Crispim. A indignação he geral, e como nós temos então hade virar-se o feitiço contra o feiticeiro. O feiticeiro Crispim foi preso pela guarnição pública, fazendo fabulas com o dinheiro alheio e distribuindo sortilegios a dois sugeitos no cais do porto esta manhã.
O dito africano é forro da Ordem de S. matheus desde os tempos do Soledade.
Fonte: O ARTILHEIRO (Porto Alegre/RS), 03 de agosto de 1837, pág. 3

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