da Polônia.

879. Kolmar: sobrenome toponímico que significa procedente de Kolmar ou procedente de Kollmar. No caso, o topônimo pode se referenciar a diferentes locais, os quais:
1. O município de Kollmar, no distrito de Steinburg, Schleswig-Holstein, Alemanha.
2. O antigo condado de Kolmar (ou Colmar), na Alsácia-Lorena.
3. Um antigo condado denominado de Kolmar-in-Posen, que existiu entre 1821 e 1920, onde hoje se encontra a cidade de Chodziez, província da Grande Polônia, Polônia.
Na Alemanha, o sobrenome encontra-se distribuído no oeste e no norte do país, com pequena concentração na região de Berlim e Brandemburgo.
Variantes:
Kollmar - variante comum.
Colmar, Collmar - variante mais comum nas zonas próximas à fronteira franco-alemã, com concentração no Sarre.
Kulmer, Kullmer, Kulmar, Kullmar, Külmer, Kuelmer - variantes do oeste da Alemanha, com concentração no Sarre, Renânia-Palatinado e norte de Baden-Württemberg.
Kolmer, Kollmer - variante encontrada no centro-sul da Alemanha.

880. Bosenbecker (1a. vertente): sobrenome poligenético que significa aproximadamente padeiro ruim, padeiro fraco. É uma aglutinação dos termos do alto alemão medieval bose (ruim, fraco, inútil) e becke (pão, frumento). A forma Bosenbecker e a maioria de suas variantes indicam uma origem comum na antiga Prússia.
Bosenbecker (2a. vertente): sobrenome toponímico relacionado a Bosenbach - um município no distrito de Kusel, Renânia-Palatinado. A derivação correta é Bosenbacher. A forma Bosenbecker seria também uma aliteração encontrada no leste.
Variantes:
Bosenbeck, Bosembeck - variantes curtas.
Bosembecker, Bosenbecke, Bosembecke, Bozenbecker, Bozenbecke - variantes comuns.
Bosembacher, Bosenbach, Bosembach, Bosenbacker, Bosembacker - outras variantes.

881. Wortmann: sobrenome poligenético que significa homem que vive num monte. Essa versão é sustentada por Hans Markus Thomsen. Mais especificamente pode designar uma atribuição específica do contexto feudal a uma pessoa dentro da comunidade aldeã que habita numa elevação para vigiar tempestades que podem ocasionar inundações em zonas mais baixas. No noroeste da Alemanha, por exemplo, é comum encontrar antigas casas em montes dentro de uma comunidade que se assemelham a pontos de sentinela. O wortmann também poderia estar encarregado de avisar sobre possíveis invasões.
O sobrenome é resultado da aglutinação dos termos wurt (monte, morro, colina) e mann (homem).
Woortmann também pode estar associado à palavra do alto alemão medieval woord que significa o centro de uma cidade ou aldeia. 
Em ambas as acepções, o significado é convergente, pois várias cidadelas alemãs possui o seu "centro histórico" em zonas mais elevadas.
O sobrenome está concentrado no oeste da Alemanha, com forte ocorrência em toda a Renânia do Norte-Westfália. Data do século XV.
Variantes:
Wortman - variante comum.
Wurtmann, Wurtman, Wurthmann, Wurthman, Würtmann, Würtman, Würthmann, Würthman, Wuertmann, Wuertman, Wuerthmann, Wuerthman - variantes comuns.
Würth, Wuerth, Wurth, Würt, Wurt, Wuert - variantes curtas que significam monte.
Woordmann, Woordman - variantes arcaicas.
Woortmann, Woortman - variantes longas próprias do noroeste da Alemanha e Países Baixos.
Worde - variante encontrada em Herzfeld.
Worden - variante encontrada em Werne.
Wordemette- variante encontrada em Welbergen.
Wordemann - variante encontrada em Dülmen, Everswinkel, Goldenstedt, Harsewinkel, Nordkirchen, Selm, Stromberg, Warendorf e Werne.
Wordemanns - variante encontrada em Harsewinkel e Warendorf.
Worden - variante encontrada em Dolberg, Dülmen, Rheine e Welbergen.
Wordt - variante encontrada em Darfeld e Havixbeck.
Wort - variante curta encontrada em Amelsbüren, Borken, Darup, Dülmen, Haltern-am-See, Havixbeck, Hebern, Legden, Nordwalde Rheine e Vreden.
Wortbroke - variante encontrada em Billerbeck.
Worth - variante encontrada em Dülmen.
Worthenneke - variante encontrada em Herzfeld.
Wöhren, Wöhrden - variantes do noroeste e centro-norte da Alemanha.
Worthmann - variante encontrada na Baixa Saxônia e Renânia do Norte-Westfália.
Vortmann - variante do sul da Alemanha, Suíça e Áustria.
Fortmann - variante considerada uma aliteração comum a imigrantes alemães nas Américas.

