História, Genealogia, Opinião, Onomástica e Curiosidades.Capão do Leão/RS. Para informações ou colaborações com o blog: joaquimdias.1980@gmail.com
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segunda-feira, 22 de novembro de 2021
Túnel de Bambus ETA Arroio Moreira
domingo, 21 de novembro de 2021
A múmia de Rio Pardo
"Ainda sobre o pequeno cadaver mumificado a que já fizemos referencia e encontrado na matriz de Rio Pardo, refere o Primeiro de Março, daquella cidade:
'O director desta folha levou hontem para Porto Alegre, afim de entregar ao illustrado clinico dr. Jacintho Gomes, o pequeno cadaver mumificado, que por longos dias esteve em exposição em uma compartimento separado das nossas officinas, despertando a curiosidade publica.
Noites houve que esse compartimento tornou-se pequeno para conter o grande numero de pessoas, notadamente familias, que a custo conseguiam approximar-se da pequena mumia.
E então era curioso ouvir-se de parte os commentarios a respeito do cadaver, as versões quasi fabulosas, as presumpções mais originaes e desencontradas.
Entretanto não ha uma só pessoa, dentre milhares que aqui existem, mesmo das mais antigas, que possa fornecer esclarecimentos ou dados acceitaveis sobre o facto, envolvido no maior mysterio.
É de notar que esse pequeno cadaver, quando descoberto, estava collocado numa caixa de folha, hermeticamente fechada, no centro de uma das largas paredes da egreja, a dose ou quatorse metros de altura do sólo.
Ultima nota saliente: o fundo da lata, onde estava encerrado o pequeno cadaver, apresentava distinctos signaes de sangue."
Fonte: A FEDERAÇÃO (Porto Alegre/RS), 29 de Julho de 1904, pág. 02, col. 02
sábado, 20 de novembro de 2021
sexta-feira, 19 de novembro de 2021
Senegaleses na cidade de Pelotas
Os senegaleses chegaram a partir do início da década de 2010 em Pelotas, dentro de um processo que já estava em curso no Brasil desde a década anterior que era a
Em Pelotas, vários dos imigrantes
senegaleses passaram anteriormente por grandes centros urbanos do Brasil como
São Paulo, Florianópolis e Porto Alegre. Dedicam-se principalmente ao comércio
de rua, vendendo produtos importados da China a preços populares. São em grande
maioria muçulmanos e originários da capital Dacar e de sua região
metropolitana.
Em 2017, o projeto Kanimambo da Secretaria Municipal de Cultura procurou
dar visibilidade cultural aos senegaleses, com exposição de vestuário e artesanato
típicos.
Fontes:
ROBERTO,
Simone Assis Alves. Senegaleses e o comércio ambulante em Pelotas-RS: etnografia
do encontro, acolhimento e dispersão. Pelotas/RS, Dissertação de Mestrado,
Programa de Pós-Graduação em Antropologia, Instituto de Ciências Humanas/UFPel,
2019.
ROBERTO,
Simone Assis Alves & PINHEIRO, Patrícia dos Santos. Do Senegal a Pelotas, RS:
migração, identidade e violência. In: Século XXI, Revista de Ciências
Sociais, v. 9, n. 1, jan.-jun. 2019, pág. 123-158.
quinta-feira, 18 de novembro de 2021
Jeronymo Soares de Faria
"Em um dos ultimos dias finou-se n'esta capital d. Maria Joaquina Ferreira Esteves, sogra do cidadão Ludovico de Araujo e Silva, empregado da Praça do Commercio.
João Daniel Collin
quarta-feira, 17 de novembro de 2021
Japoneses na cidade de Pelotas
Pelotas teve uma pequena, mas expressiva colônia japonesa que se constituiu na cidade a partir do final da década de 1930, vindo dedicar-se à agricultura e ao comércio. Eram procedentes da fracassada tentativa da criação de uma colônia nipônica em Porto Santo Antônio, às margens do rio Uruguai, entre 1935 e 1936. Muitos desses colonos foram para Porto Alegre, outros para Santa Catarina e alguns para o sul do estado, especificamente Pelotas e Rio Grande. Alguns japoneses pelotenses também eram procedentes da colônia japonesa de Santa Maria e foram se estabelecendo mais tarde na cidade, no decorrer das décadas de 1940 a 1960.
Atualmente, a colônia japonesa e os
simpatizantes da cultura nipônica em Pelotas reúnem-se na sede campestre da
Associação de Cultura Nipo-Brasileira de Pelotas, situada à avenida Ildefonso
Simões Lopes 3750.
Fontes:
ALAGIA JÚNIOR,
Humberto Gomes & CRAVO, Ana Carla. Imigração japonesa no Rio Grande do Sul:
resgate da memória Nikkei no centro do estado. In: Anais do IV Simp: memória,
patrimônio e tradição. Porto Alegre/RS, UFRGS, Instituto de Letras, 2009.
KÄFER, Natacha
Klein; LIMA, Anita Estephane Vargas de; SOARES, André Luis Ramos. Memorial
de Imigração e Cultura Japonesa do Rio Grande do Sul: tecnologia social a
serviço do conhecimento histórico. Santa
Maria/RS, Núcleo de Estudos de Patrimônio e Memória da UFSM; Porto Alegre/RS,
Núcleo de Estudos Japoneses da UFRGS; artigo, 2009.
O SUL
(REDAÇÃO). 7º. Festival do Japão RS comemora os 110 anos da Imigração Japonesa.
Evento faz parte do calendário oficial de comemorações no Brasil. O Sul, 08 de
agosto de 2018. Disponível em: https://www.osul.com.br/7o-festival-do-japao-rs-comemora-os-110-anos-da-imigracao-japonesa-evento-faz-parte-do-calendario-oficial-de-comemoracoes-no-brasil/ Acesso em: 14 de julho de 2021.