882. Bohr: sobrenome com três acepções possíveis:
1. Uma forma patronímica curta do nome eslavo Borislav ou Boris;
2. Uma derivação do antigo termo eslavo borti que significa lutador, guerreiro;
3. Um profissional que usa ou trabalha com brocas, o que no contexto da Idade Média, aponta para um profissional moveleiro.
Na Alemanha, o sobrenome se concentra na Renânia-Palatinado e Sarre. Data do século XI.
Variantes:
Boro - variante arcaica.
Borisen, Borisch - variantes arcaicas encontradas no norte e leste da Alemanha.
Bohrer, Borer - variantes derivadas do norte da Alemanha.
Börer, Böhre, Bohre, Bohren, Bohrin, Böhrer, Boehr, Boehrer, Boehre - variantes relacionadas.
Boer - variante incerta.

883. Klump: sobrenome poligenético com quatro interpretações possíveis:
1. No alto alemão medieval, uma forma para designar caroço, coisa aglomerada, sendo figurativamente usado para designar homem áspero ou corpulento;
2. Também pode corresponder a torrão, pilha, podendo designar alguém que mora ao lado de um torrão ou pilha, ou ainda alguém que empilha algo (mormente um lenhador ou telheiro);
3. Uma forma na área do baixo alemão para designar moita;
4. Um toponímico para o nome de lugar Klump - que se repete quatro vezes na Alemanha.
5. No norte da Alemanha, uma forma regional para designar torta (de comer).
O sobrenome concentra-se no norte da Alemanha e data do século XV.
Variantes:
Klumb - variante simples.
Klumpp, Klumbb, Klumpe, Klumpen, Klumben - variantes relacionadas.

884. Rieth: sobrenome que pode ser um metanímico ou toponímico, com maior possibilidade no segundo caso. Rieth é um nome de lugar que se repete três vezes na Alemanha:
1. Um distrito de Erfurt, Turíngia.
2. Um distrito de Luckow, Mecklemburgo-Pomerânia.
3. Um distrito de Hildburghausen, Turíngia.
Quanto ao seu significado metanímico, o termo pode derivar como uma aliteração do termo "reet" ou "riet" que no baixo alemão quer dizer pântano, zona alagadiça.
Ocorre principalmente no sul do Hesse, centro-noroeste de Baden-Württemberg e sul da Renânia-Palatinado.
Variantes:
Riet, Riett, Rieth, Reet, Reith, Reeth - variantes relacionadas.





Museu Histórico Farroupilha promove concurso de fotografias


O Museu Histórico Farroupilha, de Piratini/RS, promove entre 03 de junho e 03 de julho de 2017 o concurso de fotografias "O Singelo no Pampa Gaúcho". O concurso se divide em duas categorias: amador e profissional.  As fotos devem ser inéditas. A premiação do concurso ocorrerá no dia 08 de julho, às 15 horas, no Museu Histórico Farroupilha, em Piratini.

Para maiores informações, com o edital e a ficha de inscrição do concurso, acesse o link: http://mhfarroupilha.blogspot.com.br/2017/06/edital-012017-concurso-defotografias-1.html 


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